<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352</id><updated>2012-02-16T05:19:38.474-02:00</updated><category term='Unifran'/><category term='Senhor Café'/><category term='Franca'/><category term='Unesp'/><category term='Everton de Paula'/><category term='Ferrari'/><category term='Corrêa Neves Júnior'/><category term='Rubens Barrichello'/><category term='Barrichello'/><category term='Restaurante Barão'/><category term='Felipe Massa'/><category term='Fórmula 1'/><category term='Massa'/><category term='Sapataria da Pizza'/><category term='Comércio da Franca'/><title type='text'>Blog do Cláudio Amaral</title><subtitle type='html'>Criado por Cláudio Amaral (jornalista desde 1º de maio de 1968, "O ano que não terminou", segundo Zuenir Ventura) para armazenar e permitir a leitura de textos do autor, que futuramente deverão ser impressos em forma de livro.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>273</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6864276476229935591</id><published>2012-01-24T19:28:00.004-02:00</published><updated>2012-01-24T19:46:26.266-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (273) A maior cidade do Brasil</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morar na maior cidade do Brasil é difícil, exige muita coragem e determinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver em São Paulo não é para qualquer um. Não. Definitivamente, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morar, viver e vencer, pessoal e profissionalmente, na Capital paulista requer tudo isso – coragem e determinação – mas também muita ambição e vontade de vencer na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando decidi deixar minha cidade natal, Adamantina, no final dos anos 1960, o fiz contra tudo e todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui para Marília, na mesma região e a maior cidade da Alta Paulista. E em menos de dois anos estava a caminho de Campinas, a convite do Estadão, para ser repórter na sucursal daquela cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabia – ou queria, determinadamente – que aquela seria uma passagem rápida, um trampolim para voos mais altos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha, nos anos 1970/71, o firme propósito de vir trabalhar em São Paulo. E mais especificamente na Rua Major Quedinho, 28 – 5º andar, onde ficava a sede do então maior e mais respeitado diário do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vim solteiro mas de casamento marcado para o dia 5 de setembro de 1971.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De papel passado com Sueli, voltei de Marília e logo fiz planos para vencer – e, se possível – dominar este imenso e complicado agrupamento urbano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha determinação era tamanha que cheguei a ter cinco atividades profissionais ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que eu gostasse de trabalhar no Estadão, pulei fora assim que oportunidade melhor surgiu para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E só deixei São Paulo quando não tive alternativa aqui e me apareceu posição de trabalho irrecusável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estive em Campo Grande (MS), em Franca e em Santos. Jamais, entretanto, abri mão da nossa base paulistana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A residência que temos na Aclimação, “o bairro mais agradável de São Paulo”, sempre esteve aqui, ainda que eu estivesse em outra cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostei muito de Campo Grande, Franca e Santos sem jamais ter deixado de amar São Paulo e aqui viver por toda minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É essa cidade que me encanta. Pelo seu povo (ainda indisciplinado), pelos seus cinemas, teatros, centros comerciais, comércio de rua e muito mais. Mas principalmente pelos parques públicos que temos à disposição de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui está boa parte da minha família mais próxima e quase todos os meus amigos. A exceção é aquele ramo familiar que hoje (e desde agosto de 2011) vive nos Estados Unidos: a filha Cláudia, o genro Márcio Gouvêa, os netinhos queridos Beatriz (4,7 anos) e Murilo (2 anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta cidade tem tanta, mas tanta coisa boa, que seria impossível enumerá-las todas. Uma, entretanto, eu tenho clara na minha mente: o glorioso Sport Club Corinthians Paulista, o meu Timão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os políticos pouco me importam. Até porque, se fosse depender deles, não teria chegado aonde cheguei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como não estaria comemorando e felicitando os 458 anos que São Paulo faz neste 25 de janeiro de 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;24/1/2012 19:24:13&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6864276476229935591?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6864276476229935591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6864276476229935591&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6864276476229935591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6864276476229935591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2012/01/por-que-273-maior-cidade-do-brasil.html' title='Por quê? (273) A maior cidade do Brasil'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6120949022190731045</id><published>2012-01-14T12:16:00.005-02:00</published><updated>2012-01-14T22:20:43.336-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (272) Tempos difíceis</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-bh8SAPsrr2U/TxIbORPYw8I/AAAAAAAAAWs/bJ83DDRd4_8/s1600/Cl%25C3%25A1udio+e+Sueli.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" kba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-bh8SAPsrr2U/TxIbORPYw8I/AAAAAAAAAWs/bJ83DDRd4_8/s320/Cl%25C3%25A1udio+e+Sueli.JPG" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem me conhece só pelo que sou hoje, desconhece os tempos difíceis que vivi no passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui criança pobre quando nasci, conquistei tudo o que tenho com muita dificuldade e graças ao apoio que sempre tive dos meus pais (os saudosos Lázaro Alves do Amaral e Wanda Guido do Amaral), da minha mulher Sueli (&lt;em&gt;na foto, acima, ao meu lado&lt;/em&gt;), dos meus filhos Cláudia, Mauro e Flávio, assim como dos muitos Amigos e Amigas que conquistei ao longo dos meus 62 anos de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrei-me de tudo isso às 7h da manhã deste sábado, dia 14/1/2012, quando acordei e identifiquei que hoje era (no passado, era) dia do pagamento da prestação do apartamento que eu e Sueli compramos na Rua Machado de Assis, 165, aqui na Aclimação, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela fase, há quase 40 anos, foi uma das mais difíceis que enfrentamos. Nunca tínhamos dinheiro suficiente para pagar as prestações em dia. Daí o fato de o dia 14 ser marcante e inesquecível. Fazíamos das tripas coração para evitar que a terceira prestação vencesse na sequência, porque aí a situação ficaria preta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época eu era repórter do Estadão e ainda fazia bicos (ou seria biscates?) diversos para completar o orçamento. Revisava textos de livros, escrevia para o saudoso Amigo Meninão, o Álvaro Assumpção, e para a Agência Estado dos Amigos Luiz Salgado Ribeiro, Daniel Pereira e Sircarlos Parra Cruz e também para a Associação Paulista de Município, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando deixei o Estadão e fui para a Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo a situação piorou ao invés de melhorar. O secretário Pedro Tassinari Filho encontrava dificuldades para me contratar e o salário não saia, por mais boa vontade que ele tivesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi em 1974/75 e me lembro bem, como se fosse hoje, o dia em que apelei para o Amigo Klaus Trench de Freitas, falecido no dia 27/11/2005. Eu o encontrei no estacionamento da Secretaria da Agricultura. Ambos estávamos saindo do trabalho e eu disse a ele:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Klaus me empresta algum porque não tenho dinheiro para comprar o leite da minha filha Cláudia amanhã cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ato, o “alemão” enfiou a mão no bolso e me passou uma nota de 50.000 cruzeiros, o dinheiro da época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emprestei dinheiro de outros colegas, até o dia em que fui contratado pela Ceagesp, empresa ligada à Secretaria da Agricultura, e paguei a todos, um por um, graças a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época eu já estava morando na Rua Machado de Assis e tinha as prestações do apartamento em dia. Absolutamente em dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sueli sempre completou o nosso minguado orçamento, até que foi trabalhar comigo na COMUNIC, empresa que criei a 21 de agosto de 1978.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1980 ficamos só nós dois como sócios e, salvo um ou outro sufoco passageiro, nunca mais tivemos problemas financeiros sérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças a Deus!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;14/1/2012 12:15:06&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6120949022190731045?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6120949022190731045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6120949022190731045&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6120949022190731045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6120949022190731045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2012/01/por-que-272-tempos-dificeis.html' title='Por quê? (272) Tempos difíceis'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-bh8SAPsrr2U/TxIbORPYw8I/AAAAAAAAAWs/bJ83DDRd4_8/s72-c/Cl%25C3%25A1udio+e+Sueli.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-3219079946354746696</id><published>2012-01-08T16:40:00.002-02:00</published><updated>2012-01-09T19:46:25.515-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (271) Meus Amigos Livros</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem gosta de livros está num beco sem saída: ou lê ou lê. Outra alternativa inexiste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o digam meus Amigos Carlos Conde, Sérgio Kobayashi e A. P. Quartim de Moraes, só para citar três que me veem à mente de pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos são Jornalistas, com J, como eu, que também me considero Jornalista com J, modéstia às favas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Conde, a quem me referi em &lt;a href="http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-248-carlos-conde.html"&gt;http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-248-carlos-conde.html&lt;/a&gt;, é Editor-Chefe de A Tribuna de Santos e um leitor voraz. Lê todas as noites, até 4h ou 5h da madrugada. É padrinho da minha filha e foi meu VP na Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e meu diretor na sucursal de São Paulo do Correio Braziliense. É meu Amigo desde que nos conhecemos na Redação do Estadão, em 1971.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sérgio Kobayashi é um franco-atirador e tem escritório de consultoria no melhor da Avenida Paulista, aqui em São Paulo. Foi meu presidente na Imprensa Oficial, onde editou centenas (se não milhares) de livros da melhor qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quartim de Moraes é editor. Foi meu colega de Redação também no Estadão, no início dos anos 1970 e meu chefe de Reportagem temporariamente. Em especial por ocasião dos incêndios dos edifícios Andraus e Joelma. Defende o mercado editorial como poucos. Publica sempre artigos interessantes na página A2 do Estadão. E sempre escrevendo a respeito de livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este assunto me veio à mente nesta tarde de domingo, 8/1/2012, quando me lembrei que havia prometido a mim mesmo que não compraria livro algum enquanto tivesse um, pelo menos um, para ler. E tenho quatro, não necessariamente nesta ordem: &lt;em&gt;O Pai-Nosso – A Oração da Libertação Integral&lt;/em&gt;, de Leonardo Boff; &lt;em&gt;La Gran Novela LatinoAmericana&lt;/em&gt;, em Espanhol, de Carlos Fuentes; &lt;em&gt;História da Guerra Civil Americana&lt;/em&gt;, de John D. Whight; e &lt;em&gt;80 anos&lt;/em&gt;, de Fernando Henrique Cardoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem: fomos, Sueli e eu, almoçar no Shopping Paulista e depois nos metemos na ampla livraria Saraiva. Antes repeti a promessa: livro novo só depois. Mas, livro vai, livro vem, acabei pegando para ver – só para ver – um livro a respeito do qual havia ouvido falar e que tinha me despertado curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peguei, procurei um lugar para sentar, sentei e comecei a folhear &lt;em&gt;Os últimos passos de um vencedor – Entre a vida e a morte, o José Alencar que conheci&lt;/em&gt;, escrito por José Roberto Burnier, repórter especial do Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li, uma a uma, até a página 32, incluindo o &lt;em&gt;Obrigado&lt;/em&gt; de Burnier, a &lt;em&gt;Apresentação&lt;/em&gt; de Caco Barcellos, &lt;em&gt;O fim&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O começo do fim&lt;/em&gt;, dois dos primeiros de uma série de 37 capítulos escritos por Burnier.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parei na página 32 com dor no coração e disse à Sueli: “Vamos embora”. Ela olhou bem para mim e devolveu-me a seguinte pergunta: “Você não vai levar o livro?” E antes que algo eu dissesse, ela pegou o livro e foi ao caixa. Sacou o cartão do BB, pagou e me deu de presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, não tenho mais quatro, mas cinco livros para ler. E, claro, os outros quatro vão ter esperar a vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;8/1/2012 16:36:26&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Em tempo recorde:&amp;nbsp;&lt;/em&gt; Os últimos passos de um vencedor – Entre a vida e a morte, o José Alencar que conheci&lt;em&gt; foi o livro mais bem escrito que já li e o que fiz em menor tempo, ou seja, das 14h do dia 8/1 às 9h22 do dia 9/1/2012. Parabéns a Burnier. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;9/1/2012 19:45:22&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-3219079946354746696?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/3219079946354746696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=3219079946354746696&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3219079946354746696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3219079946354746696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2012/01/por-que-271-meus-amigos-livros.html' title='Por quê? (271) Meus Amigos Livros'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-4049064505167647642</id><published>2011-12-21T19:48:00.005-02:00</published><updated>2011-12-24T11:56:30.269-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (270) Preparado para o Natal</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-X-C94KLkvE8/TvXZ9EOEtjI/AAAAAAAAAUM/yAFfKt7ibPY/s1600/Natal%2B21122011.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 248px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5689693347380508210" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-X-C94KLkvE8/TvXZ9EOEtjI/AAAAAAAAAUM/yAFfKt7ibPY/s400/Natal%2B21122011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você se sente preparado para as comemorações do Natal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois saiba que eu jamais me senti tão bem quanto agora, após ler &lt;em&gt;Natal – A humanidade e a jovialidade de nosso Deus&lt;/em&gt;, escrito por Leonardo Boff e editado pela &lt;a href="http://www.vozes.com.br/"&gt;http://www.vozes.com.br/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um livro que comprei na Livraria Paulinas da Rua Domingos de Moraes, quase no Largo Ana Rosa, na Vila Mariana, aqui em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adquiri no dia 24/11/2011 e terminei de ler hoje (21/12/2012), enquanto fazia fisioterapia para cura de uma tendinite no ombro direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por meio deste livro – na verdade, um livrinho de 104 páginas, incluindo 12 ilustrações – aprofundei meus conhecimentos sobre minha religião, a Católica Apostólica Romana. E, claro, a respeito do Natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em apenas quatro capítulos – &lt;em&gt;O projeto de Deus: fazer-se pessoa humana&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O projeto do ser humano: fazer-se Deus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Jesus Cristo: encontro de Deus e do ser humano&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Para-liturgia para bênção do presépio&lt;/em&gt; – tomei conhecimento de temas como &lt;em&gt;Não pode haver tristeza quando nasce a vida&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Filho assumiu um homem concreto, Jesus de Nazaré&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Que significa a humanidade de Deus para nós?&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Filho assumiu de alguma forma todos os seres humanos&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Filho assumiu de certo modo todas as coisas&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O ser humano&lt;/em&gt; (está) &lt;em&gt;à procura de Deus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O cosmos em movimento para Deus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Jesus Cristo: o Deus encontrado na carne&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O divino do ser humano&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O humano de Deus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Jesus Cristo: sacramento do encontro de Deus e do ser humano&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Um novo tipo de poesia e lirismo divino&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Mensagem em nome dos anjos&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Mensagem em nome dos seres humanos (pastores)&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Mensagem em nome das criaturas de natureza&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O celebrante incensa o presépio&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Oração do celebrante&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As frases que mais me marcaram em &lt;em&gt;Natal&lt;/em&gt; foram, por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Natal! A esta palavra está ligado todo um universo de símbolos: a vela, as estrelas, as bolas resplendentes, o pinheirinho, o presépio, o boi e o asno, os pastores, o bom José e a Virgem, o Menino repousando sobre palhas. Eles constituem o eco do maior evento da história: a encarnação de Deus. Nasceram da fé e falam ao coração. Hoje, entretanto, estes símbolos foram capturados pelo comércio e apelam para o nosso bolso&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Apesar de toda a profanização, o Natal guarda ainda sua sacralidade inviolável, sacralidade que é aquela da própria vida&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Toda vida é sagrada e remete para um mistério sacrossanto. Por isso todo atentado contra a vida é uma agressão ao próprio Deus&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Na vida do Menino a fé celebra a manifestação da própria Vida e a comunicação do próprio Mistério&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;A intuição desta profundidade não foi perdida na nossa sociedade secularizada&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Em razão disso o Natal é mais do que todos os seus símbolos manipuláveis; é mais rico do que todos os mecanismos do consumo&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem, muito mais ensinamentos, no livro de Leonardo Boff:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;O Natal não nos revela apenas o sentido último da vida, a divinização, e o sentido último da auto-entrega de Deus, a encarnação. Ele nos traz também alegria porque tudo nesta noite anunciada se iluminou. Revela-nos uma nova face de Deus e nos dá a conhecer um novo tipo de poesia e lirismo divino&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você quer mais? Se realmente quiser, compre e leia &lt;em&gt;Natal – A humanidade e a jovialidade de nosso Deus&lt;/em&gt;. Estou certo de que você não se arrependerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;21/12/2011 19:42:35&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-4049064505167647642?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/4049064505167647642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=4049064505167647642&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4049064505167647642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4049064505167647642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/12/por-que-270-preparado-para-o-natal.html' title='Por quê? (270) Preparado para o Natal'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-X-C94KLkvE8/TvXZ9EOEtjI/AAAAAAAAAUM/yAFfKt7ibPY/s72-c/Natal%2B21122011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6708554906063979571</id><published>2011-12-10T21:26:00.005-02:00</published><updated>2011-12-11T00:50:55.761-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (269) Histórias do mundo para os netinhos</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wIa1TThqZkc/TuPvUgu4fYI/AAAAAAAAAT0/BgqA6tfbNlI/s1600/caricatura04.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 339px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5684650290334694786" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-wIa1TThqZkc/TuPvUgu4fYI/AAAAAAAAAT0/BgqA6tfbNlI/s400/caricatura04.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Monteiro Lobato e o Jeca Tatu&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venham meus netinhos, venham. Venha Beatriz, venha. Venha Murilo, venha. Venham que Vovó e Vovô têm uma grande surpresa para vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o seguinte: depois de muita procura aqui em casa, hoje, exatamente hoje, dando sequência à faxina geral, Vovó encontrou, na garagem, a coleção de &lt;em&gt;Histórias do Mundo para crianças&lt;/em&gt; escrita e editada por Monteiro Lobato (José Bento Renato Monteiro Lobato nascido em Taubaté a 18 de abril de 1882 e falecido em São Paulo, aqui pertinho, na Casa de Saúde Santa Rita, a 4 de julho de 1948, segundo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monteiro_Lobato"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Monteiro_Lobato&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São 12 livros. Uma coleção completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição é da Editora Brasiliense, a mesma criada por Monteiro Lobato em 1943, em sociedade com Caio Prado Júnior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta que tenho em mãos é a sexta edição e foi impressa em 1977, com ilustrações de Manoel Victor Filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dividida em duas séries – a e b –, esta coleção tem livros intitulados &lt;em&gt;Reinações de Narizinho&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Caçadas de Pedrinho&lt;/em&gt; + &lt;em&gt;O saci&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Memórias de Emília&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Picapau Amarelo&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Peter Pan&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Fábulas&lt;/em&gt; + &lt;em&gt;Histórias de Tia Nastácia&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Histórias Diversas&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Emília no País da Gramática&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Aritmética da Emília&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Viagem ao Céu&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O Paço do Visconde&lt;/em&gt; (na série a) + &lt;em&gt;Aventuras de Hans Staden&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Geografia de D. Benta&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;D. Quixote das Crianças&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O Minotauro&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Chave do Tamanho&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A Reforma da Natureza&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Os Doze Trabalhos de Hércules&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;História do Mundo para as Crianças&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Serões de D. Benta&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;História das Invenções&lt;/em&gt; (na série b).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho certeza de que Beatriz e Murilo vão querer ouvir todas as histórias e que Vovó Sueli terá o maior prazer em ler uma a uma para os dois netinhos queridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, Monteiro Lobato foi um dos mais influentes escritores brasileiros do século XX. Foi um importante editor de livros inéditos e autor de importantes traduções. Seguido a seu precursor Figueiredo Pimentel (&lt;em&gt;Contos da Carochinha&lt;/em&gt;) da literatura infantil brasileira, ficou popularmente conhecido pelo conjunto educativo de sua obra de livros infantis, que constitui aproximadamente a metade da sua produção literária. A outra metade, consistindo de contos (geralmente a respeito de temas nacionais), artigos, críticas, crônicas, prefácios, cartas, um livro sobre a importância do petróleo e do ferro, e um único romance, &lt;em&gt;O Presidente Negro&lt;/em&gt;, o qual não alcançou a mesma popularidade que suas obras para crianças, que entre as mais famosas destaca-se &lt;em&gt;Reinações de Narizinho&lt;/em&gt; (1931), &lt;em&gt;Caçadas de Pedrinho&lt;/em&gt; (1933) e &lt;em&gt;O Picapau Amarelo&lt;/em&gt; (1939).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre essas histórias estão, por exemplo, &lt;em&gt;Emília descobre o Dom Quixote&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Dona Benta começa a ler o livro&lt;/em&gt;, no volume &lt;em&gt;Dom Quixote das Crianças&lt;/em&gt; (volume 2b).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah..., eles certamente vão gostar também de &lt;em&gt;A caminho do Picapau Amarelo&lt;/em&gt; (3b), &lt;em&gt;Os Argonautas&lt;/em&gt; (4b), &lt;em&gt;Como o mundo começou&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;No Tempo das cavernas&lt;/em&gt; (5b) e &lt;em&gt;Como a terra se formou&lt;/em&gt; (6b).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na série a, entre o que imagino que eles mais vão gostar estão as histórias de &lt;em&gt;Narizinho Arrebitado&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Sitio do Picapau Amarelo&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Marquês de Rabicó&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Casamento de Narizinho&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Aventuras do Príncipe&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Gato Félix&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Cara de Coruja&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Irmão do Pinócchio&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Circo de Cavalinhos&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Pena de Papagaio&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O Pó de Pirlimpimpim&lt;/em&gt; (todas do volume 1a).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem mais, muito mais. Mas vou deixar para fazer surpresas aos netinhos queridos, que não vemos desde o dia 16 de novembro de 2011, data em que deixamos Ashburn Village, depois de 58 dias nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que eles vão se divertir muito eu não tenho dúvida. Até porque, na casa deles, nos Estados Unidos, quando a TV Globo Internacional acabava de mostrar o &lt;em&gt;Bom Dia, Brasil&lt;/em&gt;, Vovô gritava: “Vai começar o Sitio do Picapau Amarelo”. E eles saiam correndo, de onde estivessem, em direção ao televisor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;10/12/2011 21:42:50&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6708554906063979571?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6708554906063979571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6708554906063979571&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6708554906063979571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6708554906063979571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/12/por-que-269-historias-do-mundo-para-os.html' title='Por quê? (269) Histórias do mundo para os netinhos'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-wIa1TThqZkc/TuPvUgu4fYI/AAAAAAAAAT0/BgqA6tfbNlI/s72-c/caricatura04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6462777578848914806</id><published>2011-12-08T18:24:00.004-02:00</published><updated>2011-12-09T06:47:32.731-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (268) A figura ressurgiu do nada</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém, entre meus caríssimos e-leitores, consegue se lembrar da &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;figura no mínimo inusitada&lt;/span&gt;, à qual me referi pela primeira vez no dia 9/1/2008? Pois saibam todos que ela ressurgiu do nada nesta quarta-feira, dia 7/12/2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Deve ser por conta do Natal”, pensei cá com os meus botões. “Ou seria, simplesmente, porque a região central da Capital paulista está repleta de prostitutas e travestis?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao certo, confesso, que não sei. Deveria saber, mas não, não e não. Não sei mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só sei que ela vem e vai com a maior facilidade. Até parece um ser invisível, mas não é. É, mesmo, uma &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;figura no mínimo inusitada&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do dia 9/1/2008, ela, a figura, voltou a cruzar os meus caminhos por mais sete vezes. Todas ao longo de 2008. E depois sumiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta vez (7/12/2011), ela, a figura, começou a me seguir a partir da Estação Sé do Metrô.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vinha da Estação Ana Rosa e ela embarcou nos meus calcanhares em direção à Estação República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro comentário que fez aos meus ouvidos foi: “Como está mudada esta estação”. E estava mesmo. Até porque eu e Sueli passamos meses nos Estados Unidos e não acompanhamos de perto a conclusão das obras de ampliação da República, que agora tem interligações com outras regiões da Capital paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sairmos na Praça da República tivemos outra surpresa: não havia mais tapumes nem canteiros de obras. Estava tudo igual ou melhor do que nos tempos em que trabalhei por três meses no gabinete do secretário da Educação do Estado, no mesmo local onde outrora funcionou o Colégio Caetano de Campos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cruzamos então a Avenida São Luis, passamos em frente à ex-sede do Hotel Hilton (de triste memória) e mais à frente pelo bar Redondo. Viramos à direita na Rua Rego Freitas e fomos descendo, descendo, descendo. Descendo e dando de cara com prostitutas e travestis, o que deixou a figura excitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que, eu não sei. Nem sequer perguntei a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes do Largo do Arouche, paramos numa loja de filtros e eu fiz as compras encomendadas pela patroa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subimos novamente a Rua Rego Freitas e aproveitei para conferir minha situação sindical junto ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feito isso, mentalizei um Pai Nosso e uma Ave Maria, por conta da Igreja da Consolação, que estava bem à minha frente e onde, outras missas, assisti a de sétimo dia em intenção da alma do saudoso ex-governador Mário Covas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre voltar de Metrô, a partir da Estação República, optei por seguir em frente, caminhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura seguiu comigo e se admirou com o painel que Emiliano Di Cavalcanti pintou para enriquecer a então sede do Estadão, na Rua Major Quedinho, 28, onde trabalhei por cinco anos, de 1971 a 1975.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos pela Praça Craveiro Lopes, pelo Palácio Anchieta (sede da Câmara de Vereadores) e subimos o Viaduto Maria Paula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quebra, paramos num dos muitos sebos que existem junto à Igreja da Sé e eu perguntei se havia algum livro do jornalista Gay Talese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Qual é o título”, me perguntou um jovem sentado junto ao computador. E eu respondi: “Qualquer um”. E expliquei: “Sendo do Gay Talese, qualquer livro me encanta”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não tinha, o rapaz sugeriu que eu fizesse uma busca pela Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradeci e segui adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;figura no mínimo inusitada&lt;/span&gt;? Foi comigo até a Estação Liberdade. Ali eu a vi pela última vez, porque quando me virei para falar com ela, cadê? Havia sumido sem dar explicação alguma. Sem dizer “bom dia”, nem “até logo”, “até um dia, quem sabe, talvez”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Para quem quiser reler as crônicas que escrevi a respeito da figura no mínimo inusitada, aqui vão os respectivos linques:&lt;br /&gt;A figura: &lt;a href="http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/02/por-qu-23-figura.html"&gt;http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/02/por-qu-23-figura.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O vidro: &lt;a href="http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/02/por-qu-31-o-vidro.html"&gt;http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/02/por-qu-31-o-vidro.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Emoções: &lt;a href="http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/02/por-qu-32-emoo.html"&gt;http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/02/por-qu-32-emoo.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Desencontro: &lt;a href="http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/02/por-qu-47-desencontro.html"&gt;http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/02/por-qu-47-desencontro.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No mosteiro: &lt;a href="http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/03/por-qu-59-no-mosteiro.html"&gt;http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/03/por-qu-59-no-mosteiro.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vãobora, vãobora: &lt;a href="http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/05/por-qu-83-vobora-vobora.html"&gt;http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/05/por-qu-83-vobora-vobora.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A volta da figura: &lt;a href="http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/06/por-qu-97-volta-da-figura.html"&gt;http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/06/por-qu-97-volta-da-figura.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A felicidade da figura: &lt;a href="http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/06/por-qu-99-felicidade-da-figura.html"&gt;http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/06/por-qu-99-felicidade-da-figura.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A figura foi ao plantão: &lt;a href="http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/07/por-qu-104-figura-foi-ao-planto.html"&gt;http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2008/07/por-qu-104-figura-foi-ao-planto.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A figura foi à posse de Obama: &lt;a href="http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2009/01/por-qu-141-figura-foi-posse-de-obama.html"&gt;http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2009/01/por-qu-141-figura-foi-posse-de-obama.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;8/12/2011 18:22:47&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6462777578848914806?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6462777578848914806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6462777578848914806&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6462777578848914806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6462777578848914806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/12/por-que-268-figura-ressurgiu-do-nada.html' title='Por quê? (268) A figura ressurgiu do nada'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-3173960855980765024</id><published>2011-11-22T13:12:00.002-02:00</published><updated>2011-11-22T13:15:25.782-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (267) Uma oração, por favor.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vésperas de um determinado 3 de dezembro, sorrisos e ou gargalhadas. Noutras duas vezes, com certeza, alimentos não perecíveis para a campanha da minha Paróquia de Santa Rita de Cassia, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo. Para mim, pessoalmente, nada. Absolutamente nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensem o que quiserem, mas sou assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humilde? Talvez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desprendido? Quem sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teimoso? Sem a menor dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chato? Na maioria das vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem humorado? Sempre que possível, e se possível fosse, sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metido? Conscientemente, nunca. Juro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esnobe? Não, não faz meu gênero. Afinal, vim lá de baixo (e Adamantina, Marília e Campinas nunca estiveram por baixo de nenhuma outra cidade) e o sucesso nunca subiu à minha cabeça. Nem mesmo quando eu tinha (e tenho) o maior orgulho de trabalhar no Estadão (em Marília, Campinas e São Paulo), no Grupo Folha de S. Paulo, no Correio Braziliense e no Jornal do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca fui metido nem esnobe porque jamais tive vida fácil (até porque sou corintiano e torcedor do Timão jamais teve moleza).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que tudo isso, tem o seguinte: sou um cidadão de fé. Muita fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou adepto e fiel à Igreja Católica Apostólica Romana, da qual não me afastei nem mesmo durante os quase dois meses em que estive recentemente nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito fielmente em Deus, em Nosso Senhor Jesus Cristo e em Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso me faz acreditar na humildade e no desprendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso me faz valorizar minha fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isso – humildade, desprendimento, fé – eu quero fazer às minhas Amigas e aos meus Amigos um pedido especial para o próximo dia 3 de dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presente, fisicamente, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alimentos não perecíveis, novamente, também não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorridos e ou gargalhadas, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peço, humildemente, uma oração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escolha fica a critério de cada Amiga e cada Amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser um Pai Nosso, igual a aquele que faço diariamente, pela manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser uma Ave Maria, idêntica a aquela que oro todo dia, logo após o Pai Nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser, também, uma poesia de Carlos Drummond de Andrade ou de Vinicius de Moraes ou ainda de Manoel de Barros, meu poeta preferido, que entrevistei em Campo Grande para o jornal O Estado de Mato Grosso do Sul, em 2005, quando lá eu era diretor de Redação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser um poema, também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, a escolha é de cada qual, minha Amiga e meu Amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;22/11/2011 13:09:38&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-3173960855980765024?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/3173960855980765024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=3173960855980765024&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3173960855980765024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3173960855980765024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/11/por-que-267-uma-oracao-por-favor.html' title='Por quê? (267) Uma oração, por favor.'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-4355464451874164194</id><published>2011-11-14T21:56:00.006-02:00</published><updated>2011-11-19T10:24:42.960-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (266) Momentos inesquecíveis nos EUA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-25P83X7qlxU/TsGvz9IGwjI/AAAAAAAAATo/iF0czCyXGw4/s1600/Carrocel%2B13112011.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5675010312580284978" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-25P83X7qlxU/TsGvz9IGwjI/AAAAAAAAATo/iF0czCyXGw4/s400/Carrocel%2B13112011.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;O melhor da temporada nos EUA foi curtir os netinhos Beatriz e Murilo&lt;/strong&gt; (Photo by Vovó Sueli Amaral)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Jamais vou me esquecer destes dois meses que passamos, Sueli e eu, nos Estados Unidos, baseados em Ashburn Village, na residência de Márcio, Cláudia, Beatriz e Murilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui chegamos na manhã do dia 19 de setembro de 2011. Saímos de São Paulo na véspera e embarcamos no Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, em Guarulhos, às 14h20, via &lt;a href="http://www.tam.com.br/"&gt;http://www.tam.com.br/&lt;/a&gt;, inicialmente com destino a Buenos Aires, na Argentina. Do Aeroporto Internacional de Ezeiza partimos às 21h, pela &lt;a href="http://www.united.com/"&gt;http://www.united.com/&lt;/a&gt;, rumo ao Aeroporto Internacional Washington Dulles (que tem esse nome em homenagem ao ex-secretário de Estado John Foster Dulles – 1888/1959).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois voos foram tranquilos. Sem susto. Como esperamos que seja o voo de retorno ao Brasil, à Capital paulista e à Aclimação, “o bairro mais agradável de São Paulo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embarcaremos no mesmo Aeroporto Internacional de Washington às 15h36 do dia 16 (a terceira quarta-feira deste mês de novembro) e desta vez faremos escala em Bogotá (Colômbia). De lá voaremos a partir das 21h36 do mesmo dia para o Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), onde deveremos chegar pela manhã do dia 17. Tudo, desta vez, pela &lt;a href="http://www.avianca.com/"&gt;http://www.avianca.com/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até lá completaremos exatos 58 dias nos Estados Unidos. E nesse período vimos e conhecemos tudo o que nos foi possível: a tranquila Ashburn Village (onde passamos a maior parte do nosso tempo por aqui), Reston (cidade que visitamos por três vezes), Washington (a capital dos Estados Unidos, para a qual fomos por três vezes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Ashburn Village, uma “área rural” com cerca de cinco mil residências e com 15 mil a 18 mil moradores fixos, nos prendemos principalmente em dois pontos: o lago e o centro comercial. Andamos em torno do lago quase todos os dias, inclusive quando nevou por aqui (29 de outubro, um sábado) e foi lá que eu procurei colocar minha condição física em ordem, depois da cirurgia cerebral de 29 de julho, em São Paulo. A paisagem é linda, a flora (formadas por carvalhos, preferencialmente) e a fauna (patos, esquilos e coelhos) estão sempre muito bem conservadas, o povo que por ali caminha é ordeiro e civilizado. No centro comercial demos preferência ao supermercado Giant (&lt;a href="http://www.giantfood.com/"&gt;http://www.giantfood.com/&lt;/a&gt;), ao correio privado &lt;a href="http://www.ups.com/"&gt;http://www.ups.com/&lt;/a&gt;, à lavanderia e à pizzaria &lt;a href="http://www.papajohns.com/"&gt;http://www.papajohns.com/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Reston, área urbana onde fica a sede da empresa em que trabalha o genro Márcio Gouvêa (&lt;a href="http://www.nii.com/"&gt;http://www.nii.com/&lt;/a&gt;), fomos três vezes. Uma para fazer refeições no Valpiano, um restaurante que serve comida italiana das boas, e compras nas lojas do centro. Outra para o octoberfest e outra para mais compras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Washington DC, estivemos outras três vezes. Inesquecíveis. A primeira foi no dia 25 de setembro, quando visitamos o National Museum of Natural History&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://www.mnh.si.edu/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://www.mnh.si.edu/&lt;/a&gt;) e a Casa Branca (ainda que de longe, porque a sede do governo federal e residência da família Barack Obama estava com segurança reforçada). Na segunda, a 16/10, fomos ao &lt;a href="http://www.nationalaquarium.org/"&gt;http://www.nationalaquarium.org/&lt;/a&gt; (para mim, inferior ao Aquário de Santos) e ao American Museum of Natural History (&lt;a href="http://www.amnh.org/"&gt;http://www.amnh.org/&lt;/a&gt;). Na terceira, dia 20/10, pela primeira vez à noite, visitamos especificamente o &lt;a href="http://www.warnertheatre.com/"&gt;http://www.warnertheatre.com/&lt;/a&gt;, aonde vimos um espetáculo inesquecível: a apresentação do coral da &lt;a href="http://www.iona.org/"&gt;http://www.iona.org/&lt;/a&gt;, uma organização beneficente de assistência a idosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias 23 e 30 de outubro também foram inesquecíveis. No primeiro porque comemos uma feijoada deliciosa (preparada aqui mesmo por Sueli, Cláudia e Bisa Cida) e vimos um jogão pela televisão, ao vivo: Internacional de Porto Alegre 1 X Corinthians 1. Foi a única partida do Timão transmitida pela TV Globo Internacional neste período, porque nos demais domingos a preferência foi por times de colocações inferiores na tabela do Brasileirão (como Grêmio, o 11º X Palmeiras, o 13º, neste último domingo). No segundo, porque pudemos conhecer de perto o Happy Halloween dos Estados Unidos. Saímos todos às ruas da vizinhança e a criançada se divertiu à beça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia que não vai dar para esquecer é 30/11. O motivo é uma grande conquista pessoal: ao término da Celebração da Missa das 10h30, na St. Theresa Catholic Church (localizada aqui mesmo em Ashburn, mas a 3,5 milhas da residência em que ficamos nestes 58 dias), ou seja, por volta das 11h40 (pelo horário local), consegui convencer Sueli e Bisa Cida que eu voltaria para casa caminhando. E foi o que fiz, ao longo de duas horas, com uma parada no Global Food e outra na 7-Elleven.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quebra, visitamos incontáveis lojas e lanchonetes pelos shoppings da região, aonde vimos roupas, brinquedos, equipamentos eletrônicos, plantas e muitos alimentos e bebidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tivemos outro grande prazer, também inesquecível: ver a chegada do Outono, a estação do momento na Virginia. Ao longo dos dias, desde 21 de setembro, vimos as árvores mudando de cor gradativamente. Do verde, carvalhos e chorões, em sua maioria, foram passando para o cobre polido ou rico castanho mel, que tornam atraentes até mesmo as consideradas mortas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de caminhar, ir a shoppings e supermercados, fotografar, escrever no Twitter, para os amigos, no blogue e no Facebook, fiz ainda uma das atividades que mais me dá prazer na vida: ler. Ao chegar aos Estados Unidos, terminei de ler &lt;em&gt;300 Conselhos de Jesus&lt;/em&gt;, escrito por João Carlos Almeida. Em seguida, li dois livros de Leonardo Boff: &lt;em&gt;São Francisco de Assis&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O Senhor é Meu Pastor&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor de tudo, entretanto, foi a possibilidade de curtir os netinhos (e, claro, conviver com o genro e a filha querida). Beatriz e Murilo nos deram muitas alegrias, carinho e amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;14/11/2011 21:55:39&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-4355464451874164194?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/4355464451874164194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=4355464451874164194&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4355464451874164194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4355464451874164194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/11/por-que-266-momentos-inesqueciveis-nos.html' title='Por quê? (266) Momentos inesquecíveis nos EUA'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-25P83X7qlxU/TsGvz9IGwjI/AAAAAAAAATo/iF0czCyXGw4/s72-c/Carrocel%2B13112011.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-1731230893477492040</id><published>2011-11-09T16:41:00.004-02:00</published><updated>2011-11-09T16:48:00.814-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (265) Ao volante</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0g2NqnyWQaw/TrrJi0dLhpI/AAAAAAAAATc/IzFsOuv75vg/s1600/Cl%25C3%25A1udio%2BAmaral%2Bvoltou%2Ba%2Bdirigir%2Bem%2BAshburn%2BVillage%2B09112011%2B001.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5673068280660330130" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-0g2NqnyWQaw/TrrJi0dLhpI/AAAAAAAAATc/IzFsOuv75vg/s400/Cl%25C3%25A1udio%2BAmaral%2Bvoltou%2Ba%2Bdirigir%2Bem%2BAshburn%2BVillage%2B09112011%2B001.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Voltei a dirigir e pela primeira vez pelas ruas e avenidas de Ashburn Village (Foto: Sueli Amaral)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Perdão, Dr. Diogo Lins. Perdão, perdão, perdão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu que sempre me considerei uma pessoa disciplinada e cumpridora das ordens dos meus médicos, dentistas, psicóloga, fisioterapeutas..., descumpri hoje uma ordem expressa do Dr. Diogo Lins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E voltei a dirigir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade: voltei a dirigir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava sentindo muita falta do volante, da condução de um veiculo automotor e não titubeei: voltei a dirigir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava sem dirigir desde meados de julho, quando o neurocirurgião Diogo Lins disse taxativamente que era para eu largar o volante imediatamente e não pegar num carro até o final do ano. Deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sai do consultório dele, na Mooca, em São Paulo, passei numa Drogaria SP para comprar o remédio que ele havia me receitado, fui para casa, guardei o meu Honda Fit e nunca mais voltei a dirigir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E me orgulhava disso. Me orgulhava de ser um sujeito disciplinado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas hoje, exatamente neste dia 9 de novembro de 2011, capitulei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo foi justo, Dr. Diogo: minha filha Cláudia precisava ir até o Aeroporto Ronald Reagan, em Washington, a cerca de 45 minutos da casa dela, em Ashburn Village.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez os cálculos e concluiu que não daria tempo para, antes, levar a pequena Beatriz (4,4 anos) até a escola Hope, onde ela está a estudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando eu me ofereci para dirigir o carro dela, Cláudia, e assim levar Beatriz à escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedi apenas que ela me explicasse em detalhes como eu faria, porque havia dirigido um carro automático há muitos anos, a pedido do Amigo Luis Meneghim, de Santa Catarina, que havia pegado um veiculo emprestado na VW.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pacientemente, minha ex-aluna virou minha professora. E lá fomos nós até a Hope, por volta das 11 horas da manhã (pelo horário local).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui e voltei dirigindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tive um único problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando deu meio-dia Cláudia saiu rumo a Washington e 20 minutos depois eu fui levar Beatriz na escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem problema. Ou melhor: tive uma pequena dificuldade na hora de fazer o carro funcionar, mas logo consegui. Foi só colocar o câmbio no lugar certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o GPS eu não tive problema algum. Tanto na ida quando na volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas ruas e avenidas também correu tudo direitinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora, às 1h30 da tarde em Ashburn Village (16h30 em Brasília), a pequena, linda e fofa Beatriz está a estudar tranquilamente na Hope. E eu, aqui na casa de Cláudia e Márcio Gouvêa, nossos anfitriões, estou me sentindo o cidadão mais feliz do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;9/11/2011 16:39:01&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-1731230893477492040?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/1731230893477492040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=1731230893477492040&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1731230893477492040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1731230893477492040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/11/por-que-265-ao-volante.html' title='Por quê? (265) Ao volante'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-0g2NqnyWQaw/TrrJi0dLhpI/AAAAAAAAATc/IzFsOuv75vg/s72-c/Cl%25C3%25A1udio%2BAmaral%2Bvoltou%2Ba%2Bdirigir%2Bem%2BAshburn%2BVillage%2B09112011%2B001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-1678800059723834076</id><published>2011-11-08T21:00:00.005-02:00</published><updated>2011-11-08T23:40:15.620-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (264) Ser ou não ser?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HnxtoqNbX8E/Trm2UsrV6WI/AAAAAAAAASI/jqlr5Cb4Ywg/s1600/Ashburn%2BVillage%2B08112011%2B008.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672765672356440418" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-HnxtoqNbX8E/Trm2UsrV6WI/AAAAAAAAASI/jqlr5Cb4Ywg/s400/Ashburn%2BVillage%2B08112011%2B008.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Aqui em Ashburn Village não tem poluição de espécie alguma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Caminhando, mais uma vez, pela pista existente em torno do lago principal de Ashburn Village, me veio à mente uma grande dúvida: ser ou não ser? Eis a questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é a seguinte: esta não é a primeira vez que eu me animo com um lugar que acabo de conhecer e fico vontade de arrumar as malas e me mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas memórias me trouxeram de volta as recordações de Roma e de Barcelona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estive em Roma em 1973, como repórter do Estadão e a convite do Grupo Liquigas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estive em Barcelona em 2001, como Gerente de Redação da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto em Roma quanto em Barcelona fiquei apaixonado pelo que vi e me senti com vontade de transferir residência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tudo ficou na vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando retornei de Roma o problema era – além do domínio da língua, que poderia ser superado com um bom curso de italiano – a questão de trabalho. Até porque o jornal em que eu trabalhava na época tinha correspondente fixo na capital da Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabei esquecendo Roma, os romanos e os italianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Barcelona poderia ter sido diferente, mas não foi. Poderia porque já dominava a língua (após 4 anos de estudos no Instituto Miguel de Cervantes, no bairro do Morumbi, em São Paulo). Porém, eu estava bem empregado e não era a Imprensa Oficial que iria me dar emprego na Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamais esqueci Barcelona, os catalães e os espanhóis (até porque tive seis professores de Espanha em 2003, no Master em Jornalismo para Editores, em São Paulo, mas pela Universidade de Navarra, Espanha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FC Barcelona, um dos melhores clubes de futebol do mundo, também contribuiu para que jamais me esquecesse da capital da Catalunha e do time em que jogaram futebolistas do porte de Romário (atual deputado federal pelo Rio de Janeiro), Ronalducho (ex-Corinthians) e Ronaldinho Gaúcho (atualmente no Flamengo). Barça que hoje tem o argentino Messi, o melhor jogador de futebol do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem Roma, nem Barcelona e muito menos a minha São Paulo se comparam ao local em que estou há 50 dias e de onde eu não gostaria de sair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roma, Barcelona e São Paulo têm tráfego carregado e congestionamento que desestimulam qualquer cristão. Têm também poluição do ar, sonora e visual que comprometem a qualidade de vida de todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, não. Aqui é diferente. Aqui não tem os congestionamentos que vemos todo dia em São Paulo. Não tem poluição de espécie alguma. Não tem motorista indisciplinado e – como diria o ex-árbitro de futebol Arnaldo Cesar Coelho – as regras são claras, e respeitadas por todos, condutores e pedestres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui as vias públicas são largas e bem sinalizadas, os veículos são todos automatizados e, para minha surpresa, os motoristas podem usar à vontade o telefone celular enquanto dirigem. No Brasil, nem pensar. No Brasil isso da multa e pontos na CNH.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui todos respeitam as árvores, os rios, os lagos e a vida selvagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pena que para ficar aqui é preciso ter um tal de “green card” (&lt;a href="http://www.greencard.com.br/"&gt;http://www.greencard.com.br/&lt;/a&gt;) . Se não tiver, como eu não tenho, legalmente o cidadão pode passar no máximo seis meses nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;8/11/2011 20:59:30&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-1678800059723834076?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/1678800059723834076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=1678800059723834076&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1678800059723834076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1678800059723834076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/11/por-que-264-ser-ou-nao-ser.html' title='Por quê? (264) Ser ou não ser?'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-HnxtoqNbX8E/Trm2UsrV6WI/AAAAAAAAASI/jqlr5Cb4Ywg/s72-c/Ashburn%2BVillage%2B08112011%2B008.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-8730459459366982054</id><published>2011-11-04T12:50:00.003-02:00</published><updated>2011-11-14T18:31:52.112-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (263) Outono ou Primavera?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nWWSf-JiFzs/TrP8_05iv4I/AAAAAAAAARk/NBe94xQdNZE/s1600/Gat%25C3%25A3o%2B03112011%2B002.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5671154529251540866" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-nWWSf-JiFzs/TrP8_05iv4I/AAAAAAAAARk/NBe94xQdNZE/s400/Gat%25C3%25A3o%2B03112011%2B002.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; É admirável a beleza do Outono em Ashburn Village&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Todas as estações do ano são agradáveis, pois cada uma tem suas vantagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui em Ashburn Village (e em toda a Virginia) estamos no Outono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí no Brasil a estação do ano é a Primavera, que começou no dia 23 de setembro e vai até 21 de dezembro (muito embora o governo federal já tenha nos imposto o horário de Verão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, logo trocaremos o Outono dos Estados Unidos pela Primavera do Brasil. E continuaremos felizes, com certeza (Sueli mais ainda, porque ela ama a Primavera, conhecida como a estação das flores).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa (da Bisa Cida – que está em Chicago, visitando a neta Maira e o bisneto Anderson, mas volta no dia 9 para Ashburn Village – da Sueli e a minha) troca de país, continente e estação do ano se dará na virada do dia 16 para o dia 17 deste mês de novembro. Embarcaremos no Aeroporto Internacional de Washington às 15h36 do dia 16, faremos escala em Bogotá (Colômbia) e de lá voaremos a partir das 21h36 do mesmo dia para o Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), onde deveremos chegar pela manhã do dia 17. Tudo pela &lt;a href="http://www.avianca.com/"&gt;http://www.avianca.com/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegaremos com o calor característico da Primavera ou do Verão? Ou com frio que caracteriza o Outono e o Inverno?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso só Deus sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que sabemos, hoje, é que o Outono está a nos oferecer uma paisagem linda aqui pelos lados de Ashburn Village.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos aqui no finalzinho do Verão, no dia 19 de setembro. No dia 21 passamos a viver o Outono, que é um dos momentos mais bonitos do ano, na Virginia, segundo o Departamento de Engenharia Florestal do Estado. Os especialistas locais dizem que viajar pelo território da Virginia, nesta época, é conhecer uma abundância de cores inédita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é verdade, certamente, pelo que temos visto nas árvores existentes em torno do Lake Ashburn e durante nossas viagens pela região, em especial quando vamos a Washington, onde já estivemos por três vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contraste é visível e marcante. A maioria das folhas está perdendo a cor verde e ganhando um amarelado típico do Outono. Estão caindo, também. Tanto que é possível ver algumas árvores peladas, sem folha alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui na Virginia predominam muitas espécies de carvalhos, de acordo com o que podemos ver ao vivo e ler no site Departamento de Engenharia Florestal, dentro do &lt;a href="http://www.virginia.gov/"&gt;http://www.virginia.gov/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carvalho produz bolotas em quantidade abundante, no Outono, e elas são os frutos preferidos dos animais silvestres. Especialmente dos esquilos, que podem ser vistos por todos os lados. Até atravessando as vias públicas locais. Nos gramados e subindo nas árvores também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As folhas de carvalho muitas vezes assumem tons de cobre polido ou rico castanho mel, que tornam atraentes até mesmo as consideradas mortas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito bonito. É agradável. É incomparável. É uma benção e uma dadiva que Deus nos deu. Especialmente para nós que vivemos numa selva de pedra como São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;4/11/2011 12:48:51&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-8730459459366982054?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/8730459459366982054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=8730459459366982054&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8730459459366982054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8730459459366982054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/11/por-que-263-outono-ou-primavera.html' title='Por quê? (263) Outono ou Primavera?'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-nWWSf-JiFzs/TrP8_05iv4I/AAAAAAAAARk/NBe94xQdNZE/s72-c/Gat%25C3%25A3o%2B03112011%2B002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-7640181709070901795</id><published>2011-11-01T17:23:00.003-02:00</published><updated>2011-11-01T20:36:32.674-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (262) Vem fôlego, vem!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-H8ZRbZSxv-Q/TrBHlrCY0iI/AAAAAAAAARY/JEnkZuvKRvA/s1600/Caminhada%2Bde%2B01112011%2B002.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5670110643392926242" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-H8ZRbZSxv-Q/TrBHlrCY0iI/AAAAAAAAARY/JEnkZuvKRvA/s400/Caminhada%2Bde%2B01112011%2B002.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Registro da caminhada desta terça-feira, por Sueli Amaral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Fui em busca de fôlego, mais uma vez, no início da tarde desta terça-feira, em Ashburn Village.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui, me empenhei ao máximo e voltei feliz, muito feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parti de casa às 14h, pelo horário antigo, ou seja, 13h em Ashburn Village e 15h em Brasília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esclareço que mantenho meu relógio com o horário de quando deixei São Paulo para não me atrapalhar com meus remédios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolhi, novamente, a pista do lago com o objetivo de fazer uma comparação com a caminhada de 28 de outubro: &lt;a href="http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/10/por-que-258-felicidade-redobrada.html"&gt;http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/10/por-que-258-felicidade-redobrada.html&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela manhã, andei por 48 minutos seguidos, sendo 25 minutos na primeira volta e 23 minutos na segunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta tarde, fiz um tempo inferior, para minha felicidade: 20 minutos na primeira volta e pouco menos de 20 minutos na segunda. Ou seja: sem privilégio, foram 40 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas por que isso, você deve estar me perguntando, meu caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você imagina que estou me preparando para disputar a corrida de São Silvestre, na virada do ano, em São Paulo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou você acha que tenho a pretensão de correr a maratona de Nova Iorque?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem uma coisa, nem outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou, sinceramente, em busca de fôlego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preciso de fôlego para não fazer feio diante do Professor Ricardo Chiqueto, nosso (da Sueli e meu) instrutor nas aulas de Pilates na FisioSenior (&lt;a href="http://www.fisiosenior.com.br/"&gt;http://www.fisiosenior.com.br/&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto que, além de caminhar com passos firmes e num ritmo o mais forte possível, tenho também praticado os exercícios respiratórios que Ricardo nos ensinou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero voltar às aulas com Ricardo Chiqueto em forma. Ou pelo menos com a melhor forma física que me for permitido por Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que não devo abusar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me sempre das instruções do Dr. Diogo Lins, o neurocirurgião que me operou no dia 29/7/2011: devo andar sempre com a cabeça coberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem mais: como sou um cidadão disciplinado, estou disposto a voltar a dirigir somente após o final do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até lá, só ando a pé. Ou como passageiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;1/11/2011 17:22:24&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-7640181709070901795?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/7640181709070901795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=7640181709070901795&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7640181709070901795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7640181709070901795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/11/por-que-262-vem-folego-vem.html' title='Por quê? (262) Vem fôlego, vem!!!'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-H8ZRbZSxv-Q/TrBHlrCY0iI/AAAAAAAAARY/JEnkZuvKRvA/s72-c/Caminhada%2Bde%2B01112011%2B002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-4660422905147747320</id><published>2011-10-31T22:48:00.004-02:00</published><updated>2011-10-31T23:09:07.094-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (261) Contagem regressiva</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Nug1mgKF54I/Tq9Efj561qI/AAAAAAAAARM/XVfI2TMbXoI/s1600/Parque%2BAlgokian%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2Bdia%2B15102011%2B001.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5669825764887549602" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-Nug1mgKF54I/Tq9Efj561qI/AAAAAAAAARM/XVfI2TMbXoI/s400/Parque%2BAlgokian%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2Bdia%2B15102011%2B001.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Beatriz e eu temos nos divertido muito na Virginia (EUA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Já estou em contagem regressiva para voltar ao Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir deste dia 1º de novembro, faltarão apenas 15 dias para embarcarmos no Aeroporto Internacional de Washington rumo ao Aeroporto Internacional de Guarulhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como sempre, infelizmente, estou sofrendo por antecipação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se que no dia 17 de agosto de 2011 escrevi a vocês que entre meus sonhos estava o de ter um filho vivendo no Exterior. Pois assim eu teria possibilidade de conhecer mais alguns lugares no estrangeiro (&lt;a href="http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-242-vivendo-no-exterior.html"&gt;http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-242-vivendo-no-exterior.html&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o que aconteceu com a vinda da minha filha Cláudia, meu genro Márcio Gouvêa e os pequenos Beatriz (4,4 anos) e Murilo (1,9) para a região de Washington DC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcio veio trabalhar em Reston (na &lt;a href="http://www.nii.com/"&gt;http://www.nii.com/&lt;/a&gt;, matriz da Nextel) e a família toda está a morar em Ashburn Village, onde estamos, Sueli e eu, desde 19 de setembro. Nós e a Bisa Cida, que veio antes de nós e está a produzir pratos deliciosos (salgados e doces).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viemos e conhecemos uma realidade completamente diferente do nosso dia a dia em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá as casas são todas de alvenaria. Aqui, todas de madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá as casas e os prédios são todos trancados a sete chaves. Aqui, não há nenhuma preocupação neste sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá os carros são sempre bem fechados. Aqui, não. E todos ficam nas vias públicas ou em frente de casa, sem a menor preocupação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá as bolsas e mochilas estão sempre bem vigiadas e ninguém se atreve a deixá-las nos bancos (sejam dos vagões do Metrô, dos ônibus, dos restaurantes ou dos cinemas e teatros). Aqui, não. Todos sabem que ninguém vai pegar os seus pertences inadvertidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, que eu me refiro, é na Virginia e mais especificamente no Condado de Loundon, onde se localiza Ashburn Village. Em Washington e em Nova Iorque, entre outras grandes cidades, é diferente. É praticamente igual a São Paulo, Rio de Janeiro e outras cidades brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As leis de trânsito e a disciplina das pessoas também são bem diferentes por aqui. Tanto que é raro vermos uma colisão de veículos ou um atropelamento, o que é comum em São Paulo, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, faxineiras e empregadas domésticas é a maior raridade por aqui, porque custa caro e não há costume (ou vice-versa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das primeiras surpresas que tive, por aqui, foi em relação ao celular. Como todos os carros são automatizados, é permitido dirigir e falar ao telefone, simultaneamente, enquanto no Brasil, sabemos todos, isso dá multa e pontos na CNH.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra surpresa: os pedestres podem caminhar sem maiores preocupações, porque nas vias secundárias os motoristas param e nos dão passagem (tal qual na Itália, segundo Sueli, que lá esteve em 2009).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A importância que as pessoas dão à preservação da natureza e dos animais também é de tirar o chapéu, aqui pelos lados de Ashburn, do Condado de Loudoun e do Estado da Virginia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isso – e mais as vantagens que tenho para caminhar com tranquilidade e em terrenos planos, ler e escrever – além de administrar minhas contas pela Internet, eu ficaria por aqui por mais tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, não posso. Tenho que fazer as malas e partir de volta para o Brasil, para São Paulo e para a Aclimação. Eu, Sueli e Bisa Cida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;31/10/2011 22:46:56&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-4660422905147747320?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/4660422905147747320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=4660422905147747320&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4660422905147747320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4660422905147747320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/10/por-que-261-contagem-regressiva.html' title='Por quê? (261) Contagem regressiva'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Nug1mgKF54I/Tq9Efj561qI/AAAAAAAAARM/XVfI2TMbXoI/s72-c/Parque%2BAlgokian%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2Bdia%2B15102011%2B001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-7729427180794843167</id><published>2011-10-30T18:42:00.003-02:00</published><updated>2011-10-30T19:08:01.287-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (260) Loucura ou aventura?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DEcfIrdEmy4/Tq23UmHa6EI/AAAAAAAAARA/9_vvDk9b2Lg/s1600/Caminhada%2Bde%2B30102011%2B012.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5669389070386260034" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-DEcfIrdEmy4/Tq23UmHa6EI/AAAAAAAAARA/9_vvDk9b2Lg/s400/Caminhada%2Bde%2B30102011%2B012.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Eu me fotografei junto ao Global Food na caminhada deste domingo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Aventura ou loucura? Loucura ou aventura? A mim não importa. O importante é que consegui cumprir meu objetivo e fiz, caminhando, o trajeto entre a St. Theresa Catholic Church e a casa onde estamos hospedados em Ashburn Village, eu e Sueli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A St. Theresa Catholic Church é igreja católica mais próxima da residência da filha, do genro e dos netinhos que temos morando em Ashburn Village.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde São Paulo, portanto antes mesmo de embarcarmos para os Estados Unidos, eu já havia perguntado para minha filha se existia uma igreja católica perto de onde ela iria morar aqui na Virginia, nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela me disse que não tinha tido tempo para verificar isso nos quatro dias que passara na região de Reston para escolher moradia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que chegamos aqui, no dia 19 de setembro de 2011, passamos a procurar uma “casa de Deus” para cumprir nosso rito dominical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela época, Cláudia (a filha) e Bisa Cida (que veio com ela) já haviam descoberto a St. Theresa Catholic Church.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É lá que temos ido todo domingo, desde 25 de setembro, o primeiro que aqui passamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos sempre de carro. E sempre no carro dirigido pela filha, que, quando não fica conosco na Missa, vai nos buscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sou um caminhante inveterado, desde a primeira vez pensava em voltar andando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje eu consegui, contra tudo e a vontade (ou má vontade) de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partir da St. Theresa Catholic Church às 11h35 (13h35 pelo horário de verão em vigor a partir de Brasília).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sueli e Bisa Cida ficaram lá esperando a motorista Cláudia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elas – mais o “pequeno príncipe” Murilo – me alcançaram na Shellhorn Road, antes ainda da State Route, mas eu pedi encarecidamente que deixassem ir em frente, caminhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o que elas fizeram. E eu segui em frente, andando, ainda que não estivesse devidamente vestido e calçado. Usava calça jeans, inadequada para caminhadas. E um par de sapatos que ganhei do meu Amigo, cunhado e Compadre Fernando Riemma Philipson, quando o ideal era calçar tênis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar à Ashburn Road virei à direita, quando deveria ter virado à esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que descobri meu erro, voltei. E segui em frente pela Ashburn Road até a Gloucerter Parkway.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio do caminho fiz duas paradas estratégicas: uma no Global Food e outra no 7-Eleven. Em ambos eu tentei um “pipi-room”, que só consegui no segundo, graças à boa vontade do único funcionário atuante no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro, entretanto, comprei um pacote de deliciosas bolachinhas doces, com as quais matei a fome até chegar em casa (duas horas depois) e avançar na macarronada (também deliciosa) preparada pela Vovó Sueli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caminho, é importante destacar, passei por lugares já conhecidos: a academia onde treina o time de futebol americano mais famoso da região (o Red Skin), a sede dos bombeiros voluntários, a escola de balé e sapateado da nossa princesa Beatriz e o cruzamento (Ashburn Road com Gloucerter Parkway) em que duas semanas atrás vi a primeira colisão de veículos desde que aqui chegamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importante destacar, também, que nem todos os caminhos possuem trilhas para pedestres e que, por isso, tive que amassar muito barro, pisar em poças d’água e dividir espaço com veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, valeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;30/10/2011 18:39:59&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-7729427180794843167?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/7729427180794843167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=7729427180794843167&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7729427180794843167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7729427180794843167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/10/por-que-260-loucura-ou-aventura.html' title='Por quê? (260) Loucura ou aventura?'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-DEcfIrdEmy4/Tq23UmHa6EI/AAAAAAAAARA/9_vvDk9b2Lg/s72-c/Caminhada%2Bde%2B30102011%2B012.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-3545095182463090075</id><published>2011-10-29T21:13:00.007-02:00</published><updated>2011-10-29T22:29:21.013-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (259) Cai neve, cai lá do céu</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-hqJF07HzEmc/TqyJKhxNEgI/AAAAAAAAAQ0/c9M5n9rnqPo/s1600/Neve%2Bem%2BAshburn%2BVillage%2B29102011.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5669056844909056514" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-hqJF07HzEmc/TqyJKhxNEgI/AAAAAAAAAQ0/c9M5n9rnqPo/s400/Neve%2Bem%2BAshburn%2BVillage%2B29102011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-1BRA42P-4Ss/TqyI6YJWKgI/AAAAAAAAAQo/Y2Pg520eZ78/s1600/Neve%2Bem%2BAshburn%2BVillage%2B29102011%2B003.jpg"&gt;&lt;/a&gt;A neve tomou conta de Ashburn Village neste sábado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Cometemos uma loucura, Sueli e eu, aqui em Ashburn Village, no Estado da Virginia, nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos de casa, na Downington Court, quando ainda faltavam 10 minutos para as 18 horas locais e voltamos às 18h35 (20h35 em São Paulo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhamos por 45 minutos em torno do Lake Ashburn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fizemos uma volta completa sob tempo adverso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora chovia, ora nevava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nós dois não desistimos em momento algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem pensamos em desistir, dar meia volta e retornar para a residência do genro, da filha e dos netinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos devagar, é verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada de passos firmes e fortes como na caminhada que fiz ontem (sexta-feira) à tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com passos firmes e fortes eu dei uma primeira volta em 25 minutos (lembram-se?) e uma segunda em 23 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas neste sábado não foi possível cumprir o mesmo desempenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria perigoso, muito perigoso, andar rápido num piso molhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Molhado pela chuva e pela neve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alias, nas cinco pontes que atravessamos pelo caminho, tivemos um cuidado adicional: procuramos pisar nas marcas deixadas pelos pedestres anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os pedestres anteriores não eram muitos, não. Encontramos no máximo três caminhantes como nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso foi uma prova mais do que concreta de que o tempo era adverso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazia um frio que não enfrentávamos há anos. Eu, desde que fui a Nova Iorque, em meados dos anos 1970. Sueli, desde foi à Itália, em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Itália, ela vira neve. Quase pirou. Saiu do hotel em Gubbio (na região onde nasceu e morreu São Francisco de Assis) e se pôs a gritar de alegria em meio aos flocos brancos que caiam do céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, não. Nunca havia dado de cara com a neve. Só hoje, em Ashburn Village (segundo o Jornal Nacional deste sábado, houve uma nevasca em toda a Costa Leste dos Estados Unidos, incluindo nossa vizinha Washington).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi demais. Emocionante. Indescritível. Inenarrável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;29/10/2011 21:11:58&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-3545095182463090075?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/3545095182463090075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=3545095182463090075&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3545095182463090075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3545095182463090075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/10/por-que-259-cai-neve-cai-la-do-ceu.html' title='Por quê? (259) Cai neve, cai lá do céu'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-hqJF07HzEmc/TqyJKhxNEgI/AAAAAAAAAQ0/c9M5n9rnqPo/s72-c/Neve%2Bem%2BAshburn%2BVillage%2B29102011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-2310102579592249138</id><published>2011-10-28T13:54:00.005-02:00</published><updated>2011-10-28T16:36:46.245-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (258) Felicidade redobrada</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-BbpmeRolshs/Tqr1UwR6iyI/AAAAAAAAAQc/faq-YkLxFvE/s1600/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B003.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5668612817905421090" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-BbpmeRolshs/Tqr1UwR6iyI/AAAAAAAAAQc/faq-YkLxFvE/s400/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B003.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Existe visão mais agradável do que esta do Ashburn Lake?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Consegui uma vitória após a outra. Ou seja: duas vitórias seguidas numa mesma manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira vitória veio em torno do Ashburn Lake.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda, em torno do meu pequeno e querido computador, um Latitude D505 que ganhei de Sueli, ainda nos meus tempos de Franca (Interior de São Paulo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitória em torno do lago de Ashburn eu consegui depois de 48 minutos de caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca havia dado duas voltas rápidas e seguidas em torno Ashburn Lake.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz um alongamento completo (pelo menos em minha opinião de leigo) e sai andando firme e forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhei 25 minutos cronometrados, embora meu relógio não seja um cronometro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz uma caminhada a mais puxada possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao completar a volta, resolvi mudar de sentido e dar uma segunda em torno do lago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com passos rápidos e firmes, novamente, marquei 23 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz isso porque o dia amanheceu ensolarado, embora frio, aqui pelos lados de Ashburn Village, na Virginia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhei solitariamente e dei bom dia para todas as pessoas com quem cruzei. Disse “good morning” com ênfase no “GOOD”, ao contrário do que eles fazem (em geral, falam “morning”, como nós fazemos no Brasil ao dizer “dia”, ao invés de “bom dia”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei para casa comemorando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comemorei tanto quanto quando consegui blogar a imagem da aniversariante de ontem (dia 27/10/2011), Sonia Machiavelli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exatamente a imagem editada por Sueli, na noite de ontem, quando fiz várias tentativas frustradas por erros não identificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio ter conseguido blogar porque fiz uma limpeza geral no meu computador. Limpeza de disco e desfragmentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bem da verdade eu havia tido outra alegria no início da manhã de hoje, logo depois de ligar o Latitude D505. Foi em função da singela mensagem que Sonia Machiavelli me mandou às 10h46, fazendo referencias ao meu texto de ontem (&lt;em&gt;Vida longa para Sonia...&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;28/10/2011 13:53:12 (atualizado às 16:26:54)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-2310102579592249138?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/2310102579592249138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=2310102579592249138&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2310102579592249138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2310102579592249138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/10/por-que-258-felicidade-redobrada.html' title='Por quê? (258) Felicidade redobrada'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-BbpmeRolshs/Tqr1UwR6iyI/AAAAAAAAAQc/faq-YkLxFvE/s72-c/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-1934657803953639512</id><published>2011-10-27T15:46:00.010-02:00</published><updated>2011-10-28T13:25:34.034-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (257) Vida longa para Sonia Machiavelli</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RVFviHV8Ogo/TqrJJ7BHnpI/AAAAAAAAAQQ/K1l52iN6KbQ/s1600/Sonia_Machiavelli.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 193px; DISPLAY: block; HEIGHT: 264px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5668564253297581714" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-RVFviHV8Ogo/TqrJJ7BHnpI/AAAAAAAAAQQ/K1l52iN6KbQ/s400/Sonia_Machiavelli.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Dar parabéns a ela seria pouco, muito pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejar saúde, sorte, muita energia positiva..., também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedir proteção divina talvez fosse melhor, embora isso ela tenha de sobra. E tem porque merece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disposição para o trabalho? Está ai algo que não lhe falta. Ou melhor: nunca faltou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ideal seria dar um abraço forte e um beijo carinhoso, respeitoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quebra, olhar firme e fixo nos olhos dela, dar-lhe um sorriso sincero e amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como estamos, Sueli e eu, a cerca de 8.000 quilômetros de distância de Franca, no Interior paulista, onde ela vive há mais de 50 anos, nos vemos impedidos de fazer o que mais gostaríamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sendo assim, só nos resta fazer aquilo que Deus nos permite: escrever, escrever, escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É escrevendo, afinal, que transmitimos a ela os nossos sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentimentos de admiração, em primeiro lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentimentos de reconhecimento do espírito batalhador incansável que ela possui e que sempre a fez ir em frente, sem medo de ser feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentimentos que reconhecem – ou pelo menos procuram reconhecer – a mulher forte e destemida que ela é (e sempre foi).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, nem sempre ela levou a vida que Deus lhe permite ter nos últimos anos. Nem sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o início do casamento ela teve que lutar muito e cumprir jornadas múltiplas: como esposa, como mãe, como educadora na escola ao longo de dez anos e como dona de casa. E mais: como repórter no diário que o marido editava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contribuiu – e muito – com as despesas do lar e nunca deixou de estar ao lado do esposo e dos filhos André (que não conheço) e Júnior (meu Amigo e pai do casal de netos do qual ela se orgulha tanto). Esteve ao lado do marido especialmente ao longo da enfermidade que o levou à morte, em 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulher alegre, elegante, meiga e ao mesmo tempo tímida, ela é, porém, firme sempre e quanto necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu em São Paulo, mas vive há mais de 50 anos em Franca, cidade pela qual tem um amor invejável. É formada em Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Franca, tem uma cultura rara, muitas amigas e amigos. Tem também quatro livros publicados: &lt;em&gt;Uma Bolsa Grená&lt;/em&gt; (crônicas), &lt;em&gt;Estações&lt;/em&gt; (contos), &lt;em&gt;Jantar na Acemira&lt;/em&gt; (romance) e&lt;em&gt; O Poço e Outras Histórias&lt;/em&gt; (contos). Tem poemas em várias antologias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orgulha-se de ter criado o Caderno de Domingo do jornal Comércio da Franca, no qual edita textos de escritores francanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Católica fervorosa, ela é uma mulher fina, finíssima. Jamais levantou a voz para quem quer que seja. É, ao mesmo tempo, uma pessoa muito respeitada junto à sociedade francana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isso, hoje é dia de cantar “parabéns a você” para Sonia Machiavelli. Parabéns e muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;27/10/2011 15:38:13 (atualizado em 28/10/2011 às 13:25:11 de Brasília)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-1934657803953639512?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/1934657803953639512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=1934657803953639512&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1934657803953639512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1934657803953639512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/10/por-que-257-vida-longa-para-sonia_27.html' title='Por quê? (257) Vida longa para Sonia Machiavelli'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-RVFviHV8Ogo/TqrJJ7BHnpI/AAAAAAAAAQQ/K1l52iN6KbQ/s72-c/Sonia_Machiavelli.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-2485770515559355827</id><published>2011-10-26T15:44:00.002-02:00</published><updated>2011-10-26T15:58:52.592-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (256) Boa sorte, Emerson Leão.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Am_IeMtWOug/TqhKExNS2QI/AAAAAAAAAPs/i3UBTAaCMKc/s1600/Emerson%2BLe%25C3%25A3o%2B26102011.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 258px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667861576834799874" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-Am_IeMtWOug/TqhKExNS2QI/AAAAAAAAAPs/i3UBTAaCMKc/s400/Emerson%2BLe%25C3%25A3o%2B26102011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Emerson Leão no SPFC, por Rubens Chiri/saopaulofc.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Fico profundamente decepcionado com a reação adversa que tenho lido contra o ex-goleiro Emerson Leão, novo treinador do time principal de futebol do São Paulo Futebol Clube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leão não é e nunca foi meu amigo, apesar dos seis meses que convivemos quase que diariamente quando ele era titular absoluto do gol da “Academia” do Palmeiras, no início dos anos 1970.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu era repórter do Estadão, na Editoria de Esportes, sob o comando do editor Ludemberg Teixeira de Góes. E passei meio ano acompanhando todo dia os treinos, as entrevistas, os jogos e boa parte das viagens do time dirigido e muito bem orientado pelo saudoso Mestre Oswaldo Brandão (gaúcho de Taquara, onde nasceu a 18 de setembro de 1916, vindo a falecer em São Paulo a 29 de julho de 1989).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, sei o quanto é difícil conviver com o Leão (ou com os “leões”, tanto o atual treinador do SPFC, quanto o representante da Receita Federal, onde tive que comparecer por três vezes, há três anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goleiro do Palmeiras – e titular ao lado de Leivinha, Luiz Pereira, Dudu, Ademir Da Guia, Cesar, o “Maluco”, e outros tantos integrantes da “Academia” –, Leão sabia valorizar a importância que tinha para o time e para a seleção brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase sempre, valorizava até mais do que devia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidava do corpo mais do que qualquer outro jogador da equipe do Parque Antártica e, por conta disso, chegou a fazer propaganda de cuecas (sempre mostrando as pernas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela época – repito: início dos anos 1970 – procurei Leão por duas ou três vezes na residência dos pais dele, com quem ele morava, na Rua Coronel Diogo, logo após a Avenida Lins de Vasconcelos, na Aclimação/Cambuci. Em todas ele foi educado para comigo, mas nunca deu um sorriso ou demonstrou-se feliz com minha visita. Atendeu-me bem, e ponto final. Falou o que achava que deveria falar e encerrou a conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que ele gostava, mesmo, era de conversar com meu Amigo Reginaldo Leme, titular da cobertura do Palmeiras (e palmeirense, ao que me consta). Mas Góes, o editor de Esportes do Estadão, teve que me mandar para o estádio do Alviverde porque o “Alfacinha” estava mais interessado nas coberturas de Fórmula 1, pela qual acabou optando em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu não via futuro nas coberturas futebolísticas e os esportes considerados nobres tinham “titulares absolutos” – Ney Craveiro no tênis e no basquete, por exemplo – acabei fazendo uma troca com Tuca Pereira de Queiroz. Ele, sim, era um verdadeiro repórter esportivo e que estava exilado na Reportagem Geral, que não curtia. Então, combinamos, pedimos aos nossos chefes – Góes, no meu caso, e Eduardo Martins, no caso dele – e ele foi para Esportes e eu para a Geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, só voltei a encontrar Leão anos e anos depois, num domingo à tarde, no estádio do Canindé. Acreditem se quiserem: ele era goleiro do meu Corinthians e fiz questão de fazer as apresentações dele para com meu filho Mauro, mais fanático do que eu pelo Timão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que ele não me reconheceu, por ocasião daquele encontro no estádio da Portuguesa de Desportos, mas nem por isso fiquei contrariado, nem passei a ter mágoa do atual treinador do Tricolor do Morumbi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até porque, felizmente, Deus me ensinou que as palavras negativas nós devemos expurgar do dicionário: mágoa, inveja, ódio, revolta, etc. Porque são todas representantes de sentimentos negativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E hoje (quarta-feira, 26/10/2011), mais do que nunca eu penso e torço sempre pelo êxito das pessoas. De todas as pessoas. Como fazia São Francisco de Assis, cuja vida acabo de ter o privilégio de ler em “São Francisco de Assis – Ternura e Vigor”, livro escrito por Leonardo Boff e editado pela Vozes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco, idealizador e criador da Ordem Franciscana, foi – segundo Boff – “uma alternativa humanística e cristã”. E mais que isso: um homem que teve a coragem de enfrentar a morte de frente e de dizer: “Bem-vinda sejas, minha irmã, a morte”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, torço pelo êxito de Emerson Leão no SPFC, mesmo estando a quase 8.000 quilômetros de distância do treinador do SPFC. Para o bem dele e de todos os meus amigos são-paulinos: Marta Peretti (minha orientadora psicológica), Ricardo Chiqueto (meu professor de Pilates), Vinicius Araujo (meu ex-colega no jornal Comércio da Franca), Carlos Magagnini (meu primo), Fernando Philipson e sua esposa Salete (meus compadres) e, entre muitos outros, meu filho Flávio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torço por Leão e pela recuperação do SPFC. Assim como – sinceramente – gostaria de ver bem colocados na tabela do Brasileirão 2011 também o Palmeiras (dos meus Amigos Décio Miranda e Edson Rossi) e o Santos FC (dos meus Amigos Carlos Conde, Bruno Pessa, Arnon Gomes, Ronaldo Vaio e Lidia Maria de Melo, entre muitos outros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;26/10/2011 15:43:24&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-2485770515559355827?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/2485770515559355827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=2485770515559355827&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2485770515559355827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2485770515559355827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/10/por-que-256-boa-sorte-emerson-leao.html' title='Por quê? (256) Boa sorte, Emerson Leão.'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Am_IeMtWOug/TqhKExNS2QI/AAAAAAAAAPs/i3UBTAaCMKc/s72-c/Emerson%2BLe%25C3%25A3o%2B26102011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6020368359625209447</id><published>2011-10-21T17:49:00.001-02:00</published><updated>2011-10-21T17:56:02.087-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (255) Brasil ou Estados Unidos?</title><content type='html'>&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ninguém quer ouvir falar na minha ideia de ficar por aqui e de viver nos Estados Unidos da América. Ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando aqui chegamos, Sueli e eu, na agradável manhã do dia 19 de setembro de 2011, ela, que me acompanha há 42 anos, já sabia que minha ideia era viver o máximo possível por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ela nunca concordou. E sempre argumentou que temos duas casas no Brasil (na Aclimação/SP/Capital, especificamente), dois filhos (Mauro, casado com Vivian, e Flávio), muitos parentes e um número incontável de Amigas e Amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto ela quanto eu temos irmãs e irmãos, tios e tias, cunhadas e cunhados, comadres e compadres. Ela ainda tem a mãe, que mora em Santos (SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja: possuímos um largo círculo de amizade e relacionamentos cordiais e afetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, no nosso meio paulistano já estamos acostumados com nossos médicos, dentistas, farmácias, supermercados e feiras livres, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela tem ainda uma larga freguesia na área de costura, por conta das atividades que desenvolveu a partir das aulas de patchwork (trabalho com retalho) que fez na Casinha de Retalho, em Santos. E também do blogue que criou: &lt;a href="http://patchworksueliamaral.blogspot.com/"&gt;http://patchworksueliamaral.blogspot.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim eu continuo disposto a tentar viver por aqui. Não só porque Ashburn Village é, sem dúvida, a comunidade mais tranquila que me foi possível conhecer nestes meus quase 62 anos de vida. Mas porque encontrei neste local a paz e felicidade que tenho buscado nos últimos anos de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje (sexta-feira, 21/10/2011), por exemplo, conheci uma senhora mexicana que vive em Ashburn Village há 12 anos. Estava eu a caminhar em torno do lago com nosso “pequeno príncipe” Murilo do Amaral Gouvêa (1,9 ano de idade), quando ela, a senhora do México, me abordou e começamos a conversar em Espanhol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora tenha me dito que sente muita saudade do país dela, da família e das amigas que lá deixou, que gostaria de voltar porque nunca conseguiu trabalho por estes lados e também porque aprecia mais a agitação da Cidade do México do que a tranquilidade de Ashburn Village, ela me deu uma luz ou uma ideia para a qual eu não havia atentado até agora:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Diga ao pessoal da imigração dos EUA que o senhor e sua esposa estão aposentados e que gostariam muito de viver ao lado dos netinhos. Eles certamente concordarão com a permanência dos senhores em território norte-americano&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que – a menos de um mês da viagem de volta ao Brasil, marcada para o dia 16/11/2011 – fiquei animado com a ideia. Mais animado do que nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;21/10/2011 17:54:47&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6020368359625209447?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6020368359625209447/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6020368359625209447&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6020368359625209447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6020368359625209447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/10/por-que-255-brasil-ou-estados-unidos.html' title='Por quê? (255) Brasil ou Estados Unidos?'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-440286527422268832</id><published>2011-10-12T19:22:00.010-03:00</published><updated>2011-10-14T18:23:49.374-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (254) A tranquila Ashburn Village</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7AcqMpa7EEU/TpimRzrmg4I/AAAAAAAAAPg/TeTknp4u09Y/s1600/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B013.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663459356279473026" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-7AcqMpa7EEU/TpimRzrmg4I/AAAAAAAAAPg/TeTknp4u09Y/s400/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B013.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;A Associação Comunitária agrega todos os moradores de Ashburn Village&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--5vbhaC2AAw/Tpih8uV3_eI/AAAAAAAAAPI/xMqXrOUqCfA/s1600/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B004.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663454596022402530" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/--5vbhaC2AAw/Tpih8uV3_eI/AAAAAAAAAPI/xMqXrOUqCfA/s400/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B004.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;A partir dos 5 anos as crianças têm grátis escola e transporte nos amarelinhos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ashburn Village é, sem dúvida, a comunidade mais tranquila que me foi possível conhecer nestes meus quase 62 anos de vida e é conhecida como uma das maiores do norte da Virginia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Localizada a cerca de 33 quilômetros a oeste de Washington, DC, a capital dos Estados Unidos, é muito bem servida por ruas, avenidas e principalmente por estradas muito bem conservadas e sinalizadas. E aqui é quase tudo plano, sem subidas e descidas acentuadas, como ocorre na nossa Aclimação, “o bairro mais agradável de São Paulo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui ao Aeroporto Internacional de Washington Dulles é possível chegar em no máximo meia hora. E de lá sair em voos que nos levam a qualquer parte do mundo. Foi lá que Sueli e eu desembarcamos numa agradável manhã do dia 19 de setembro de 2011. E será lá que embarcaremos de volta ao Brasil no dia 16 de novembro deste mesmo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planejada nos mínimos detalhes, Ashburn Village começou a ser implantada em 1987, foi inaugurada em 1988 e está quase totalmente ocupada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem uma área delimitada em 1.500 acres, equivalentes a seis quilômetros quadrados, ocupados em sua maioria por residências de madeira construídas sob sólidas bases de concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, são pouco mais de cinco mil casas (5.071, precisamente, segundo informações que consegui nas pesquisas que fiz via Internet) e entre 15 mil e 18 mil moradores fixos. No futuro, quando a capacidade de construção estiver esgotada, as residências não passarão de 5.110 unidades (número final aprovado pela administração local).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que todas as pessoas que aqui vivem tenham lazer, diversão e educação formal, Ashburn Village dispõe de duas escolas públicas de ensino fundamental (jardim da infância até a 5ª série) e uma de ensino médio (6ª a 8ª séries e 9º ao 12º ano), seis lagos que ocupam mais de 500 hectares de espaço ao ar livre (onde são criados peixes para pesca em épocas limitadas do ano), quatro centros de recreação que oferecem três piscinas externas e uma interna, campos (cobertos e descobertos) para prática de esportes (futebol norte-americano e no estilo do praticado no Brasil, por exemplo; atletismo, tênis e basquete, entre outros) e 12 mil metros de trilhas para caminhadas. Uma dessas trilhas pode nos levar até Washington, caminhando ou pedalando por 45 quilômetros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior dos centros de recreação de Ashburn Village é o Pavilhão Desportivo, instalado no centro da comunidade. Lá existem um ginásio completo, salas de musculação e quadras de tênis cobertas. São oferecidas aulas de fitness. É lá também que acontecem os maiores eventos festivos do local. Entre eles, a queima de fogos anual de 4 de julho. Em setembro tem até uma festa com “atmosfera carnavalesca”: a “VillageFest, uma celebração comunitária anual com passeios, jogos e divertidas aventuras para todas as famílias”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ashburn Village é uma subdivisão de Ashburn situada no condado de Loudoun, no Estado da Virginia. Tem administração própria e é comandada por um presidente e um conselho formado por sete membros. Emprega apenas 17 funcionários em tempo integral e, quando necessário, contrata serviços de terceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oferece ainda um centro comercial com 200 mil metros quadrados, onde funcionam um supermercado âncora (Giant), restaurantes, lanchonetes, cabeleireiros, massagistas, dentistas, médicos, massagistas, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na região, mas fora dos limites geográficos de Ashburn Village, funcionam também outros dois shoppings: Dulles Town Center e Leesburg Premium Outlets.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os proprietários de imóveis em Ashburn Village são membros da Associação Comunitária (AVCA), que prevê a manutenção de terrenos comuns e instalações e regula mudanças arquitetônicas nas propriedades e lotes. Eles pagam uma mensalidade que inclui, inclusive, a participação no Pavilhão Desportivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Ashburn Village vive gente nascidas não só na América do Norte como em todos os continentes. Os brancos são 66,2%, os asiáticos 14,99%, os africanos 10,78% e os hispânicos 11,1%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 2009 e 2014, o contingente de brancos deve ter um crescimento de 8%, africanos em 45%, asiáticos 59% e hispânicos em 59%. No mesmo período, a população nesta área é projetada para aumentar cerca de 23%. Em comparação, os habitantes de Loudoun County devem crescer 23,5%. A população da Virgínia tem um aumento projetado em 5,5%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A renda familiar anual dos moradores de Ashburn Village é de menos 25 mil dólares para 2,94% das famílias, menos de 50 mil dólares para 14,82%, menos de 75 mil dólares para 28,14%, de menos de 150 mil dólares para 80,14% e de mais de 150 mil dólares para 19,86% das famílias (segundo o Policymap.com).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso, entretanto, são detalhes, em minha opinião, caros e-leitores. O mais importante que tenho observado por aqui é a educação do povo, tanto pedestres, caminhantes, consumidores, atendentes quanto motoristas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra questão importante: o valor que os nativos dão à preservação da vida selvagem. Aqui é possível ver pássaros de diferentes espécies, esquilos, patos e até coelhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verde, então, nem se fala. Aqui tem verde por todos os lados. Assim como as flores, sempre ricas em cores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso só gera alegria e bem-estar entre nós todos. Todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12/10/2011 19:21:34 (atualizado às 18:20:00 de 14/10/2011 = imagens)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-440286527422268832?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/440286527422268832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=440286527422268832&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/440286527422268832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/440286527422268832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/10/por-que-254-tranquila-ashburn-village.html' title='Por quê? (254) A tranquila Ashburn Village'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-7AcqMpa7EEU/TpimRzrmg4I/AAAAAAAAAPg/TeTknp4u09Y/s72-c/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B013.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-1584902625216243289</id><published>2011-10-09T14:53:00.004-03:00</published><updated>2011-10-10T19:33:37.101-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (253) Sonhos de Outono em Ashburn Village</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ReMhWp3Z8Tk/TpNx-cxGX8I/AAAAAAAAAO4/7HgNmkPiHcU/s1600/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B007.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-ReMhWp3Z8Tk/TpNx-cxGX8I/AAAAAAAAAO4/7HgNmkPiHcU/s400/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B007.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5661994474222804930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-K9VguEhNzVg/TpNxwJNNwZI/AAAAAAAAAOw/_NZqUsbiHE8/s1600/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B006.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-K9VguEhNzVg/TpNxwJNNwZI/AAAAAAAAAOw/_NZqUsbiHE8/s400/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B006.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5661994228453851538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho sonhado com frequência nestes dias históricos em Ashburn Village, Virginia, Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o mais interessante é que me lembro de alguns deles (sonhos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, porque geralmente eu (como muitos seres humanos) não me lembro dos meus sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na noite de 7 para 8 de outubro de 2011, por exemplo, sonhei em torno de uma das minhas maiores frustrações: não falar inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonhei que estava numa loja. Ou numa oficina. Sei lá bem o que era aquele estabelecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntei, então, com o cidadão que me atendia: “Você fala inglês?” E ele me disse que sim, que seria impossível trabalhar ali sem dominar bem o idioma daqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contei a ele que já frequentei mais de 30 (32, talvez) cursos de inglês e que nunca consegui chegar ao fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais recente, a respeito do qual eu já escrevi, eu estava aprendendo bem. Até porque o curso (no Cel-Lep junto a estação Santa Cruz do Metrô, em São Paulo) era bom, eu tinha tempo (porque acabara de ser demitido da Imprensa Oficial do Estado) e dinheiro (a grana da minha indenização).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém – e sempre tem um porém no caminho dos meus cursos de inglês – veio um convite irresistível de Campo Grande e lá fui eu ser diretor de Redação do diário O Estado de Mato Grosso do Sul, sem tempo algum para sequer pensar em voltar a estudar inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oito meses depois, de volta a São Paulo, curti minha casa e minha família por no máximo cinco dias e fui para Franca, por “intimação” do Amigo Júnior, que precisava de um “professor” (como ele se refere a mim até hoje) na Redação do Comércio da Franca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: nunca mais voltei a estudar inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro sonho que tive foi na noite seguinte, ou seja, de ontem (dia 8) para hoje (dia 9/10/2011). Sonhei que estava na minha primeira jornada na Redação da revista Veja, em São Paulo (onde nunca trabalhei).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu chefe, no caso, é um grande Amigo (embora ele seja palmeirense e eu corintiano): Edson Rossi, meu colega de Master em Jornalismo para Editores (turma de 2003).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pouco tempo eu tive a certeza de que não é isso que eu quero para mim: um emprego em Redação. Ainda que fosse na Veja, a melhor de todas as revistas brasileiras (na minha opinião, gente) e na função que eu mais curto: repórter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que em pouco mais de duas horas de trabalho eu acumulava sete pautas. E não sei como, confesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só sei que meu chefe foi me passando um assunto após o outro, outro, outro... e quando eu vi estava com sete pautas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No auge da correria, acordei. Nem tive tempo de me despedir do Amigo Edson Rossi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando contei esse sonho à Sueli, nesta manhã ensolarada de domingo, ela me disse que talvez eu devesse repensar minha decisão de viver unicamente em função da minha aposentadoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, não. Quero continuar tendo tempo para minhas leituras (jornais, revistas, notícias e artigos via Web), para ouvir meus programas de rádio e televisão (quando voltar a São Paulo), para minha família, para meus Amigos e para cuidar da saúde. E, de quebra, para atender aos pedidos dos estudantes de Jornalismo que me descobrem em pesquisas via Internet, como a jovem Edna Ribeiro e suas colegas (Jake, Viviane e Matilde) da Unisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo, também, ter tempo para acompanhar os jogos do meu Timão, seja no Pacaembu (Capital paulista), pela TV Globo, pelo SporTV ou pela Jovem Pan. Tal qual fiz esta tarde, via Internet, nas vozes de Nilson Cesar, Flávio Prado, Wanderley Nogueira e Luiz Carlos Quartarolo, entre outros, quando o Corinthians venceu o Atlético-GO por 3 a 0 e voltou à liderança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9/10/2011 14:52:32 (atualizado às 19:55:48 de 09/10/2011 e às 19:31:09 de 10/10/2011)&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-1584902625216243289?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/1584902625216243289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=1584902625216243289&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1584902625216243289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1584902625216243289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/10/por-que-253-sonhos-de-outono-em-ashburn.html' title='Por quê? (253) Sonhos de Outono em Ashburn Village'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ReMhWp3Z8Tk/TpNx-cxGX8I/AAAAAAAAAO4/7HgNmkPiHcU/s72-c/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B007.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-5014757527140657471</id><published>2011-10-05T19:20:00.002-03:00</published><updated>2011-10-10T19:43:51.893-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (252) Carta aberta às Amigas e aos Amigos do Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bswAlxf0Ye4/TpN0th9wTNI/AAAAAAAAAPA/ZihDxi7uqL8/s1600/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B004.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-bswAlxf0Ye4/TpN0th9wTNI/AAAAAAAAAPA/ZihDxi7uqL8/s400/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B004.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5661997482095168722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caminhar em torno do lago de Ashburn Village é inesquecível&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou cheio de novidades para contar a todos vocês, minhas Amigas e meus Amigos do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só faço isso agora porque passei 15 dias (desde 19 de setembro de 2011) criando coragem para escrever a vocês sem passar a imagem de “baba ovo” dos moradores daqui onde estamos, Sueli e eu (Ashburn Village, Virginia, Estados Unidos), como hospedes do genro Márcio Gouvêa e da filha Cláudia, que hospedam também a Bisa Cida (mãe da Sueli).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que muitos de vocês estão carecas (e eu não estou mais, porque meus cabelos cresceram um pouquinho desde que aqui cheguei) de vir aos Estados Unidos e de ver o que eu só estou vendo agora. Afinal, não vinha ao Hemisfério Norte há mais de 20 anos e na última vez, para compras de Natal, fiquei quase o tempo todo em Nova Iorque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, muito do que vou aqui relatar não é mais novidade para vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para mim é e eu gostei da maioria das coisas que vi por aqui (eu só, não: todos nós que estamos há pouco tempo em Ashburn Village em função da transferência de Márcio Gouvêa pela Nextel do Brasil para a www.nii.com dos Estados Unidos, com sede em Reston).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em princípio, gostaria de me entregar. Isso mesmo. Como? Contando duas gafes que cometi logo ao chegar aqui: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Fui o primeiro a descer do veículo com o qual o genro foi nos buscar no Aeroporto Washington Dulles e gritei: “Ô de casa”. Foi o bastante para ele me advertir: “Sogrão, aqui ninguém grita assim, não”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Um tempo depois que estava instalado – e muito bem – na residência da Downington Court, em Ashburn Village, eu comecei a abrir as portas para renovar o ar da casa. Achava que estava quente demais para o meu gosto. E só então soube que aqui não se faz isso, porque todas têm circulação de ar e precisam estar bem fechadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirando isso, tudo o mais é só alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcio me dizia, pessoalmente e por telefone ou Skype: “Sogrão, você vai pirar quando chegar aqui”. Eu acreditei, como acredito em quase tudo o que ele me fala, mas preferi pagar para ver. E estou pagando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhar em torno do lago de Ashburn Village, por exemplo, é muito agradável. E eu tenho feito isso todos os dias. Com plantas verdes por todos os lados. E flores coloridas aos montes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tráfego de veículos por aqui é completamente diferente do que vemos no Brasil. Especialmente nas nossas grandes cidades brasileiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As leis de trânsito aqui são claras, bem diferentes do Brasil e rigorosamente respeitadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui quase não se vê carro médio e pequeno. Quase todos os carros são carrões. Márcio me explicou que a principal razão é o preço, porque aqui não se paga os impostos que somos obrigados a pagar no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei surpreso, também – mais que isso: de boca aberta – quando vi motoristas falando ao telefone enquanto dirigiam. Perguntei e me explicaram: a lei permite. A razão é simples, segundo os nativos: os carros são automáticos. Todos. Sem exceção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, se um de vocês perguntar se eu gostei de tudo que tenho visto, vou dizer que não. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi vias públicas limpas e muito bem conservadas, gente educada por todos os lugares que andei (aqui é costume cumprimentar as pessoas que passam por você, conhecidas ou não), boa vontade para com aqueles (como Márcio, minha filha Cláudia e meus netos Beatriz e Murilo) que estão chegando agora... e muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não gostei do comportamento dos fumantes. E toda vez que reclamei, Sueli me disse que “fumante é fumante em qualquer parte do mundo”. Tudo bem, eu disse a ela, mas fumar e jogar a bituca no chão, por todos os lugares, é demais. Muito demais. É muita falta de educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5/10/2011 19:20:20 (atualizado às 19:43:10 de 10/10/2011)&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-5014757527140657471?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/5014757527140657471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=5014757527140657471&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/5014757527140657471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/5014757527140657471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/10/por-que-252-carta-aberta-as-amigas-e.html' title='Por quê? (252) Carta aberta às Amigas e aos Amigos do Brasil'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-bswAlxf0Ye4/TpN0th9wTNI/AAAAAAAAAPA/ZihDxi7uqL8/s72-c/Ashburn%2BVillage%2Bno%2BOutono%2Bde%2B2011%2B004.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-2353241464642232034</id><published>2011-10-03T19:27:00.006-03:00</published><updated>2011-10-04T17:04:54.295-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (251) Carta aberta ao Professor Ricardo Chiqueto</title><content type='html'>&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caríssimo Professor Ricardo Chiqueto, boa noite. Você é são-paulino, eu sou corintiano, mas nossos humores estão acima de nossas paixões futebolísticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, escrevo-lhe desde Ashburn Village, Virginia, Estados Unidos, a quase 8.000 quilômetros de distância, para lhe dar uma grande notícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande notícia para mim, pelo menos: estou cada vez melhor preparado para voltar aos nossos exercícios de Pilates, na FisioSenior (http://www.fisiosenior.com.br) assim que retornar ao Brasil, em fins de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho (na verdade, temos, Sueli e eu) aproveitado as maravilhas que Ashburn nos oferece e caminhado. Caminhado sempre. Diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da chuva e do frio de até seis graus centígrados, temos caminhado diariamente até o supermercado da região (Giant) e em torno do lago que existe aqui pertinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada caminhada destas nos ocupa por meia hora, pelo menos. E o que é melhor: sem poluição alguma (você acredita?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos feito serviços domésticos, também, até porque a casa é grande e a Cláudia, nossa filha, precisa de ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, 3 de outubro de 2011, dia do aniversário da Sueli, fui ao posto do correio a pedido da Cláudia. A Sueli foi comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, tomamos um bom “café da tarde” aqui em casa e eu sai para andar. Caminhei por meia hora em torno do lago, que tem três vezes mais o tamanho do lago do Parque da Aclimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o máximo, Professor Ricardo Chiqueto, porque tive oportunidade de ver um coelho, dois patos, vários esquilos e gente falando inglês e espanhol. Tudo na maior tranquilidade, sem correria, entre plantas e flores, verde e muitas cores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar em gente: aqui quase 100% das pessoas cumprimenta a gente quando passa por nós nas caminhadas, nas compras, nos supermercados, nas lojas, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem mais: todos têm carros (geralmente, carros grandes e novos) e raramente se vê alguém caminhando às margens das rodovias. Somos exceções, portanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das caminhadas, Professor Ricardo, temos feito serviços de “jardinagem”, também. E minha alegria foi imensa, semana passada, quando eu me abaixei mais de 100 vezes (abdominais?) para recolher gravetos e nenhuma tontura senti. Logo eu que não podia dar uma abaixadinha sequer que me sentia tonto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Nas caminhadas, tanto Sueli quanto eu temos feito exercícios de respiração. Exatamente aquele que você ensinou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: estou certo de que estarei plenamente pronto para voltar aos nossos exercícios de Pilates no retorno ao Brasil. Com a graça de Deus e a aprovação dos meus médicos (Dr. Gentil Silva, Dr. Diego Lins e outros, muitos outros, que tão bem me atenderam antes, durante e depois da cirurgia cerebral do dia 29/7/2011).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não é o máximo, Professor Ricardo Chiqueto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3/10/2011 19:24:18 (atualizado às 21:23:43)&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-2353241464642232034?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/2353241464642232034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=2353241464642232034&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2353241464642232034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2353241464642232034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/10/por-que-251-carta-aberta-ao-professor.html' title='Por quê? (251) Carta aberta ao Professor Ricardo Chiqueto'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-7196234700129287760</id><published>2011-09-18T00:52:00.003-03:00</published><updated>2011-09-18T01:22:53.922-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (250) O dia D chegou</title><content type='html'>&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram meses de expectativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meses de tensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meses de ansiedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos meses de altos e baixos, de vai e vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meses e meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que Márcio Gouvêa disse a todos nós – para esposa Cláudia, a sogrinha Sueli, o sogrão aqui presente e os filhos (deles) e netinho (nosso) Beatriz e Murilo – que havia uma possibilidade de mudança para os Estados Unidos, passamos a viver a maior expectativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois vieram meses de torcida a favor, de tensão, de ansiedade, de altos e baixos, de vai e vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A transferência dele da Nextel em São Paulo para a NII em Reston, na Virgínia, Estados Unidos, se concretizou e ele lá está, trabalhando, desde o dia 1º de agosto de 2011. Logo em Reston, que me faz lembrar um dos mais famosos e competentes jornalistas do &lt;em&gt;New York Times&lt;/em&gt;, James Reston, que por muitos anos escreveu simultaneamente no Estadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esposa e os filhos deveriam ter ido com ele, no dia 29 de julho, mas ela decidiu ficar ao lado do pai e acompanhar a cirurgia cerebral que vocês, meus caros e-leitores, estão carecas (como eu) de saber detalhes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou aqui em casa conosco – ela e os nossos dois netinhos – e só embarcou três semanas depois, levando junto a Bisa Cida, mariliense que reside em Santos. E lá estão todos, felizes da vida. Até porque vivem numa casa ampla, num condomínio seguro, em Ashburn, também na Virgínia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, chegou nossa vez. A vez da vovó Sueli e do vovô Cláudio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será a primeira viagem de Sueli aos Estados Unidos. Eu já estive lá uma vez, fiz compras para o Natal em Nova Iorque e fui de ônibus – em delegação – a Washington.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Deus nos apoiar – como sempre tem feito –, estaremos no Aeroporto Internacional de Washington às 6h43 desta segunda-feira, dia 19 de setembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos saída de Guarulhos (Aeroporto Internacional Franco Montoro) prevista para 14h20 deste domingo (18/9/2011).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iremos primeiramente para o Aeroporto Internacional de Buenos Aires (Ezeiza), onde deveremos chegar pela TAM às 17h10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De lá, embarcaremos pela United Airlines às 21h diretamente para Washington Dulles (que tem esse nome em homenagem ao ex-secretário de Estado John Foster Dulles – 1888/1959), onde o genro Márcio Gouvêa estará nos esperando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A previsão é ficar na companhia deles até o dia 16 de novembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serão, portanto, quase dois de meses de muitas alegrias, felicidade e diversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18/9/2011 00:50:55&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-7196234700129287760?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/7196234700129287760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=7196234700129287760&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7196234700129287760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7196234700129287760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/09/por-que-250-o-dia-d-chegou.html' title='Por quê? (250) O dia D chegou'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-1043043880775931095</id><published>2011-09-06T09:54:00.007-03:00</published><updated>2011-09-13T07:56:17.244-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (249) 40 anos depois</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4chNkT9UrQs/TmYaAcno3OI/AAAAAAAAAOc/WK4_A3vgrKE/s1600/DSC06488.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-4chNkT9UrQs/TmYaAcno3OI/AAAAAAAAAOc/WK4_A3vgrKE/s320/DSC06488.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5649231377567636706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, meu caro e-leitor, sabe quantos anos de convivência matrimonial nós, Sueli e eu, completamos ontem, dia 5 de setembro de 2011?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, caro e-leitor, sabe onde passamos o 5 de setembro de 2011?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você tem ideia de como foi a nossa “comemoração”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois eu explico, caríssimo e-leitor: completamos 40 anos de convivência matrimonial de papel passado (e sempre de papel passado), estivemos em Marília e nossa comemoração foi numa padaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que não foram 40 anos de plena convivência pacífica. Vez por outra tivemos algumas divergências, mas para 4 decênios até que foram poucas, pouquíssimas. Por exemplo: ela nunca me colocou para dormir no sofá da sala, jamais dormimos brigados e nenhuma discussão séria, feia, tivemos na frente dos filhos (os queridíssimos Cláudia, Mauro e Flávio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos a Marília exatamente no dia dos 40 anos por mera coincidência. Eu queria fazer uma última consulta ao nosso dentista preferido e a data agendada foi exatamente essa. Só depois do agendamento é que nos tocamos que era o dia 5 de setembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viajamos de ônibus, na ida e na volta, porque estou proibido de dirigir pelo competente neurocirurgião Dr. Diogo Lins (obrigado, mais uma vez, Dr. Diogo e equipe que me operou no dia 29/7/2011, no Hospital Sancta Maggiore, no Paraíso, em São Paulo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos da Rodoviária da Barra Funda exata e pontualmente à meia-noite. E chegamos à rodo-rodo de Marília às 5h15, ou seja, com 45 minutos de adiantamento em relação ao previsto. De lá, fomos de taxi até o centro da cidade, em busca da padaria indicada pelo motorista do carro de praça, aonde chegamos antes das 6 horas da madrugada. Aí ele foi muito gentil para conosco: pediu que esperássemos dentro do veículo até a abertura do estabelecimento, a Massa Pura, na esquina da Rua Bahia com a Avenida Sampaio Vidal (a “avenida do fundador”, como escreveu por milhares de vezes o jornalista José Arnaldo, meu saudoso sogro, cujos textos estamos a salvar diariamente em http://josearnaldodeantenaebinoculo.blogspot.com).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa de esperar a abertura da padaria, encontramos – sem prévio aviso – a prima (do lado da Sueli) Nilza, filha da saudosíssima Tia Maria, que sempre teve lugar cativo no sofá da nossa residência, na Aclimação, aqui em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surpresas à parte e após um tratamento de primeira – com suco de laranja ao natural e feito na hora, café, pão com manteiga passado na chapa e um pudim dos deuses – catamos nossos pertences e rumamos para o local de trabalho do dentista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhamos, caminhamos... e acabamos na Oralcenter, onde fomos muito bem recebidos e tratados com atenção, como sempre. Da secretária-recepcionista Cristina aos Drs. Wilson Kleinschmitt e Paulo Roberto Coelho, passando pelas auxiliares diretas deles: Fernanda e Érica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos lá das 8h ao meio-dia. Dr. Wilson trocou alguns dos meus pinos – só pinos dos implantes que ele mesmo havia feito em 2007, nada de parafusos da cabeça, perfeitamente operada pelo Dr. Diogo Lins e equipe. Ele e Dr. Paulo fizeram uma limpeza completa nos meus dentes (e nos da Sueli também) e nos liberaram para voltar à Capital no mesmo dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristina, sempre atenciosa e eficiente, chamou o taxi que nos levou à rodoviária, onde compramos as passagens de volta para o ônibus das 14h35 (também do Expresso de Prata) e fomos almoçar no Supermercado Confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos e voltamos à pé e no retorno à rodo-rodo de Marília começou o drama do tratamento diferenciado do Expresso de Prata. Se na viagem SP/Marília havíamos dormido bem e ganho 45 minutos, na volta foi diferente. O ônibus – que vinha de Tupi Paulista – completou o trajeto total em 7 horas e chegamos à Barra Funda às 21h45.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para compensar, o motorista nos ofereceu – a nós todos – um filme muito interessante, que conta a história (real) de dois médicos dos Estados Unidos que iniciaram as pesquisas sobre as cirurgias cardíacas. Valeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valeu também a gentileza da passageira do banco de número 3, que no ato do pedido de Sueli, trocou – sem pestanejar – de lugar com minha parceira de 40 anos, que estava com passagem comprada para o número 2. Viemos juntinhos, portanto. Bem juntinhos. Valeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar em casa, outra surpresa agradável: um bolo pelos nossos 40 anos confeccionado pela norinha Vivian, esposa do nosso filho Mauro, que está em Santa Rita do Passa Quatro, no Interior paulista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guardamos o bolo para o café da manhã de hoje (6/9/2011) e nos deliciamos. Valeu, Vivian. Valeu pela lembrança, pelo capricho e pela dedicação. Valeu Nilda Gomes dos Santos Lopes (nossa auxiliar) pelo registro fotográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6/9/2011 09:46:02&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-1043043880775931095?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/1043043880775931095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=1043043880775931095&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1043043880775931095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1043043880775931095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/09/por-que-250-40-anos-depois.html' title='Por quê? (249) 40 anos depois'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4chNkT9UrQs/TmYaAcno3OI/AAAAAAAAAOc/WK4_A3vgrKE/s72-c/DSC06488.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6667251376825451282</id><published>2011-08-31T05:33:00.002-03:00</published><updated>2011-09-01T08:39:15.321-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (248) Carlos Conde</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Conde – ou melhor, José Carlos Novoa Conde – é advogado diplomado e jornalista por opção e convicção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido em Santos a 2 de outubro de 1940, sempre torceu pelo Santos FC, cujo dia a dia acompanhou por anos e anos, em especial na Era Pelé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem uma vantagem a mais: mora junto à Vila Belmiro, a vila mais famosa do mundo. E por isso, nunca perde um jogo do Alvinegro praiano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chova ou faça sol, no frio e no calor, lá está Carlos Conde. Em geral, acompanhado de Maria Christina Gomes Saliba, sua companheira inseparável, de Lygia Conde, a filha única e queridíssima, e amigos como Onésio Rodrigues, Luiz Roberto Serrano e Dario Palhares. Mais a prima-irmã Magaly ("somos como irmãos", costuma dizer Conde, que invariavelmente acrescenta: "O marido dela, Antonio de Paula Souza, o Toninho, é corintiano. Contraiu esse vírus na cidade natal, Araraquara, e nunca se livrou dele").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora também corintiano desde criancinha, estive ao lado deles sempre que me foi possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... Carlos Conde está aposentado, tem idade para ficar em casa na Paz do Senhor, lendo jornais e os livros, que são suas paixões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas está mais ativo do que nunca. Voltou no dia 17 de agosto de 2009 para A Tribuna de Santos, o mais conhecido, mais importante e mais respeitado diário de Santos. E voltou por cima: como Editor-Chefe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Competente e perfeccionista, mas ao mesmo tempo paciente e astuto, agiu com inteligência rara na volta ao jornal dos Santini. E foi melhorando A Tribuna gradativamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Conde é o profissional certo no lugar certo, pois conhece Santos e a Baixada Santista como poucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma pessoa que sabe fazer amigos e ser Amigo também como poucos. Amigos que nunca deixam de sê-lo e que ele faz questão de manter – com maestria e inteligência – ao longo da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheci Carlos Conde logo que cheguei a São Paulo, vindo de Marília e uma breve passagem por Campinas. Sempre pelo Estadão, na época – início dos anos 1970 – o melhor, mais respeitado e mais temido jornal do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhamos por anos na antiga Redação do 5º andar do prédio de número 28 da Rua Major Quedinho, no centrão da Capital paulista. Eu, porque vinha do Interior, sempre fazia reportagens para a Editoria do Interior, cujo titular por anos foi Carlos Conde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem uma da qual não me esqueço até hoje: o congresso de Tribunais de Contas, que veio a me dar o primeiro prêmio em São Paulo. Por obra e determinação de Carlos Conde, que sempre me deu bons espaços e caprichou nos títulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do Interior, em consequência de sua competência, Carlos Conde foi subindo dentro do Estadão, subindo... até chegar a titular da principal editoria do jornal: Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dalí, anos depois, foi para Brasília como correspondente diplomático. Nesta função, viajou por 75 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em função de Carlos Conde eu vim a conhecer outros santistas ilustres: Esmeraldo Tarqüinio Filho (advogado e político, filho de um dos maiores políticos de Santos e do Brasil), Osvaldo Martins (que depois foi secretário de Comunicação de Mário Covas, o governador), Ouhydes Fonseca (professor de Jornalismo), Marcos Fonseca (o Marcão), Carlos Monfort (repórter especial da TV Globo, hoje na Globo News) e o saudoso Carlos Manente (que fez escola na TV Tribuna, afiliada em Santos da Rede Globo), entre outros que não me recordo agora. Todos oriundos d’A Tribuna de Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não por acaso, uma vez que nossa amizade era – e continua a ser – tão grande, Carlos Conde me acompanhou até a porta do ônibus do Expresso de Prata quando embarquei para Marília em função do nascimento daquela menina linda que ele viria a batizar semanas depois, com Maria Ermínia, e que recebeu o nome de Cláudia Márcia do Amaral. A mesma – hoje uma mulher feita – que no dia 19 de agosto de 2011 embarcou com o marido Márcio Gouvêa (transferido da Nextel de São Paulo para a NII de Reston/Virginia/EUA) e os filhos Beatriz (4 anos) e Murilo (1,7 anos) para viver nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho o maior orgulho de ser Compadre e Amigo de Carlos Conde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31/8/2011 05:31:35&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6667251376825451282?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6667251376825451282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6667251376825451282&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6667251376825451282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6667251376825451282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-248-carlos-conde.html' title='Por quê? (248) Carlos Conde'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-8016932783170292337</id><published>2011-08-30T09:26:00.000-03:00</published><updated>2011-08-30T09:27:30.339-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (247) Mundo bom</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu posso fazer de bom por este mundo que me trata tão bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu posso fazer de bom por este mundo que insiste em me tratar tão bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há 61 anos – quase 62, que completarei no dia 3 de dezembro de 2011 – este mundo insiste em me tratar bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o dia 23 de maio de 2011, então – quando fiquei sabendo das origens de meus desequilíbrios físicos (que começaram em Santos, quando eu trabalhava na Redação d’A Tribuna) e de minhas falhas de memória (que se revelaram quando entrei em depressão, já de volta a São Paulo e por consequência da traumática demissão do jornal diário de Santos), este mundo tem sido sempre bom para comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi bom também ao orientar-me rumo a um novo plano de saúde (para quem ainda não sabe, digo que no final de 2010 troquei o Bradesco Saúde pelo Prevent Senior, mais adequado aos nossos ganhos, de Sueli e meus).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não é tudo, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Prevent Senior, conhecemos a figura incrível do Dr. Gentil Silva, que veio a se tornar nosso geriatra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sequência das bondades deste mundo vieram a descoberta do tumor no cérebro e todas as providências do nosso médico (obrigado, Senhor; obrigado, Dr. Gentil; obrigado, Sueli).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A força material e espiritual dos familiares (minha esposa Sueli, minha cunhada e comadre Salete, Dona Cidinha, que, mais do que minha sogra, é minha mãe, e minha filha Cláudia, entre tantos) e dos Amigos de sempre também foi decisiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, claro, não poderiam faltar a competência e a fé de profissionais como o neurocirurgia Dr. Diogo Lins e a equipe dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças a Deus e as mãos santas destes médicos minha cirurgia “foi um sucesso” (como me disseram ainda no dia 29 de julho de 2011, no Hospital Sancta Maggiore/Paraíso/SP) e minha recuperação tem sido inacreditavelmente positiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na fé cristã, que nunca me faltou, tenho recebido o apoio dos padres agostinianos (Obrigado, Padre Miguel Lucas) e xaverianos (Obrigado padres Serra, Mario e principalmente Cláudio, que celebrou com maestria a Santa Missa desta manhã, na capela do Convento das Irmãs da Visitação, na Vila Mariana/SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isso, e muito mais, que não estou a me lembrar agora, é que digo que estou em dívida – tremenda dívida – com  este mundo bom que insiste em me tratar tão bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30/8/2011 09:24:05&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-8016932783170292337?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/8016932783170292337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=8016932783170292337&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8016932783170292337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8016932783170292337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-247-mundo-bom.html' title='Por quê? (247) Mundo bom'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-2273148370246326873</id><published>2011-08-25T10:06:00.000-03:00</published><updated>2011-08-25T10:07:12.741-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (246) Felicidade renovada</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre – ou pelo menos desde que me conheço por gente – fui uma pessoa feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus familiares e Amigos sabem bem disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles sabem o valor que dou para a vida, para eles e para todos que sempre procuraram me ajudar, me ver feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que eu não mereça, estou sempre procurando valorizar aquilo que recebo da vida e, em resumo, de Deus Pai Todo Poderoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha felicidade é tão grande que procurei agradecer a cada profissional da Prevent Senior (o plano de saúde que Sueli e eu temos desde o final do ano passado), do Hospital Sancta Maggiore/Paraíso/SP (onde fui operado no dia 29 de julho de 2011), a cada parente e a cada Amigo que me telefonou ou me escreveu ou veio me visitar antes e após a cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo – imagino – se completou nesta quinta-feira, dia 25 de agosto de 2011, com a visita que fiz ao Dr. Gentil Silva, na Prevent Senior da Rua São Carlos do Pinhal, proximidades da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, no Bairro da Bela Vista, aqui em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei falar com Dr. Gentil logo que voltei para casa, no dia 31 de julho de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria contar a ele que havia feito a cirurgia recomendada. Mas, por telefone, me informaram que Dr. Gentil estava em férias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programei-me e estive lá ontem, mas logo que cheguei ao 3º andar do prédio da Prevent Senior, a atenciosa Priscila me disse que ele só voltaria nesta quinta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedi a ela e Priscila falou com a Dra. Thais Marangom, que gentilmente me deu uma receita para a compra do Cloridrato de Sertralina 50mg que havia acabado no dia 23 e que eu precisava tomar ontem, sem falta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurei dormir bem e acordar cedinho nesta quinta-feira. Antes das 8 horas da manhã estava sentado junto à porta do consultório do Dr. Gentil Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo que Priscila o avisou, ele abriu a porta, me chamou e me atendeu com um largo sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contei, então, que havia me submetido à cirurgia recomendada por ele. No ato, Dr. Gentil examinou meu couro cabeludo, elogiou a evolução da cicatriz e me perguntou qual o neurocirurgião que havia me operado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falei a ele e elogiei a competência do Dr. Diogo Lins. Referi-me, também, ao Dr. Franz Onishi, que me visitou três vezes durante minha internação e que foi o autor da minha liberação para voltar para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, Dr. Gentil me deu todas as receitas que vou precisar para a compra dos remédios que me acompanharão na viagem aos Estados Unidos, a partir do próximo dia 18 e provavelmente até o dia 15 de dezembro deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao encerrar o atendimento – para mim super especial – Dr. Gentil deu mais uma prova do seu espírito humanitário: deu-me um abraço inesquecível e repetiu mais uma vez que estava muito feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que me despedi de Priscila, na recepção, fiz o caminho de volta, novamente pela escadaria do prédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liguei para Sueli, que está em Santos, tendo aulas com a querida Ana, na Casinha de Retalhos, e tomei o rumo de casa, na Aclimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vim para casa com a felicidade renovada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25/8/2011 10:04:53&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-2273148370246326873?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/2273148370246326873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=2273148370246326873&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2273148370246326873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2273148370246326873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-246-felicidade-renovada.html' title='Por quê? (246) Felicidade renovada'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-2860628002666145071</id><published>2011-08-23T14:30:00.004-03:00</published><updated>2011-09-12T10:16:33.239-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (245) Vamos cantar?</title><content type='html'>&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo que comecei a frequentar as missas da Igreja Católica Apostólica Romana, por obra e graça de Sueli, descobri uma vantagem: cantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto de cantar desde criança. Desde os tempos em que minha irmã Cleide cantava no coral de Adamantina e chegou a gravar um disco. Um discão de vinil, daqueles que não existem mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei entrar no coral da minha cidade natal. Minha irmã até tentou me ajudar, mas não foi possível e eu fiquei frustrado por anos a fio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que, já em Marília, em 1969, conheci Sueli e com ela fui à Celebração da Missa na Igreja de São Bento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo depois eu descobri que poderia cantar à vontade, no meio da multidão. Poderia cantar e até desafinar, porque em meio a aquele povo todo ninguém iria perceber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, soltar a voz, mesmo, como eu gosto, só vim a fazer em São Paulo, aonde Sueli e eu viemos morar após o casamento, no dia 5 de setembro de 1971.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E na primeira oportunidade que tive, entrei num coral. Foi no coral da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, empresa pública em que exerci a Gerência de Redação por cinco anos e 45 dias, entre 1998 e 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o máximo. Ou pelo menos eu me senti o máximo, ao lado de Júlio Pucci (Gerente da Gráfica) e Leonor Taioli (Gerente do RH), entre muitos outros. Sei que ambos estão aposentados, nossos contatos são raros, mas os dois continuam morando no meu coração e tendo o meu respeito, pessoal e profissionalmente. Tal qual o Maestro Mauro Bonagura, que nos ensinou tudo o que lhe foi possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do coral da Imprensa Oficial eu guardo ótimas lembranças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma, por exemplo, do dia em que cantamos na inauguração da Gráfica-Escola, onde seriam formados futuros gráficos, na Zona Leste de São Paulo. Todos os aprendizes eram jovens oriundos das camadas mais humildes da população paulistana, uma vitória de dois grandes amigos: o presidente Sérgio Kobayashi e o diretor Industrial, Carlos Nicolaewsky.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra, quando nós todos andamos por todas as salas da empresa, uniformizados e cantando. Sentimo-nos cheios de orgulho e, no caso particular, só deixei aquele coral no dia em que a Imprensa Oficial me dispensou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, voltando ao fato de cantar na Igreja, lembro que uma das minhas músicas preferidas me acompanha desde os tempos em que frequentava a Sé Catedral Imaculada Conceição de Franca, nos anos 2005 e 2006, ao lado de Sueli Amaral e de Arnon Gomes, hoje repórter especial da Folha da Região de Araçatuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um “Canto de Respostas”, cujo refrão é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sou bom pastor, ovelhas guardarei. Não tenho outro ofício, nem terei. Quantas vidas eu tiver, eu lhes darei.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamais me esqueço também de um “Canto de Apresentação das Oferendas”, que tem o seguinte refrão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A tua ternura, Senhor, vem me abraçar. E a tua bondade infinita, me perdoar. Vou ser o teu seguidor, e te dar o meu coração, eu quero sentir o calor de tuas mãos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem mais, muito mais, músicas que me agradam quando estou a cantar na Igreja. Tem um “Canto de Entrada”, por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Me chamaste para caminha na vida contigo. Decidi para sempre seguir-te, não voltar atrás. Me puseste uma brasa no peito e uma flecha na alma, é difícil agora viver sem lembrar-me de Ti.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O refrão desta música também é inesquecível:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Te amarei, Senhor. Te amarei, Senhor. Eu só encontro a paz e a alegria bem perto de ti.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto maior a Igreja, a capela, mais à vontade eu fico para cantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23/8/2011 14:27:11&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-2860628002666145071?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/2860628002666145071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=2860628002666145071&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2860628002666145071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2860628002666145071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-245-vamos-cantar.html' title='Por quê? (245) Vamos cantar?'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-379903493651518040</id><published>2011-08-21T11:26:00.001-03:00</published><updated>2011-08-21T12:23:52.578-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (244) Fora, censura!!!</title><content type='html'>&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A censura, quando atinge a nós, pessoalmente, é algo tão marcante, que fica difícil nos livrarmos dela por completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tempos em tempos, algo nos faz lembrar de quando e como fomos censurados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sábado, 20 de agosto de 2011, por exemplo, conversamos – o fotógrafo e Amigo Marcello Vitorino e eu, na volta de uma visita à exposição que ele montou na Caixa Econômica Federal, na Praça da Sé – a respeito de um amigo meu de infância, dos tempos de Adamantina (SP), que nos censurava no Estadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso – a censura – aconteceu na primeira metade dos anos 1970. E eu só soube da atividade dele porque nos encontramos, casualmente, numa viagem de ônibus urbano, aqui em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vitorino ainda me perguntou, no sábado, se ele censurava com convicção e eu disse acreditar que não. Falei que acreditava que ele, o meu amigo de infância, censurava por obrigação profissional, uma vez que era funcionário da Polícia Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste domingo, 21 de agosto de 2011, o assunto voltou à minha mente por conta do Padre Mario, celebrante da Missa das 8h da manhã na Capela do Convento da Ordem da Visitação de Santa Maria, na Rua Inácia Uchoa, aqui na Vila Mariana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Mario nos contou, durante o sermão, que quando prestava serviços nas Paulinas, recebia páginas e mais páginas com o carimbo de “censurado” vindas da Polícia Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nos explicou a razão: eram páginas que falavam da dedicação de Maria aos pobres, aos humildes, aos rejeitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Ela, segundo Padre Mario, todos eram filhos de Deus, todos eram iguais. Ou seja: não havia motivo para ignorar nossos irmãos, ainda que eles fossem miseráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, a Polícia Federal e a divisão de censura não pensavam assim e proibiam todas as citações a respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal qual meu amigo de infância faziam conosco – com meus colegas de Estadão e comigo – nas páginas daquele que na época (década de 1970) era reconhecidamente o maior jornal do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, do Estadão, pelo menos tínhamos como denunciar e protestar contra as notícias e os artigos censurados. Como? Publicando versos de Camões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jornal da Tarde, irmão mais novo do nosso Estadão, também era censurado e colocava no lugar receitas as mais estapafúrdias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos ou quase todos os leitores percebiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Mario nos contou também que todas as páginas com o carimbo de “censurado” eram guardadas nas Paulinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As minhas reportagens censuradas também eram arquivadas por mim, embora a cúpula do Estadão pedisse que não fizéssemos isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu retirava do mural da Redação as cópias das minhas censuradas, trazia para casa e mostrava para Sueli, que sempre foi católica fervorosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia nós observamos o seguinte: quase 100% das minhas reportagens censuradas eram feitas em entrevistas – coletivas, na maioria, mas exclusivas também – com o Cardeal Metropolitano da época, Dom Paulo Evaristo Arns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21/8/2011 11:23:50&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-379903493651518040?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/379903493651518040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=379903493651518040&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/379903493651518040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/379903493651518040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-244-fora-censura.html' title='Por quê? (244) Fora, censura!!!'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-8929050841007998665</id><published>2011-08-18T11:08:00.000-03:00</published><updated>2011-08-18T11:09:30.018-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (243) Sofrendo por antecipação</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que me conheço por gente, ouço dizer que não devemos sofrer por antecipação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal de contas, aquilo que nos aflige pode nem vir a se confirmar. E se não se confirmar, ficamos com um sofrimento desnecessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sabendo disso, estou sofrendo. Há semanas. Cada vez mais. E não é por conta da cirurgia a que me submeti no cérebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo do meu sofrimento é a mudança da Família Amaral Gouvêa para os Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A filha Cláudia (a primeira), o genro Márcio e os netinhos Beatriz e Murilo, os unidos até agora, embarcam nesta sexta-feira, uma hora da madrugada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcio Gouvêa já está a trabalhar por lá desde o dia 1º de agosto de 2011. Voltou para São Paulo no dia 13 (sábado passado), trabalhou aqui todos os dias e embarca levando – além da mulher e filhos – a Bisa Cida, 83 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparecida Grenci Bravos, a Bisa Cida, é uma das pessoas mais queridas da família. Aceito a viagem sem pestanejar e vai ficar nos Estados Unidos em torno de um mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela e a Família Amaral Gouvêa vão de São Paulo para Washington.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, vão se instalar por alguns poucos dias em Reston (que me faz lembrar de James Reston, ex-colaborador do New York Times e, por consequência, do Estadão, exatamente na minha época (1969/1975).&lt;br /&gt;Sempre no Estado da Virginia, ainda em agosto eles vão se instalar em definitivo (tanto quanto possível, até porque nada é definitivo) em Ashburn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcio, Cláudia e meus netos queridos estão indo para lá por conta da transferência dele para a NII, a holding da Nextel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós – Sueli e eu – temos passagens compradas para ir ao encontro deles no dia 18 de setembro de 2011. E deveremos voltar – todos – para as comemorações do Natal no apartamento novo de Salete e Fernando Riemma Philipson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja: vamos ficar um mês – exatamente – sem ver Beatriz e Murilo, os netinhos que sempre vimos praticamente todos os dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beatriz desde 12 de junho de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Murilo desde 6 de janeiro de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sueli, vovó querida e disputada por ambos, imagina que passa rápido. E que nós vamos tirar de letra, até por conta das ligações que poderemos fazer pela Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, da minha parte, penso que não vai ser fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18/8/2011 10:58:34&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-8929050841007998665?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/8929050841007998665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=8929050841007998665&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8929050841007998665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8929050841007998665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-243-sofrendo-por-antecipacao.html' title='Por quê? (243) Sofrendo por antecipação'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-3287357419687245891</id><published>2011-08-17T09:06:00.000-03:00</published><updated>2011-08-17T09:07:06.001-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (242) Vivendo no Exterior</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que Sueli e eu falamos pela primeira vez em ter filhos, no segundo semestre de 1969, lá em Marília, penso no quanto seria bom ter um deles vivendo no Exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De preferência, num país do primeiro mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso na Inglaterra, na França, no Japão, na Alemanha, na Itália, na Espanha, no Canadá... e, claro, nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagino a importância de conhecer Londres e em estudar inglês em Oxford.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como seria bom ir a Tóquio, Kioto e outras cidades do Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paris, então, é um sonho indescritível. E, uma vez em Paris, aproveitar para ver Lion, por exemplo, entre outras cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tal aproveitar para rever Roma, Madri e Barcelona (afinal, Barça é um encanto de cidade)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Canadá, aproveitaria para conhecer de perto o quanto é gratificante pagar imposto sem revolta, porque o governo devolve tudo (e mais um pouco) em benefícios aos contribuintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos? Ah... tem tanta coisa boa e interessante, tanta cidade civilizada e tantos lugares históricos, que fica até difícil citar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Alemanha? Antes de ir para o país de Angela Merkel eu pediria dicas para o Amigo Ricardo Kotscho, que já viveu por lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredite, se quiser, caríssimo e-leitor: meu sonho está se realizando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças à família de minha primeira filha, Cláudia Márcia do Amaral Gouvêa, vamos rever os Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças principalmente ao marido dela, Márcio Gouvêa, que acaba de ser transferido da Nextel, no Brasil, para a NII, em Washington.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele começou a trabalhar por lá no dia 1º de agosto de 2011, voltou ao Brasil no sábado, 13 de agosto de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcio Gouvêa tem trabalhado todos os dias – inclusive no mesmo sábado (12) e no sábado (13) aqui em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nesta sexta-feira (19), à uma hora da madrugada, a família toda embarca para os Estados Unidos: Márcio, Cláudia, Beatriz, Murilo e Bisa Cida (Aparecida Grenci Bravos), que aos 83 anos de idade vai pela primeira vez aos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós – Sueli e eu – estamos com passagens aéreas compradas para o dia 18 de setembro de 2011. E por lá ficaremos até 30 de novembro, aproximadamente, quando voltaremos com Cláudia, Beatriz e Murilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltaremos para o Natal. Felizes da vida, com certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17/8/2011 09:04:23&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-3287357419687245891?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/3287357419687245891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=3287357419687245891&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3287357419687245891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3287357419687245891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-242-vivendo-no-exterior.html' title='Por quê? (242) Vivendo no Exterior'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-4684330960860150511</id><published>2011-08-15T12:03:00.002-03:00</published><updated>2011-08-15T13:22:51.263-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (241) O valor de um sorriso</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De alguns anos para cá, faço questão de cumprimentar meus semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos e em todas as oportunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejam eles crianças, pré-adolescentes, adolescentes, adultos ou idosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejam eles do sexo masculino ou feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom dia, boa tarde, boa noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só depende do período do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem: hoje, 15 de agosto de 2011, fui à Celebração da Missa pelo décimo dia consecutivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui porque tenho me sentido cada vez melhor dentro da capela do Convento da Ordem da Visitação de Santa Maria, na Rua Ignácia Uchoa, aqui na Vila Mariana, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma Ordem criada por Santa Joana de Chantal (1572-1641). Por ela e por São Francisco de Sales, mestre e orientador de Santa Joana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sair da capela, atravessei a rua e tomei o rumo de casa, na Rua Gregório Serrão, na Aclimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda na Rua Ignácia Uchoa, mas antes de chegar à Rua Vergueiro, passei por uma senhora e disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Bom dia&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela não só respondeu à minha saudação como acrescentou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Como é bom receber um sorriso logo cedo. Especialmente para quem, como eu, tem mais de 19 anos&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irresistível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parei, olhei para ela e fiquei ali parado, sem palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, segui em frente, rumo à minha casa e à minha família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava recompensado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais que isso: estava emocionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15/8/2011 12:02:08&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-4684330960860150511?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/4684330960860150511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=4684330960860150511&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4684330960860150511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4684330960860150511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-241-o-valor-de-um-sorriso.html' title='Por quê? (241) O valor de um sorriso'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-1364816761794503721</id><published>2011-08-14T11:41:00.005-03:00</published><updated>2011-08-15T13:21:25.713-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (240) Dia da Família</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, este segundo domingo de agosto sempre foi o Dia dos Pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para minha surpresa, fiquei sabendo que é mais do que isso. É mais do que Dia dos Pais. É o Dia da Família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem me abriu os olhos – e mais do que isso, a mente – para o Dia da Família foi o Padre Mario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Mario foi quem celebrou oito das novas missas que acompanhei diariamente na capela do Convento das Irmãs da Visitação, na Rua Dona Ignácia Uchoa, aqui na Vila Mariana, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de Padre Mario, segundo Sueli, Padre Cláudio também chamou esse Dia dos Pais em Dia da Família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, tanto Padre Mario quanto Padre Cláudio, são da mesma congregação: a Ordem dos Xaverianos. E ambos são responsáveis pelas celebrações tanto nas Irmãs da Visitação quanto na capela dos Xaverianos, aqui mesmo na Rua Gregório Serrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senti-me sensibilizado ao saber que – mais do que Dia dos Pais – hoje é Dia da Família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo porque a família, para mim e para Sueli, tem significado especial. Muito especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto que no folheto da missa deste 20º Domingo do Tempo Comum, que trouxe comigo do Convento das Irmãs da Visitação, está publicado: “Vocação para a vida da família”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está publicado também: “A salvação é um dom universal que Deus oferece a todos. Nesse sentido, o tema vocacional deste domingo, com destaque para a vida em família, salientando em especial a vocação dos pais, nos mostra a importância da família em todos os povos e culturas. Rezemos, em especial, pela família brasileira, que enfrenta tantos obstáculos na sobrevivência, na segurança e na concepção cultural que lhe é imposta, tirando-lhe a autoridade e banalizando seu papel".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordo. Até porque a vida está cada vez mais banal e a família perde a autoridade a cada dia que passa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, eu – ou melhor, minha família – não pode reclamar. Ou não temos do que reclamar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo tem dado certo – muito certo – para nós. Para Sueli, para mim, para Cláudia, Márcio, Beatriz e Murilo, para Flávio, para Mauro e para Vivian.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14/8/2011 11:38:57&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-1364816761794503721?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/1364816761794503721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=1364816761794503721&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1364816761794503721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1364816761794503721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-240-dia-da-familia.html' title='Por quê? (240) Dia da Família'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-1428449947474948594</id><published>2011-08-13T11:40:00.001-03:00</published><updated>2011-08-13T11:42:59.849-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (239) O centro das atenções</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, sábado, 13 de agosto de 2011, completei oito dias de ida diária ao Convento das Irmãs da Visitação, na Rua Ignácia Uchoa, na Vila Mariana, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja: fui à Celebração da Missa todos os dias que me foram possíveis após a cirurgia em que o Dr. Diogo Lins retirou por completo, no Hospital Sancta Maggiore do Paraíso/SP, o tumor que se alojava no meu cérebro e me incomodava há dois anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De oito, em seis ocasiões fui sozinho. Ou melhor: eu e Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa oportunidade, sexta-feira, dia 12, dia consagrado a Santa Joana de Chantal, Sueli foi comigo e em seguida passamos na feira da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, além de Sueli, tivemos uma companhia especial, muito especial: a netinha Beatriz do Amaral Gouvêa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi ela quem pediu para nos acompanhar. E nós concordamos no ato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beatriz tem apenas 4 anos, completados no dia 12 de junho de 2011, o dia dos namorados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, apesar da pouca idade, não raro ela nos acompanha à Celebração da Missa da Ordem dos Xaverianos, aqui mesmo na Rua Gregório Serrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, comporta-se com educação. Educação surpreendente para uma menina da idade dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caminho, peguei três flores para Beatriz. Ela descartou duas, porque não gostou. E levou uma, a primeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Igreja, foi com a vovó Sueli até a sacristia e Padre Mario, o celebrante, anunciou que iria chamar Beatriz para entregar a florzinha a ele, que a deixaria no altar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez isso. Durante o ofertório, levou a florzinha e a entregou ao Padre Mario. E a flor passou em torno de meia hora no altar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final da celebração, Padre Mario a chamou novamente, deu a florzinha a Beatriz e pediu que ela a entregasse ao tio que estava sendo operado naquele instante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamento (lamento?), mas não resisti. Fui às lagrimas. Especialmente pelo comportamento de Beatriz, mas também porque me lembrei que estávamos, com aquele gesto, devolvendo uma pequena, pequenina, parcela do muito que Salete fez por mim ao longo de semanas, em função da minha cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo: Beatriz foi o centro das atenções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E além do centro das atenções, fez a alegria do vovô e da vovó. Uma alegria que estamos, Sueli e eu, curtindo ao máximo, porque à uma hora do dia 19 de agosto de 2011 ela embarca com os pais, Márcio e Cláudia, mais o irmãozinho Murilo para tempo indeterminado na Virginia, nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vai ser de nós dois, os avós, e dos tios e padrinhos Mauro e Flávio, não sabemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13/8/2011 11:21:17&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-1428449947474948594?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/1428449947474948594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=1428449947474948594&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1428449947474948594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1428449947474948594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-239-o-centro-das-atencoes.html' title='Por quê? (239) O centro das atenções'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-2775070416085500857</id><published>2011-08-12T13:31:00.005-03:00</published><updated>2011-08-13T00:12:25.941-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (238) Maria Salete</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Cláudio Amaral&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Muita gente rezou por mim desde o dia 23 de maio de 2011, data em que o Dr. Gentil Silva disse que eu precisaria passar por uma cirurgia no cérebro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ele disse isso após examinar as radiografias que havia pedido que eu fizesse no Hospital Sancta Maggiore do Paraíso, aqui em São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Disse mais: que eu ficasse tranquilo – e Sueli também – porque o tumor que ali aparecia era benigno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Isso me tranquilizou. Mas a mim, apenas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ao chegar em casa, na Aclimação, Sueli imediatamente recebeu telefonema da irmã, Maria Salete Bravos Philipson.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ambas se falam todos os dias, esteja Salete em São Paulo (onde tem apartamento) ou em Bragança Paulista (onde tem casa em condomínio fechado).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Salete é uma pessoa especial desde pequena. Tanto que Sueli e eu demos o nosso caçula Flávio para ela e Fernando batizar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sueli e eu começamos a namorar em julho de 1969 e Salete desde então facilitava a vida de nós dois, em Marília, a 460 quilômetros de São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Cresceu, veio morar conosco, em São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ficamos felizes, fizemos festa de recepção e tudo o mais que ela tinha direito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Foi Salete quem descobriu a casa em que vivemos há mais de 30 anos e onde ela também morou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Dividia o quarto com nossa primeira filha, Cláudia. E nos ajudava a cuidar dela. Cuidava como se Cláudia fosse a irmãzinha dela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Morava aqui quando conheceu Fernando Riemma Philipson. Casou com ele no dia 23 de outubro de 1982, na Igreja de Santo Agostinho, aqui em São Paulo, em cujo colégio foi professora por muitos anos. E sabemos que ambos vivem felizes. Ambos tiveram dois filhos lindos, sobrinhos queridos, carinhosos e atenciosos conosco: Paula e Bruno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Salete é religiosa, vai à Celebração da Missa todo domingo e sempre que pode acompanha a novena do Pai Eterno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Pois foi ao Pai Eterno que Salete pediu por mim. Todo dia. Desde 23 de maio de 2011.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Salete esteve ao lado de Sueli, no Hospital Sancta Maggiore do Paraíso durante todo o tempo em que estive no centro cirúrgico, em mãos da equipe comandada pelo Dr. Diogo Lins, o neurocirurgião que me operou e retirou da minha cabeça o tumor que me incomodava.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Não é o caso, mas eu bem que gostaria de poder dizer a ela: Santa Salete, que Deus lhe pague por tudo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="text-decoration: none; "&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;12/8/2011 13:30:36&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-2775070416085500857?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/2775070416085500857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=2775070416085500857&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2775070416085500857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2775070416085500857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-238-maria-salete.html' title='Por quê? (238) Maria Salete'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-7768888868773375828</id><published>2011-08-11T20:04:00.001-03:00</published><updated>2011-08-11T20:04:29.315-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (237) Bagunça e alegria</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Cláudio Amaral&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Desde o dia 29 de julho de 2011 minha casa – ou melhor, a casa ocupada por mim, Sueli, Flávio, Mauro e Vivian – há quase 40 anos, está bagunçada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Bagunçada, mas... cheia de alegria, felicidade, de alto astral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Foi que exatamente naquele dia que minha filha querida, Cláudia Márcia do Amaral Gouvêa, a primeira, veio morar aqui por três semanas com os filhos dela e netos meus e da Sueli: Beatriz (4 anos) e Murilo (um ano e sete meses).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Veio porque, em função da transferência do marido, Márcio Gouvêa, para os Estados Unidos, os três (Cláudia, Beatriz e Murilo), que deveriam ter ido também naquela data, ficaram por decisão do casal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Fui voto vencido na permanência deles no Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Tanto quanto possível, eu estava tranquilo em relação à minha cirurgia para extração de um tumor de seis centímetros no cérebro. Acreditava no Dr. Gentil Silva, geriatra que atende a mim e a Sueli: ele havia nos garantido que o tumor era benigno. Como, alias, se confirmou na biopsia pedida pelo Dr. Diogo Lins, o neurocirurgião que me operou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Mas Cláudia fez questão absoluta de ficar para acompanhar de perto a cirurgia do pai aqui presente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;E aí se instalou a bagunça na residência da família Amaral, na Aclimação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;E com a bagunça, veio também a alegria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A alegria, a felicidade, o alto astral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A correria, as roupas espalhadas pelo escritório – que acabou virando quarto de dormir dos três, graças à generosidade do titio-padrinho Flávio, o nosso caçula.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Além do escritório, a bagunça toma conta também da nossa sala, onde tem roupas e brinquedos por todos os cantos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Tem também alegria, muita alegria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Tem ainda móveis e utensílios novos, que vieram do apartamento de Cláudia e Márcio, Beatriz e Murilo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Hoje, só quem está aqui sabe a alegria que é conviver 24 horas por dia com os três.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ou melhor: 24 horas por dia é modo de dizer, porque pelo menos ao longo de 6 a 8 horas da madrugada eles dormem profundamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Eles, no caso, são Beatriz e Murilo, uma vez que mamãe Cláudia não tem sossego. Nem mesmo quando eles estão dormindo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="text-decoration: none; "&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;11/8/2011 20:03:20&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-7768888868773375828?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/7768888868773375828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=7768888868773375828&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7768888868773375828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7768888868773375828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-237-bagunca-e-alegria.html' title='Por quê? (237) Bagunça e alegria'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-8221546440842680554</id><published>2011-08-09T23:45:00.002-03:00</published><updated>2011-08-13T00:21:06.022-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (236) O mundo mudou de cor?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Cláudio Amaral&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O título desta crônica leva uma interrogação, mas eu tenho certeza absoluta de que o mundo mudou de cor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Qual é a nova cor?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Azul, talvez, por ser a minha cor preferida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Rosa, quem sabe, por ser a cor preferida de Beatriz, minha netinha querida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Verde, sim, porque não, essa que é a cor da nossa bandeira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Branco, outra cor importante do pavilhão nacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Pode ser amarelo, também. Pode sim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Seja qual for – azul, rosa, verde, branco ou amarelo –, a nova cor do mundo tem tudo a ver com o meu estado de espírito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A nova cor do mundo está ligada de perto, bem de perto, com o estado da minha alma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Afinal, muita coisa mudou para mim depois do dia 29 de julho de 2011.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mudou a forma como eu vejo as pessoas, que, hoje, para mim são mais gentis, mais dedicadas, mais aplicadas e dispostas a serem mais competentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Por exemplo: os técnicos em enfermagem, os enfermeiros e os médicos que me atenderam no Hospital Sancta Maggiore, na Rua Maestro Cardim, no Paraíso, aqui em São Paulo, foram de uma dedicação e de uma gentileza que eu jamais havia visto nestes meus 61 anos de vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Foi por isso que passei a olhar para eles com outros olhos, embora os meus fossem os mesmos destas mais de seis décadas de vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Foi por isso – e muito mais – que passei a enxergar neles o azul ou talvez o rosa ou verde ou branco ou então o amarelo ou ainda todas elas juntas. Algo bem psicodélico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Para mim é inadmissível passar por alguém, seja quem for, sem dizer “bom dia”. Mas não um bom dia qualquer e sim um bom dia do fundo da alma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O mesmo acontece em relação a quem trabalha na feira livre do meu bairro, a Aclimação, onde estive na terça-feira em companhia de Sueli e Beatriz, minha netinha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Acontece ainda com os profissionais das farmácias, padarias, supermercados e empórios da minha região.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Esses são alguns exemplos que tenho cá comigo para sustentar que o mundo mudou de cor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mudou e foi recente, bem recente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;E a nova cor do mundo não precisa, necessariamente, ser o azul, rosa, verde, branco ou amarelo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A nova cor do mundo pode ser qualquer outra, desde que seja uma cor viva, alegre. Uma cor para levantar o astral e para modificar completamente o estado de espírito e da alma. Meu e de todas as pessoas que me são caras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="text-decoration: none; "&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;9/8/2011 23:43:38&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-8221546440842680554?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/8221546440842680554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=8221546440842680554&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8221546440842680554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8221546440842680554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-236-o-mundo-mudou-de-cor.html' title='Por quê? (236) O mundo mudou de cor?'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-1835449691558940720</id><published>2011-08-08T00:06:00.002-03:00</published><updated>2011-08-08T08:38:01.312-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (235) Tia Zinha</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Cláudio Amaral&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Tia Zinha veio me visitar no início da noite deste primeiro domingo de agosto de 2011.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Vieram ela e o filho Beto, ambos Gasparetto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ela vive na Rua Itaboraí, no bairro da Saúde, aqui em São Paulo. Ele, próximo a São Judas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Tia Terezinha é casada com Tio Renato e ambos têm mais três filhos: Renatinho, que vive em Porto Alegre; Reinaldinho, que mora em Miami, nos Estados Unidos; e Patrícia, que reside na Chácara Santo Antônio, também na capital paulista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Irmã mais nova de minha mãe, Wanda Guido do Amaral, falecida ano passado, em Campo Grande (MS), e do Tio Walter, também falecido, Tia Zinha é como uma mãe para mim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Uma mãe que me dá atenção de mãe. Ou mais que isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Falou comigo – ou com Sueli – todos os dias desta minha fase. Desde o pré-operatório, incluindo os três dias em que estive no Hospital Sancta Maggiore, no Paraíso, por conta do Prevent Senior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ao longo de longas conversas telefônicas, Tia Zinha sempre lembrou que me tem como um filho. A mim e ao meu irmão Clówis, falecido há dois anos, numa rodovia de Minas Gerais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A mim porque desde o dia em que nasci – 3 de dezembro de 1949, em Adamantina, no interior paulista – Tia Zinha sente algo especial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Tão especial que pegou o primeiro trem da Companhia Paulista de Estradas de Ferro e foi de São Paulo a Adamantina para me ver. E veja bem: este percurso tem no mínimo 600 quilômetros e na época durava mais de dez horas, seguramente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Além disso, nos anos em que minha família e eu moramos em São Paulo pela primeira vez, no fim da década de 1950, passava todas as férias, duas vezes por ano, na casa dela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Na visita que me fez neste domingo, Tia Zinha se lembrou de tudo isso. Tudo e mais um pouco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Lembrou também que está prestes a completar 80 anos e que Tio Renato já fez 82.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Foram quase duas horas de conversa. Altos papos. Conversa de gente que se respeita. De gente que se ama.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Entre uma lembrança e outra, Tia Zinha repetia que está com “a cabeça ruim”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ah! Como se fosse preciso estar com “a cabeça boa” para dizer “eu te amo como um filho”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ah! Como se fosse preciso estar com “a cabeça boa” para ter a generosidade de me presentear com uma correntinha de ouro.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="text-decoration: none; "&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;8/8/2011 00:02:24&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-1835449691558940720?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/1835449691558940720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=1835449691558940720&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1835449691558940720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1835449691558940720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/08/por-que-235-tia-zinha.html' title='Por quê? (235) Tia Zinha'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-7379501196010783402</id><published>2011-07-31T15:00:00.005-03:00</published><updated>2011-08-01T09:34:49.317-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (234) Deixei o hospital antes do previsto</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;Cláudio Amaral&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Infelizmente, estou sem saber o que escrever para demonstrar toda minha gratidão à instituição onde estive internado de sexta-feira a domingo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;i&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Não sei se agradeço ao Dr. Diogo Lins, ao Dr. Franz Onishi, ao Dr. Ivan, aos enfermeiros e técnicos de enfermagem que me atenderam nos últimos dias no centro cirúrgico, na UTI e no 14º andar do Hospital Sancta Maggiori, no Paraíso, em São Paulo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Creio que o melhor seria agradecer a todos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha cirurgia foi um sucesso. Acreditem: um sucesso. E todos eles foram fundamentais para esse sucesso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Fui internado pelo meu anjo da guarda Sueli na sexta-feira antes um pouco das 6 horas da madrugada. Minutos depois subi para o 16º andar e em seguida desci para o centro cirúrgico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha cirurgia estava marcada para 11 horas da manhã, mas, por ter chegado antes do horário, ao invés de ser o terceiro, fui o primeiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Entrei para o centro cirúrgico e pouco vi do que se passou lá dentro. Só a anestesista. Nem o Dr. Diogo Lins cheguei a ver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sueli me disse que mais ou menos duas horas depois Dr. Diogo saiu do centro cirúrgico para dizer a ela e que a cirurgia tinha corrido bem.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Só faltava costurar meu couro cabeludo. Até com relação a isso ele se preocupou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É importante que se diga que durante o tempo todo que ficou na porta do centro cirúrgico Sueli teve a companha da irmã dela, Salete, e da sobrinha Paula.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sexta-feira, ao sair do centro cirúrgico, segui direto para a UTI e lá fiquei por aproximadamente 30 horas. Na sequência, fui para um quarto privativo e que foi meu esconderijo até meio-dia deste domingo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;No domingo, almocei e logo depois me despedi das enfermeiras e técnicos de enfermagem do 14º andar, entrei num taxi com Sueli e Clélia e cheguei logo em casa. Tudo devidamente autorizado pelo Dr. Franz, que só me deu notícias positivas. &lt;span class="apple-style-span"&gt;Inclusive a de que eu poderia ir embora assim que ele preenchesse o formulário de liberação.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;No 14º andar recebi, para minha surpresa, a visita do meu filho Flávio, do Fernando, do Bruno e da mulher dele, Nicole; do Turra e da Clélia, minha querida irmãzinha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sueli e eu recebemos inúmeros telefonemas: Tia Terezinha, Tio Renato e Patrícia, todos Gasparetto; Chistina Saliba e Carlos Conde; Décio Miranda, Mário Evangelista; Daniel Pereira, Nilva Bianco e Marcello Vitorino e outros tantos que fogem à lembrança, no momento, e a quem peço desculpas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Os sobrinhos vieram em turma: Cristiano, Gustavo e Luciano, sempre em companhia da Clélia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A sobrinha Thaís e a cunhada Marilena, viúva do querido cunhado Paulo César Bravos, também.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Enfim, um festival de visitas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;31/7/2011 14:58:09&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/i&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-7379501196010783402?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/7379501196010783402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=7379501196010783402&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7379501196010783402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7379501196010783402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/07/por-que-234-deixei-o-hospital-antes-do.html' title='Por quê? (234) Deixei o hospital antes do previsto'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-8261973274947293035</id><published>2011-07-28T17:41:00.000-03:00</published><updated>2011-07-28T17:45:24.150-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (233) Estou a ler “Uma breve...”</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Cláudio Amaral&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ainda bem que escrevi que estava a escrever provavelmente a última crônica antes da minha internação no Hospital Sancta Maggiore, no Paraíso, junto ao Shopping Paulista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;É que agora me surgiu a ideia de dizer que estou a ler “Uma breve História do Mundo”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O autor é Geoffrey Biainey.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ele é professor da Universidade de Harvard e da Universidade de Melbourne. Recebeu em Nova Iorque o International Britannica Award pelo excelente trabalho na disseminação do conhecimento em favor da humanidade. Foi membro de diversas comissões de relações internacionais. É um brilhante historiador, reconhecido pela forma elegante e envolvente de expor temas complexos. É autor de mais de 32 livros, sendo “Uma Breve História de Mundo” (&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;A Short History of the Workd&lt;/i&gt;) um dos mais vendidos na Inglaterra e nos Estados Unidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Já li dois capítulos até agora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ganhei esse livro do meus grandes amigos Laerte Oliveira e Fernanda Dabori, que outro dia veio me visitar por conta de minha cirurgia cerebral. Ela me disse que ele havia gostado muito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Nos dois capítulos que li até agora ele relata um principio da história do mundo, há 22.000 a.C. E depois vem relatando, paulatinamente, como ele vê o surgimento do nossa planeta Terra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Os capítulos que li são “Da África” e “Quando os mares começaram a subir”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Estou gostando, para não dizer encantado, porque não gosto de me encantar à toa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Mas estou encantando, é certo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Creio que Laerte e Fernanda não me decepcionarão, de forma alguma. E que eles virão me fazer uma nova visita em breve (como na história do livro).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;“Há dois milhões de anos, eles viviam na África e eram poucos”, escreveu na primeira frase do capitulo 1 “Da África”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Isso me bastou para me prender a atenção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;28/7/2011 17:18:54&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-8261973274947293035?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/8261973274947293035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=8261973274947293035&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8261973274947293035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8261973274947293035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/07/por-que-233-estou-ler-uma-breve.html' title='Por quê? (233) Estou a ler “Uma breve...”'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6024665194779058121</id><published>2011-07-26T15:12:00.001-03:00</published><updated>2011-07-26T19:04:35.479-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (232) Última crônica antes da internação</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Cláudio Amaral&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Este é, provavelmente, meu último texto antes da minha internação no Hospital Sancta Maggiore, no Paraiso, em São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A proposito: santo plano, este Prevent Senior; que Deus me proteja e me permita não me enganar com este, como me enganei com o Bradesco Saúde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Terça-feira cedinho estive com Sueli no Sancta Maggiore do Itaim. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Lá fiz dois exames médicos: um do tórax e outro cardiológico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Dez, pelo que me adiantaram os atendentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Na volta, passamos por uma &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;padocadaria&lt;/i&gt; e de lá, por sugestão de Sueli, caminhamos um pouco e tomamos um &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;busão&lt;/i&gt; rumo à Estação Santa Cruz do Metrô.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Paramos na Cardial, junto ao Metrô Santa Cruz, subimos ao terceiro andar e demos de cara com uma atendente simpática.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Daquela que está sempre disposta a fazer tudo de bom, de bem e com simpatia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ela, que infelizmente não sei o nome (Pamela Lima da Costa Souza), disse que havia uma desistência e marcou para mim: 17h45.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Disse mais: que eu sou um cara de sorte, embora eu não goste desta expressão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Complementei dizendo que todo corintiano tem sorte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;E fui embora feliz da vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Só podia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A notícia de que está dando tudo certo é alvissareira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Deixa-me aliviado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Agora, só me resta ir até lá e fazer o exame que me resta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;26/7/2011 15:10:42&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6024665194779058121?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6024665194779058121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6024665194779058121&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6024665194779058121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6024665194779058121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/07/por-que-232-ultima-cronica-antes-da.html' title='Por quê? (232) Última crônica antes da internação'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-1708861305484989614</id><published>2011-07-24T11:44:00.000-03:00</published><updated>2011-07-24T11:46:02.511-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (231) Fui à missa e...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Cláudio Amaral&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Fui à missa e o Padre Serra me deu a unção dos enfermos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ou melhor: como me ensinou o Antônio Fongaro, corretor de imóveis na Coelho da Fonseca, o certo é Celebração da Missa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Certo pelo certo, melhor é que o Padre Serra, que nesta quarta-feira segue viagem para a Sardenha, na Itália, me deu a unção dos enfermos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A mim, à minha querida sogrinha e a um cidadão que infelizmente me foge o nome, agora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Seria Paulo de Tarso Witkowski Frangetto? Pelo sim, pelo não, é o que me garante Sueli, minha mulher.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Padre Serra é um dos meus preferidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Fala enrolado, quase inteligível, mas com esforço redobrado consigo entendê-lo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Gosto dos sermões dele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Explica direitinho, com clareza superior as passagens da Bíblia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Leu o livro das orações, algumas referentes à benção dos enfermos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Depois, me benzeu a testa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Permiti que minha sogra, a querida Bisa Cida, fosse a primeira, porque ela será operada antes de mim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Será nesta terça-feira, dia 23 de julho de 2011, no Hospital Santa Catarina, no lado direito da Avenida Paulista, em São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Aparecida Grenci Bravos, a minha segunda mamãe, será operada para retirada de algo no reto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Eu vou fazer uma cirurgia cerebral, para retirada de um tumor no cérebro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Serei internado no Hospital Santa Magiore, lá pertinho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Será na Rua Maestro Cardim, próximo ao Shopping Paulista, aqui mesmo em São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Todos me desejaram boa sorte, disseram que vai dar tudo certo..., etc. etc. etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A mim e a minha sogrinha querida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Que Deus ouça suas preces.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;24/7/2011 11:31:54&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-1708861305484989614?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/1708861305484989614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=1708861305484989614&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1708861305484989614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1708861305484989614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/07/por-que-231-fui-missa-e.html' title='Por quê? (231) Fui à missa e...'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-2513405160025184219</id><published>2011-07-23T11:44:00.002-03:00</published><updated>2011-07-23T11:50:32.505-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (230) “Notícias diversas”</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span &gt;Cláudio Amaral&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;Meu sogro, meu saudoso sogro, que morreu 15 de agosto de 1999, escrevia: “Notícias diversas”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;“Notícias diversas” eram uma saída para a falta de notícias verdadeira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;“Notícias diversas”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;Sim, notícias diversas representavam uma espécie de “coletâneas de informações”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;Será que ele, José Arnaldo (que se chamava, na verdade, José Padilla Bravos) desconhecia o que ia pelos jornais?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;Pelo sim, pelo não, a verdade era que essa é a impressão que ele me deixa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;Senão, vejamos: por que uma notícia como a do bolinho de arroz – fictícia, claro – iria justificar uma publicação?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;Bem, vejamos: não é uma notícia que mereça destaque numa coluna de “De Antena e Binóculo”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;Desconheço se ele, lá do túmulo, estará contente com esse meu texto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;Desconheço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;O certo é que estou sem assunto melhor e resolvi apelar para um texto leve, solto, sem compromisso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;O certo é que estou sem inspiração, hoje, 23 de julho de 2011.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;O certo é que estou sem transpiração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;O certo é que não tenho vontade de nada, hoje.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;O certo é que não tenho vontade de me arriscar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;Até deixei minha mulher ir à &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;padocadaria&lt;/i&gt; para fazer as compras do dia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;“Recanto Doce”, claro, a nossa preferida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;Se ela lá não fosse, teria ido a “Amanda”, que fica mais perto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;Dei meu cartão à Sueli e ela gastou R$ 14,87.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;23/7/2011 11:42:19&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-2513405160025184219?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/2513405160025184219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=2513405160025184219&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2513405160025184219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2513405160025184219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/07/por-que-230-noticias-diversas.html' title='Por quê? (230) “Notícias diversas”'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-3267595346057701219</id><published>2011-07-22T04:17:00.001-03:00</published><updated>2011-07-22T04:19:42.536-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (229) Estou proibido de...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Cláudio Amaral&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Estou proibido de dirigir, uma das coisas que mais gosto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Estou proibido de caminhar, também uma das coisas que mais gosto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Estou proibido – ainda que temporariamente – de visitar meu querido Parque da Aclimação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Estou proibido de ir à &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;padocadaria&lt;/i&gt;, de preferencia à Recanto Doce, na Rua Castro Alves, na Aclimação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Estou proibido de ir ao supermercado, seja qual for: ao sacolão do bairro, ao Pão de Açúcar do Largo Ana Rosa e até mesmo do meu preferido e caro mais caro Extra da Avenida Ricardo Jafet.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Estou proibido de caminhar – sozinho – até para fazer algo que mais gosto: ver...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;São 3h58 de sexta-feira, 22/7/2011, e começa a chover. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Depois de semanas, mas volta a cair uma chuvinha, que vai aumentado, aumentando, aumentando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;E eu volto à minha crônica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Estou proibido de caminhar – sozinho – até para fazer algo que mais gosto: ver que a chuva diminuiu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Estou proibido de ir ao meu dentista, em Marília, a 560 quilômetros da Capital (alô, dr. Wilson!).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Estou proibido de caminhar – mais uma vez sozinho – até meu geriatra dr. Gentil Silva, na Prevent Senior da Rua São Carlos do Pinhal, na Bela Vista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Estou proibido de visitar meu amigos. Eles são obrigado a me telefonar ou a fazer o sacrifício supremo de vir até minha casa, na Rua Gregório Serrão, na Aclimação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O meu relógio marca 4h12 e parou de chover. Uma lastima, porque bem que poderíamos aproveitar para curtir uma boa chuva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;22/7/2011 04:15:15&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-3267595346057701219?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/3267595346057701219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=3267595346057701219&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3267595346057701219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3267595346057701219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/07/por-que-229-estou-proibido-de.html' title='Por quê? (229) Estou proibido de...'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-5322451878839675711</id><published>2011-07-18T13:24:00.004-03:00</published><updated>2011-07-19T16:35:37.362-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (228) Vou para mesa de cirurgia</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Cláudio Amaral&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Contra minha vontade, vou para mesa de cirurgia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A decisão, curta e grossa, é do neurocirurgião Diogo Luis de Melo Lins.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Simpático, como disse minha Sueli.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sério, como julguei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Dr. Diogo Lins foi claro e decisivo: “É caso de cirurgia, sim”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Deu-me três dias de UTI (ou CTI, como preferir).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Disse ser um procedimento delicado, com alto risco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Para nossa surpresa, da Sueli e minha, dr. Diogo Lins afirmou que pode me operar no Hospital Santa Magiore, no Paraíso, Capital.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Pediu um remédio contra convulsão e recomendou, por escrito, que seja tomado ao longo de três meses, sempre antes de dormir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Fez também um pedido de exames preventivos, pré-operatório. E pediu para retornar assim que estiverem prontos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Saímos da Mooca, paramos no posto de abastecimento de Etanol do Carrefour, colocamos quase R$ 60,00 de combustível e regulamos os pneus em 30 milímetros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Fomos direto para Drogaria São Paulo, na Avenida Aclimação. E compramos o tal Fenobarbital 100 por R$ 11,46.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Aí viemos para casa. Eu, feliz da vida; Sueli, nem tanto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Antes, do meu Honda Fit, ligamos para dar a notícia para a filha, Cláudia. Mas ela tinha saído “para ir a um monte de lugares”, segundo a auxiliar Edivania.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Tudo isso depois de eu ter acordado por quatro vezes, tomado o Decadron 40 que me foi recomendado depois da mais recente consulta com o Dr. Gentil Silva e o comprimido de Levotiroxina sódica 112.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Em seguida entrei no banho, tomado ao contrário, de baixo para cima, ou seja: dos pés à cabeça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Saído de uma das duchas mais relaxantes que já tomei, dei as mãos para Sueli, me enxuguei e ingeri o Losartana potássica 50 miligramas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Convidei Sueli para um café na &lt;i&gt;padocadaria&lt;/i&gt;, mas ela lembrou que àquela hora a auxiliar Nilda já havia chegado, lavado a louça, posto a mesa para o desjejum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Fui então ao Recanto Doce, de carro, para ser mais rápido. E aí vi o quanto estava ansioso. Primeiro, porque pedi um doce para comer ali, na hora, e a atendente quis me dar na mão. Segundo, porque a caixa abriu para mim, me convidou para ser atendido por ela e ficou a fofocar com outro funcionário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ao chegar em casa vi que havia acelerado demasiadamente. Fui a 40, 50, 60 e 70 quilômetros por hora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Santo Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Só fiquei aliviado quando a Sueli me falou: “Recanto Doce!!!”. E me deu um beijo na boca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;18/7/2011 12:10:09&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;em&gt;18/7/2011 13:51:00&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-5322451878839675711?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/5322451878839675711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=5322451878839675711&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/5322451878839675711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/5322451878839675711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/07/por-que-228-vou-para-mesa-de-cirurgia.html' title='Por quê? (228) Vou para mesa de cirurgia'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-622739361016426073</id><published>2011-07-14T11:25:00.001-03:00</published><updated>2011-07-14T11:27:00.330-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (227) Drama</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Cláudio Amaral&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou vivendo um drama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um drama sem igual, sem precedente e inédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje é 14 e ontem, 13 de junho de 2011, meu genro e minha filha chegaram dos Estados Unidos cheio de novidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheio de novidades boas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas boas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confirmaram que eles viajam para lá, em definitivo, no dia 29.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já têm onde ficar por três meses e depois deixaram uma baita casa encaminhada por lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda (ou quase todas) as providencias foram tomadas para a posse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inclusive a contratação de um especialista que verifica – entre outras coisas – a presença de esquilos na casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo eles, os esquilos correspondem – ou são piores do que os ratos daqui do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles deverão ser proprietários de uma residência de – só – quatro quartos (ou dormitórios, como dizem os corretores de imóveis).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carros? Automóveis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha filha prefere um Fiat, como ela tinha aqui e que está a usar pelos últimos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu genro, um caro maior, porque tem mania de grandeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele já vendeu – e entregou – há três semanas por um preço que considerou excelente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vendeu – mais ainda não entregou – também o apartamento e está por decidir se vende ou não os moveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o meu drama – e da Sueli – está nos netos: Murilo, nascido em 6 de janeiro de 2010, e Be(be)atriz, em 12 de junho 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles são muito apegados a nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialmente na vovó Sueli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, por exemplo, após quatro dias e noites diretos com eles, os netinhos, ela, Beatriz, grudou no pescoço da vovó Su e não queria deixá-la de jeito algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu até fiquei irritado, nervoso... e quase fui embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas... depois refleti melhor e fiquei a esperar minha mulher na rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;br /&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14/7/2011 11:23:30&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-622739361016426073?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/622739361016426073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=622739361016426073&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/622739361016426073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/622739361016426073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/07/por-que-227-drama.html' title='Por quê? (227) Drama'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-8603246298463589160</id><published>2011-06-15T12:25:00.004-03:00</published><updated>2011-06-15T13:29:53.867-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (226) É cada vez melhor ser avô</title><content type='html'>&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É cada vez melhor ser avô, ou melhor, ser avós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justiça seja feita: vovô e vovó estão nas nuvens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semana passada (incluindo o sábado) foi demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos a semana inteira em função dos netos: Be(be)atriz e Murilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais em função de Beatriz do que de Murilo, embora vovó Sueli não vá concordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, porque ela não fez outra coisa a não ser as lembrancinhas da festa de 4 anos de idade de Beatriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão pequena, a Beatriz, e tão decidida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, porque ela já sabia quais eram o tema e o local da festa: o sininho e o “buffet do Tonito”, o seja, o Giramoinho, na Avenida Dom Pedro I, próximo ao Parque da Independência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma diferença: ela não fala “sininho”, mas “Tinker Bell”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi falando e agindo assim que Beatriz do Amaral Gouvêa passou a tarde de sábado no Giramoinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma parte (e uma tarde) especial (muito especial) vestida de “Tinker Bell”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que uma &lt;em&gt;verdadeira&lt;/em&gt; “Tinker Bell” apareceu. E ela, Beatriz, não teve dúvidas e perguntou: “Você é a ‘Tinker Bell’ de verdade?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vovó Sueli entende que ela não deveria ter respondido como respondeu: “Sim, eu sou”. Mas, a verdade, é que ela, “Tinker Bell”, disse “sim” (exatamente como Beatriz fala quando a resposta é afirmativa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vovô, sempre atento, foi ver o que estava acontecendo com os netinhos, encontrou Beatriz tristonha, na entrada do Giramoinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, claro, perguntou: “O que você tem, Beatriz? Você está triste?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, vovô; é que eu queria pedir para a “Tinker Bell” vir no meu aniversário de 5 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carro que veio buscar a “Tinker Bell” estava saindo para outra festa e o vovô fez um sinal de espera com a mão direita e saiu correndo com a netinha no colo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imediatamente, a mulher da frente pediu para o motorista parar, avisou a “Tinker Bell” e ela abriu o vidro do carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vovô pediu e Beatriz falou: “Você vem no meu aniversário de 5 anos?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beatriz se despediu e entrou Giramoinho adentro e foi dizer para vovó:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vovó, eu estou tão feliz, mas tão feliz, que não queria que minha festa acabasse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15/6/2011 11:33:16&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-8603246298463589160?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/8603246298463589160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=8603246298463589160&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8603246298463589160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8603246298463589160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/06/por-que-226-e-cada-vez-melhor-ser-avo.html' title='Por quê? (226) É cada vez melhor ser avô'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-1291891309967278811</id><published>2011-06-13T15:44:00.000-03:00</published><updated>2011-06-13T15:45:20.435-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (225) Um veículo cheio de mistério</title><content type='html'>&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pelo menos um ano ele está na porta da minha residência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou melhor: na porta, exatamente, não; está do outro lado da Rua Gregório Serrão, 51, aqui em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o endereço de minha casa, na Aclimação, mas, estando do outro lado da rua, ele fica na Vila Mariana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explicando melhor: do lado em que moramos, eu e minha família, é Aclimação; do outro lado da rua, é Vila Mariana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carro tem algo em torno de três metros; ou quase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cor é cinza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está assentado sobre quatro rodas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia sim, dia não... amanhece mais sujo do que o normal; depende da noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas está sempre no mesmo lugar; sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No visual, a calibragem das rodas (que, segundo o borracheiro mais próximo, aqui na Gregório Serrão, mesmo) não dá sinal de nenhuma alteração. Nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu vizinho, que é policial civil, diz que já consultou os órgãos competentes e nada; nenhuma pendência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro vizinho, que tenho certeza ser torcedor do meu Corinthians, me fez observação diversa: quem tem coragem de abandonar um carro desse tipo na rua?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tive resposta para dar a ele, mas transmite apenas o que o porteiro do prédio de baixo me disse: o casal que se diz proprietário do veículo e que, ao que parece, mora na Rua Machado de Assis, comprou um carro novo e foi deixando esse antigo aí... e ele aí está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem explicação alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13/6/2011 15:43:25&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-1291891309967278811?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/1291891309967278811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=1291891309967278811&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1291891309967278811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1291891309967278811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/06/por-que-225-um-veiculo-cheio-de.html' title='Por quê? (225) Um veículo cheio de mistério'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-4498829484119533061</id><published>2011-03-27T11:07:00.006-03:00</published><updated>2011-03-27T11:36:33.164-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (223) Vivo só? Não, vivo com Deus!</title><content type='html'>Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto-me como nos tempos em que deixei Adamantina e fui viver em Marília, a partir de 6 de janeiro de 1969.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bem da verdade, hoje (12/12/2004) tenho muito mais conforto. Moro num apartamento e não mais num quarto de pensão. Tenho uma mulher, uma filha e dois filhos que me amam, e a quem posso ligar por telefone sempre que quiser. Naquela época, eu não tinha nem como falar à distancia com meus pais, minhas irmãs e meu irmão, porque não havia telefone em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, além dos telefones fixos, existem os celulares, o correio eletrônico e a conversa em tempo real. Posso até vê-los pela web-can.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem mais: hoje tenho mais anos de vida e muito mais fé em Deus, que, tenho certeza, me acompanha em todos os lugares e por todos os momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, a situação de hoje me lembra a de 35 anos atrás, quando deixei Adamantina para trabalhar em Marília, no Jornal do Comércio, a convite do Mestre Irigino Camargo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação de hoje lembra também a de Campinas, para onde me mudei num dia qualquer de outubro ou novembro de 1969, a convite do jornal O Estado de S. Paulo. Eu havia começado a trabalhar para o Estadão em julho de 1969, sem deixar o JC de Marília, tinha sido promovido de correspondente local a regional em seis meses e transferido para Campinas depois de uma grande cobertura, a dos Jogos Abertos de Interior, em outubro de 1970, em Bauru.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei a morar sozinho, na casa sinistra de uma velha estranha, que tinha um filho enigmático, na Rua da Conceição, no centro de Campinas. Nunca me senti tão só, porque, além de morar sozinho, não tinha amigos. A solidão da época e o alto custo das ligações telefônicas me levavam a escrever uma carta por dia para minha então namorada, hoje minha esposa há mais de 33 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí está um outro ponto que me faz lembrar os tempos de Campinas, porque voltei a escrever cartas, apesar das facilidades dos telefones e Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou em Campo Grande (MS) desde 26 de julho de 2004. Há 139 dias, portanto. Vim parar aqui porque não aguentava mais ficar sem um emprego formal ou sem trabalho regular. Havia sido despedido da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, onde fui Gerente de Redação de 10 de março de 1998 a 24 de abril de 2003: cinco anos e 45 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei esses 15 meses pedindo a Deus que me desse um novo emprego ou trabalho. Tentei tudo o que eu podia e sabia, ou seja, criar um novo negócio, escrever livros, dar treinamento em jornais do Interior ou em outros Estados e viabilizar a publicação de livros, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda bem que eu e minha mulher aproveitamos ao máximo os dias sem trabalho nem compromissos, para namorar, passear, divertir, curtir... até o dia em que desci aqui em Campo Grande, a bordo de um avião da falecida Vasp. Vim, aceitei o emprego que me ofereceram, voltei para casa três dias depois, fiquei por lá mais três dias (30 e 31 de julho e 1º de agosto), peguei outro avião da Vasp e aqui estou como Diretor de Redação do jornal O Estado MS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu soubesse que seria tão difícil ficar aqui tão longe da família, da casa em que moro há mais de 20 anos, da rua, do bairro e da cidade em que resido (sim, eu ainda moro lá) há 35 anos, eu não teria vindo. Sinto muita falta deles todos e eles dizem o mesmo de mim. Sinto muita falta dos Amigos, dos parentes (sim, dos parentes), das igrejas que eu sempre frequentei, dos sebos, dos meus livros, do meu carro, de cada cantinho da minha casa... e muita saudade da pequena Sofia, mais recente alegria que Deus nos deu. Sinto falta dos gritinhos dela, das brincadeiras, das bagunças, de quando ela me vê e diz: “Ah, titio Cáudio”. Na noite passada, sonhei que a minha mulher havia vindo de São Paulo e trazido a princesa Sofia. Nos momentos de muita saudade, eu ou leio a Bíblia que minha sogra me mandou ou choro. Choro aos soluços, até a saudade passar. E sempre que penso na Sofia, agradeço a Deus e aos meus Amigos Marcello Vitorino e Nilva Bianco, jornalistas como eu, por terem colocado no mundo essa menina encantadora. Agradeço também à minha mulher por ter acolhido a Sofia como se ela fosse nossa, assim como aos meus três queridos filhos, que tão bem receberam essa alegria que ela é para todos nós. Às vezes, como ontem, penso que falo demais dela para meus interlocutores daqui e que talvez possa aborrecê-los com tantas lembranças dela, mas não tem jeito, porque ela, como minha mulher e meus filhos, não sai dos meus pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo de pensar neles e nos bens materiais que tenho em São Paulo só quando estou de cabeça no trabalho. Um trabalho que me absorve, me ocupa, me exige e por vezes me esgota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vezes, pensei em largar tudo e voltar para casa. Muitas vezes. Mas, eu sempre decido ficar, porque creio que estou fazendo diferença no jornal, estou ensinando, criando e aprendendo muito. Acredito também que ainda é cedo para ir embora, ainda que às vezes me aborreçam alguns episódios e situações vividas no jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas ocasiões, eu faço minhas orações, como, de resto, todas as manhãs, ao descer as escadas de 2º andar ao térreo do Brunette City Stúdio, o apart-hotel onde estou. Repito o Pai Nosso e a Ave Maria e depois digo, sempre: “Obrigado, Senhor, por me ter permitido chegar até aqui. Obrigado, Senhor, por me permitir estar aqui”. Digo o mesmo sempre que subo os dois lances de escadas até a Redação do jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que estou aqui por vontade de Deus e tenho certeza de que Ele saberá a hora certa de mandar daqui para uma outra cidade, ainda que não seja São Paulo. Torço para Ele me mande para uma localidade mais próxima de São Paulo, para que eu possa ir para casa pelo menos a cada duas semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria, por Deus, de ter meu trabalho e meus esforços sinceramente reconhecidos no jornal e em Campo Grande. Tenho fé que isso vai acontecer um dia, mas quero que esse dia não demore muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semana passada tive uma grande alegria, quando um colega da Redação, o experiente Editor-Executivo Nelson Urt, disse e repetiu, em reunião de editores, que eu falo falta quando viajo. Agradeci publicamente a ele por essa observação e a Deus, também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que eu não seja mais o perfeccionista que fui até alguns poucos anos, quando comecei a fazer terapia, sei que costumo a levar meu trabalho a sério e que faço, sempre, o melhor que eu posso. Se mais não faço é por falta de tempo, de condições humanas e materiais, assim como porque também tenho minhas limitações. Às vezes, sinto medo e insegurança diante de tantas responsabilidades que tenho. Penso no quanto seria bom ter mais profissionais na Redação, mais carros, mais equipamentos fotográficos, mais verbas, mais liberdade e mais autonomia. Mas, me conforto e me conformo com a fé e a esperança que tenho no futuro. Num futuro bem próximo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria de ter mais tempo para mim. Especialmente para voltar a ler meus livros, retomar os exercícios físicos, para conhecer mais e melhor esta cidade e o povo que aqui vive. Gostaria de viajar e conhecer as principais cidades de Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria de fazer Amigos aqui, porque eles me fazem falta. Mas, para isso seria preciso ter tempo, bem mais do que eu tenho hoje. Tenho dormido pouco. Algo em torno de seis horas por noite. Mas, se não for assim, não tenho tempo para mais nada; só para o trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhar no domingo, todos os domingos, também me aborrece, mais isso ainda é necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um mês, mais ou menos, resolvi que vou correr o risco de montar apartamento em Campo Grande. Mesmo sabendo que há qualquer hora poderei me aborrecer e pedir demissão do jornal ou ser demitido. Mas, vou correr esse risco porque preciso gastar menos com aluguel e condomínio, assim como morar mais perto do jornal. E Deus me ajudou mais uma vez, me permitindo encontrar um apartamento a 500 metros do jornal, mais barato do que este onde estou desde 6 de agosto de 2004. Vou morar melhor, mais perto, dar condições a ela ter um escritório dentro de casa, como em São Paulo, e assim ficar mais tempo comigo. Egoísmo puro? Sim, admito, mas só assim será possível estarmos mais tempo juntos, sofreremos menos, poderemos receber os filhos, parentes e Amigos de São Paulo e de outras localidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 00h35 a 2h10 de 12/12/2004&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-4498829484119533061?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/4498829484119533061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=4498829484119533061&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4498829484119533061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4498829484119533061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/03/por-que-223-vivo-so-nao-vivo-com-deus.html' title='Por quê? (223) Vivo só? Não, vivo com Deus!'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-3375716255709556641</id><published>2011-02-20T11:33:00.001-03:00</published><updated>2011-02-20T12:10:22.587-03:00</updated><title type='text'>Por quê (222) Quantos de nós?</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Li a reportagem intitulada “Como nossos pais”, publicada pelo Estadão de 17/3/2008 sob a assinatura de Patrícia Villalba, e fiquei com dúvidas – várias, inúmeras, seja lá o que for – na cabeça no meio do dia 19/3/2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São questões que na época dividi com e-leitores do blogue &lt;em&gt;Aos Estudantes de Jornalismo&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo – tanto na época quando hoje – é provocar reflexões e debates a respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) &lt;em&gt;Queridos Amigos&lt;/em&gt;, título da minissérie que a Rede Globo de Televisão exibiu até o dia 28/3/2008, é, igualmente, um livro escrito por Maria Adelaide Amaral, chamado &lt;em&gt;Aos Meus Amigos&lt;/em&gt;. Quantos de nós lemos esta obra da autora do texto da minissérie, editado pela Globo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Na abertura da reportagem, Patrícia Villalba faz referência ao “esfacelamento das ilusões políticas que sobraram depois da Anistia, da campanha pelas Diretas, da morte de Tancredo Neves e, enfim, da eleição de 1989”. Quantos de nós conhecemos bem esses temas tão importantes da vida nacional e indispensáveis para o exercício da nossa profissão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) A separação de casais é um dos temas centrais da trama criada por Maria Adelaide Amaral em &lt;em&gt;Aos Meus Amigos&lt;/em&gt; e em &lt;em&gt;Queridos Amigos&lt;/em&gt;. Quantos de nós já paramos para pensar em casamento, vida a dois e separação? Quantos de nós casa (ou casou) e separa (ou separou) sem sofrer, sem dar a menor importância às consequências dos nossos atos? E quantos de nós aprendemos (ou conseguimos aprender) com os casamentos, a vida a dois e as separações (nossas e de casais próximos a nós)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) &lt;em&gt;Alberto&lt;/em&gt;, personagem vivido por Juca de Oliveira, diz e repete: “Não sou um homem que se separa”. Quantos de nós já dissemos isso? Quantos de nós pensamos como ele? Quantos de nós já fez exatamente o contrário, ou seja, já casou e separou com a mesma facilidade e sem pensar nas consequências?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) &lt;em&gt;Teresa&lt;/em&gt;, vivida por Aracy Balabanian, sustenta que “casamento não se desfaz, se aguenta”. É isso mesmo? Ou todos nós temos o direito de tentar novamente e lutar pela felicidade pessoal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) &lt;em&gt;Iraci&lt;/em&gt;, funcionária pública aposentada e viúva, “não tem tempo para reflexões, quer viver”. Está certa ela? Quantos de nós faz (ou faria) como ela, que namora um homem casado (&lt;em&gt;Alberto&lt;/em&gt;) e troca beijo na boca com ele em público, ato que Fernanda Montenegro sempre disse que não faria no cinema, no teatro e na televisão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) “Os três (&lt;em&gt;Alberto, Iraci e Teresa&lt;/em&gt;) foram sobreviventes. Foram jovens esperançosos no pós-guerra, viveram a ilusão de paz mundial, viram os filhos serem exilados durante a ditadura”, escreveu Patrícia Villalba. Quantos de nós estudamos o período conhecido como pós-guerra, a vida dos brasileiros exilados, a ditadura de 1964 a 1985 e a pretendida paz mundial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) Anos 80 (1980 a 1989)? Quantos de nós vivemos este período, sabemos o que se passou naquele decênio e tem condições de falar e escrever a respeito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) Fernanda Montenegro fala em Guerra Fria. E nós, o que sabemos a respeito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) “Compromisso burguês”, Fernanda? Desde quando casamento é “compromisso burguês”? Ou é, gente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11) Tancredo Neves? Fernando Collor? Hitler? Quem são? Quem foram?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12) Muro de Berlim? União Soviética? Socialismo? Esquerda? Império? Revolução Francesa? Quantos de nós conhecemos assuntos tão importantes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13) Na última parte da reportagem, Patrícia Villalba pergunta a Aracy Balabanian: “E como é fazer uma personagem assim, justamente você, que tem uma imagem tão ligada ao humor?” E Aracy respondeu: “É que você é muito novinha”. E acrescentou: “Eu já fiz muita coisa pesada”. Ao dar essa resposta, Aracy foi indelicada com a repórter do Estadão? E, ao fazer a pergunta que fez, a jornalista demonstrou desconhecimento de causa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis aí alguns temas para reflexão por parte de todos nós, cidadãos brasileiros e jornalistas, especificamente. Estudantes de Jornalismo e futuros jornalistas, em especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19/3/2008 12:18:02 (atualizado em 20/2/2011)&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-3375716255709556641?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/3375716255709556641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=3375716255709556641&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3375716255709556641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3375716255709556641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/02/por-que-222-quantos-de-nos.html' title='Por quê (222) Quantos de nós?'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-4621112243535262045</id><published>2011-02-10T09:42:00.005-02:00</published><updated>2011-02-10T09:51:18.709-02:00</updated><title type='text'>Por quê (221) Pecados e esquecidos</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Numa das mensagens que enviei aos meus amigos desde Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, onde trabalhei em 2004 e 2005, contei a eles a experiência vivida em torno de uma pauta especial elaborada pelo coordenador de Produção do jornal diário O Estado de Mato Grosso do Sul, Walter Gonçalves, cumprida pela repórter Laura Miranda: os pecados mais repetidos nos confessionários da capital de Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laura, a quem eu tive a honra de admitir e orientar n'O Estado de MS, onde fui diretor de Redação, entrevistou padres e pecadores. Até porque era (e espero que continue sendo) uma frequentadora assídua da Igreja Católica Apostólica Romana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cantora nas horas vagas, hoje com CDs gravados, Laura Miranda nos mostrou que o adultério era um dos pecados mais citados nos confessionários de Campo Grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei ao assunto em fins de julho de 2005, quando trabalhava em Franca (SP), em função de uma pauta do Comércio da Franca (SP): objetos esquecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem mostrava que estavam esquecidos em repartições públicas e empresas privadas de Franca mais de 2.600 diplomas universitários, o mais antigo emitido em nome de um aluno da Faculdade de Direito formado em 1967; mais de 200 pares de sapato numa única sapataria; centenas de peças de roupas em apenas uma oficina de reparos; cinco caixas de sapatos cheias de relógios numa relojoaria central; milhares de documentos e correspondências nos Correios etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem esquece mais: o homem ou a mulher? Isto também foi abordado no trabalho dos repórteres Guilherme Mota e Nelise Luques, produzido sob a orientação da coordenadora de Produção Maisa Infante, editado por Sérgio Marques (editor do caderno Local) e Denise Silva (editora-assistente) com imagens de Silva Júnior e Tânio Marcos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São pautas como essas que fazem a diferença no Jornalismo diário do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;23/3/2008 05:44:42 (atualizado em 10/2/2011)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-4621112243535262045?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/4621112243535262045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=4621112243535262045&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4621112243535262045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4621112243535262045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/02/por-que-221-pecados-e-esquecidos.html' title='Por quê (221) Pecados e esquecidos'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6409126806100899858</id><published>2011-02-08T10:46:00.003-02:00</published><updated>2011-02-08T11:44:17.757-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (220) I.O.: O melhor, profissionalmente (3).</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Trabalhar em equipe – ou em grupo – foi das melhores tarefas que apresendi na Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São inesquecíveis figuras como os consultores ou especialistas como Darley Miranda, Alberto Dines, José Paulo Kupfer (que nos ensinou a fazer o D. O. Empresarial), Carlos Rossini, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como são inesquecíveis passagens como a que tive com “o meu pai” Carlos Haddad. Numa delas, durante curso com Darley Miranda, ele nos deu uma caneta para ser operada em conjunto. Só que ele não nos disse que era possível pegar o mesmo objeto com a mão de um (a direita, por exemplo) e a mão de outro (a esquerda, no caso). Apenas depois ficamos sabemos que foi de propósito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero, sinceramente, que Hubert Alquéres, o presidente que acaba de passar o cargo, tenha mantido essas atividades. Mantido e ampliado. Porque os cursos e trabalhos em equipe – ou em grupo – sempre foram fundamentais para os profissionais da Imprensa Oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto quanto nos foram fundamentais as feiras do livro, realizadas durante o Circuito Paulista do Livro por quase todas as regiões do Interior do Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto quanto nos foram fundamentais a participação da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo nas bienais do livro e nas feiras internacionais do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto quanto nos foram fundamentais o apoio logístico e financeiro para a criação do Poupatempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto quando nos foram fundamentais o apoio logistico e financeiro para a criação de projetos que nasceram dentro da Imprensa Oficial. Como os Telecentros, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como foi fundamental a transformação do D. O. Leitura de jornal em revista, que como tal era editada quando nós saímos de lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como foi fundamental a entrada da Imprensa Oficial no campo dos livros didáticos, graças a atuação de Sergio Kobayashi e Nicola (ou melhor, Carlos Nicolaiewsky, nosso diretor Industrial).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como foram fundamentais os 30 anos (ou quase) da administração do jornalista Vandick de Freitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como foram fundamentais os 5 anos da administração do jornalista Audálio Dantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem mais, muito mais. Por exemplo: a transformação do clipping impresso – que era feito no Palácio dos Bandeirantes, na região do Morumbi – num conjunto de cópias modernas, encadernadas inclusive, que ficavam prontas na primeira hora da manhã e entregues no máximo até 6 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;8/2/2011 10:38:27&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6409126806100899858?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6409126806100899858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6409126806100899858&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6409126806100899858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6409126806100899858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/02/por-que-220-io-o-melhor.html' title='Por quê? (220) I.O.: O melhor, profissionalmente (3).'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-9063246712498560436</id><published>2011-02-02T15:02:00.003-02:00</published><updated>2011-02-08T11:45:31.832-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (219) I.O.: O melhor, profissionalmente (2).</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Pela primeira vez, acredito, começo um texto com uma pergunta: por que a passagem pela Imprensa Oficial do Estado de Sao Paulo representou a melhor fase profissional de minha vida, até então?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, porque me permitiu fazer novos amigos, a começar de Sergio Kobayashi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo, porque me possibilitou estreitar ao máximo (se é que existe &lt;em&gt;máximo&lt;/em&gt;, neste caso) meu relacionamento com Carlos Conde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro, porque me levou a comandar uma Redação com quase 200 profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarto, porque me fez dirigir uma reforma geral no espaço físico sob minha responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quinto, porque me introduziu numa empresa bem administrada, moderna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergio Kobayashi e Carlos Conde, presidente e vice, respectivamente, se revelaram administradores completos. SK, ainda desconhecido para mim, me impressionava a cada dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Conde e eu, com quem havia trabalhado no Estadão e no Correio Braziliense (ele como diretor da Sucursal de São Paulo e eu como chefe de Redação), voltamos a reviver uma parceria inesquecível: ele como diretor e eu como gerente de Redação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os quase 200 profissionais da Redação, a maioria jornalistas, estavam desacostumados ao dia a dia com a criação de textos, ou seja, sem prática alguma com a transformação de fatos em notícias. Muitos nem tinham familiaridade com a informática. Foi preciso, portanto, muitas e muitas horas de treinamento. Ora com gente do nível de Alberto Dines, Augusto Nunes e Almir Gajardoni, ora com profissionais como José Paulo Kupfer, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na transformação total do espaço físico da Redação, fizemos – SK, Conde e eu – apenas uma exigência: nem a sala do gerente deveria ser instalada em local fechado; apenas a sala de reunião. E assim foi feito, com quase todos os móveis e equipamentos novos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em matéria de modernidade, a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo tinha tudo o que era mais avançado no País. Inclusive pagamento na participação sobre os lucros (quando tinha). E as metas eram rigorosamente acompanhadas e controladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá todos nós fizemos cursos de aperfeiçoamento. Foi por isso, inclusive, que Sergio Kobayashi entregou a presidência a Hubert Alquéres com os quase 1.000 funcionários devidamente diplomados. E mais: sem nunca ter mandado um único empregado embora sem motivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;2/2/2011 10:19:39&lt;br /&gt;2/2/2011 15:00:30&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-9063246712498560436?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/9063246712498560436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=9063246712498560436&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/9063246712498560436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/9063246712498560436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/02/por-que-219.html' title='Por quê? (219) I.O.: O melhor, profissionalmente (2).'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-3368274475338357252</id><published>2011-02-01T14:02:00.004-02:00</published><updated>2011-02-08T11:46:41.824-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (218) I.O.: O melhor, profissionalmente.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Os melhores anos de minha vida profissional, até então – ou seja, final dos anos 1990 e início dos anos 2000 – vivi na Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram 5 anos e 45 dias da mais pura alegria, satisfação e intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes estive em jornais do porte d’O Estado de S. Paulo, Correio Braziliense, Folha de S. Paulo e Jornal do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro dos maiores diários do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os maiores, só deixei de trabalhar n’O Globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa certa tarde, quando estava na antessala do diretor do Jornal de Piracicaba, no interior de São Paulo, o celular tocou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era o jornalista Carlos Conde, meu compadre, amigo e tudo mais que você, caro e-leitor, possa imaginar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conde, com quem tinha trabalhado no Estadão e no Correio Braziliense, me convidou para ir à posse dele na vice-presidência da Imprensa Oficial. E fui, em princípio, para prestigiar o Amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes, entretanto, Sueli e eu passamos pelo apartamento de uma grande Amiga, Marlene dos Santos. Ela havia trabalhado na Imprensa Oficial e era uma boa referência, pelo sim, pelo não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se ele te convidar, aceite na hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui, ele me convidou para ser Gerente de Redação, porque o titular estava se aposentado. Aceitei “na hora”, como me recomendou a Amiga Marlene.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faltava apenas o “sim” de alguém que eu ainda não conhecia: o presidente e jornalista Sergio Kobayashi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira pergunta que SK me fez foi a respeito de minhas ligações políticas. E me pareceu aliviado quando eu disse que jamais havia me filiado a partido algum e tinha admiração apenas por Mario Covas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos da sede da Imprensa Oficial direto para uma jantar numa das melhores churrascarias de São Paulo, a Vento Aragano, na Avenida Rebouças, onde Carlos Conde, meu novo chefe, me garantiu que eu havia feito um “gol de placa” ao mencionar o governador paulista, o verdadeiro e único responsável pela nomeação de SK.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí tudo correu às mil maravilhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergio Kobayashi e Carlos Conde nunca tiveram que repetir duas vezes a mesma ordem dada a mim. E jamais tiveram problemas comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que esse entrosamento foi fundamental para nossa convivência harmoniosa. E que jamais me levou a ter vontade alguma de pensar em deixar a Imprensa Oficial. Tanto que quando Hubert Alquéres assumiu, eu pensei, em tom de brincadeira, só em tom de brincadeira: “Estou demitido”. E não é que fui demitido mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;31/1/2011 09:21:15&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-3368274475338357252?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/3368274475338357252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=3368274475338357252&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3368274475338357252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3368274475338357252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/02/por-que-218-io-o-melhor.html' title='Por quê? (218) I.O.: O melhor, profissionalmente.'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6421203794652397301</id><published>2011-01-09T14:37:00.002-02:00</published><updated>2011-01-09T20:31:41.504-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (217) Revendo arquivos antigos</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação a respeito da troca de presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo me levou a rever meus arquivos, pessoais e particulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente que saiu ficou no cargo por quase oito anos, em substituição ao meu amigo e colega de profissão Sérgio Kobayashi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revi milhares de publicações de todos os tipos, incluindo textos e imagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o que mais me agradou foi um papel – simples, por sinal – a respeito de como funcionava a Redação da Imprensa Oficial em 2003: Gerente, Clipping (dez profissionais), D. O. Leitura + Suplementos + Informativo (seis), Editorias, Editais/Judiciario (nove), Executivo (nove), Primeira Página e Revisão (nove), Editais/Apoio (13), Empresarial e Jucesp (nove) e Agência de Notícias (12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao todo, éramos, na ponta do lápis, 73 profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais, é claro, centenas de outros profissionais das mais diferentes especialidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só gerentes éramos 22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos – ou quase todos – mandados embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09/1/2011 19:30:14&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6421203794652397301?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6421203794652397301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6421203794652397301&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6421203794652397301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6421203794652397301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2011/01/por-que-217-revendo-arquivos-antigos.html' title='Por quê? (217) Revendo arquivos antigos'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-4012566369441527284</id><published>2010-11-16T17:40:00.000-02:00</published><updated>2010-11-16T17:41:12.516-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (216) Preciso me animar</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa se animar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa renovar suas forças?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa erguer seu moral?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa descobrir novos caminhos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa encontrar um novo trabalho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa encontrar um novo emprego (se é que é isso que você está a precisar)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa mudar de casa e ou a rua e ou do bairro em que mora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa trocar de carro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando está sem dinheiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa de novos amigos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa renovar os seus amigos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando não consegue sequer olhar para os seus livros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa renovar o seu prazer pela leitura de jornais e ou revistas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa deixar de se prostar diante da televisão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando percebe que está deixando se levar pela emoção excessiva do futebol (ou de outros esportes)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando está se sensibilizando excessivamente com as emoções de outras pessoas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando percebe que está perdendo o controle das emoções com outras pessoas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa recuperar imediatamente o seu eixo (como fez Suplicy certa vez)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa de ajuda de alguém bem próximo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando percebe que uma – e apenas uma – pessoa pode te ajudar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faz, caro e-leitor, quando precisa parar e pensar seriamente em si mesmo, e só em si mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;16/11/2010 17:36:27&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-4012566369441527284?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/4012566369441527284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=4012566369441527284&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4012566369441527284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4012566369441527284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/11/por-que-216-preciso-me-animar.html' title='Por quê? (216) Preciso me animar'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-2501099547873907091</id><published>2010-11-02T15:15:00.000-02:00</published><updated>2010-11-02T15:16:17.493-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (215) O lixo que incomoda</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Andando a pé pela Capital Paulista, no início desta tarde de segunda-feira (1/11/2010), ao lado do meu genro, o primeiro e único, comentei com ele: “O lixo desta cidade me incomoda”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela reação dele – ou seja, nenhuma – nada o sensibilizou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estávamos subindo às margens da linha verde do Metrô, no sentido Imigrantes-Alto do Ipiranga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vínhamos da loja da SP-Japan, uma concessionária Honda que fica no lado direito do Riacho do Ipiranga, rumo ao litoral paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tínhamos ido até lá para levar para revisão o automóvel de minha filha, mãe da Beatriz e do Murilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como meu genro reação nenhuma teve com minha observação a respeito do lixo que tanto incômodo me causa, continuei a pensar no assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repassei de memória os oito meses que vivi em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, entre agosto de 2004 e março de 2005, quando o prefeito era o italiano que hoje governa do Estado, de nome André Puccinelli (PMDB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz o mesmo em relação a Franca (SP), onde morei e trabalhei de abril de 2005 e junho de 2006. O prefeito em questão também era do PMDB, Sidnei Franco da Rocha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por coincidência, Santos, onde morei de outubro de 2008 a dezembro de 2009, também tem como prefeito um político do PMDB, de nome Tavares Papa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E daí?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí que Campo Grande e Franca eram cidades limpas, bem cuidadas, mas Santos... não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santos só não era mais suja do que São Paulo porque é menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu continuei puxando pela memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Puxei tanto, mas tanto, que acabei desenterrando dois amigos muito queridos: Aloísio de Freitas e Carlos Ceneviva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos tinham fortes ligações com o assunto lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum dele era lixeiro, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinham ligações com o assunto porque um jogava o lixo pela janela do carro; o outro, dentro do automóvel, até mandar lavar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro morava e trabalhava em São Paulo, Capital. E agia assim porque acreditava que “pagando impostos” tinha o direito de sujar a cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo, na época, também pagava impostos – altíssimos, por sinal – mas morava no Canadá. E no Canadá não se brinca com lixo na rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;2/11/2010 15:13:56&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-2501099547873907091?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/2501099547873907091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=2501099547873907091&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2501099547873907091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2501099547873907091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/11/por-que-215-o-lixo-que-incomoda.html' title='Por quê? (215) O lixo que incomoda'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-8183682022492844348</id><published>2010-10-28T19:00:00.002-02:00</published><updated>2010-10-28T19:02:35.683-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (214) O futuro do Planeta</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Há mais de 60 anos, quando nasci, essa história de futuro do Planeta era coisa sem importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou melhor: praticamente sem importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, em pleno século 21, esse é o assunto mais importante do momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem: esta semana, na fila do caixa do Pão de Açúcar da loja da Rua Domingos de Moraes, quase esquina com o Largo Ana Rosa, presenciei uma brava discussão a respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exatamente este, ou seja: o futuro do Planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E cada um tinha um caso para contar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moça do caixa falou que as duas sobrinhas só queriam saber qual é o Planeta que elas vão herdar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mulher contou que Beatriz, filha de Cláudia e Marcio Gouvêa, vive dizendo que é inadmissível (embora ela nunca tenha usado exatamente esta palavra) jogar papel higiênico no vaso sanitário, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu também entrei na conversa para falar que Marcela (ou seria a Mariana?), uma das filhas dos meus amigos Mario Evangelista e Mônica Ribeiro, é a maior fiscal do meio ambiente em matéria de economia de água, entre outros temas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma cidadã ao lado quis saber: “Por que é que tem gente que não aceita levar sacolinhas de plástico?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no ato minha mulher perguntou: “Você já viu como anda a poluição do Oceano Atlântico?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, ela não havia prestado a atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ela, milhões de pessoas ignoram as consequências do uso indiscriminado daquelas sacolas que pensam ser tão úteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim caminha a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminha apressadamente para o abismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez que saio às ruas da minha cidade eu fico horrorizado com a sujeita, porque vejo lixo para todos os lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é por acaso que os cuidados com o meio ambiente estão crescendo cada vez mais, mais e mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isto é suficiente para deixarmos um mundo melhor para nossos filhos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;28/10/2010 18:57:15&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-8183682022492844348?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/8183682022492844348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=8183682022492844348&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8183682022492844348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8183682022492844348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/10/por-que-214-o-futuro-do-planeta.html' title='Por quê? (214) O futuro do Planeta'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-7530999622475009968</id><published>2010-10-19T15:28:00.000-02:00</published><updated>2010-10-19T15:29:37.332-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (213) O prazer de usar gravata</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Você conhece alguém que tem prazer de usar gravata?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravata, camisa (branca, de preferência), um terno bem cortado e costurado, um par de meias e outro de sapatos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunto porque – sempre que pude – trabalhei assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E hoje, voltando da padaria Recanto Doce, aqui do bairro da Aclimação, na zona sul de São Paulo, onde moro, meu olhar foi atraído por um senhor da minha idade (algo em torno de 60 anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele caminhava em sentido contrário ao meu, na Rua Paula Ney, logo após a feira de terça-feira frequentada por Sueli, minha mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E com isso me fez lembrar dos meus bons tempos de terno e gravata, mais camisa branca, meias e sapatos pretos (ou marrom, sabe-se lá).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostava tanto de usar gravata que até quando não era obrigado eu usava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha primeira apresentação pública, em Bastos, no Interior paulista, por exemplo, quando me coloquei a defender uma tese perante os olhares de centenas de olhinhos puxados de seguidores da Seicho-No-Iê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravata era fininha, de duas tiras, tal qual eu vim a usar na apresentação seguinte, em São Paulo, antes de voltar a me mudar para cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma gravata bem diferente das que eu viria a adotar no meu casamento com Sueli, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época eu gostava tanto de usar gravata que aproveitava todas as oportunidades que me apareciam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só evitava ir aos estádios de futebol de gravata, tal qual faz hoje em dia o treinador Wanderley Luxemburgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que troquei a reportagem do Estadão pelo meu primeiro cargo de chefia, na Assessoria de Divulgação do Gabinete do Secretário da Agricultura, passei a usar gravata todo dia útil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim foi ao longo de todos os meus anos até recentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram quase 40 anos de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei receoso apenas quando o primeiro-irmão de um presidente da República me encarou julgando que eu era o diretor da sucursal de São Paulo do Correio Braziliense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu não era o diretor mas apenas o chefe de redação, aquilo me fez repensar o meu traje – aí incluindo a tão comentada gravata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a dúvida foi passageira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo eu voltei a usar gravata sem receio e fiquei à vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha última aparição em traje completo foi no dia 11 de outubro de 2010, por ocasião do casamento da filha de um grande e saudoso amigo, Carlucho Maciel (Eliane com Tiago).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele dia eu me vesti da cabeça aos pés tal qual nos dois principais e mais importantes casamentos a que compareci: o de minha filha Cláudia com Marcio Gouvêa no dia 29/7/2006 e o de meu filho Mauro com Vivian Heinrichs em 30/1/2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;19/10/2010 15:25:47&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-7530999622475009968?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/7530999622475009968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=7530999622475009968&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7530999622475009968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7530999622475009968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/10/por-que-213-o-prazer-de-usar-gravata.html' title='Por quê? (213) O prazer de usar gravata'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-7776118063901803540</id><published>2010-10-15T17:08:00.002-03:00</published><updated>2010-10-15T17:10:49.095-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (212) Minha diferença</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O acesso à garagem existente na Rua Gregório Serrão, 51, aqui na Aclimação, tem sido minha diferença desde o dia 17 de dezembro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi naquele dia que Sueli e eu nos vimos obrigados a deixar o apartamento 71 do edifício de número 555 da Avenida Dr. Epitácio Pessoa, junto ao canal 6, em Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje (15 de setembro de 2010), por exemplo, fiquei três horas sem ter como sair da garagem de casa, que fica exatamente na Rua Gregório Serrão, 51.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo foi a desatenção (ou algo parecido) de um motorista de um Kadet de cor preta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motorista colocou seu veículo a obstruir quase um metro da porta de entrada da garagem do meu Honda Fit vermelho (como uma Ferrari).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abri a porta de minha residência, liguei a televisão e ali fiquei à espera dele, o motorista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de uma hora depois – e contrariando meus princípios – estampei um aviso no para-brisa do automóvel dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almocei na sala, com o prato nas mãos – também contrariando meus costumes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após o almoço, o motorista apareceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corri em direção ao portão da área de casa e chamei: “Amigo, amigo...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele percebeu minha presença, entrou rapidamente no carro, deu partida e acelerou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acelerou duas vezes para trás e só na terceira é que conseguiu ir para frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente não estava acostumado com o câmbio do Kadet, que tem a primeira marcha para frente e a ré com uma diferença mínima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem mesmo o aviso ele se preocupou em tirar, ou, pelo que imagino, só foi retirar na primeira esquina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, aqui comigo mesmo, ficou a imaginar o que fazer para evitar que os motoristas (homens e mulher, jovens e idosos) me dêem sossego e me permitam entrar em sair de minha garagem com um mínimo de tranquilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;15/10/2010 17:07:43&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-7776118063901803540?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/7776118063901803540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=7776118063901803540&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7776118063901803540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7776118063901803540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/10/por-que-212-minha-diferenca.html' title='Por quê? (212) Minha diferença'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-3763193209857396421</id><published>2010-10-14T19:37:00.001-03:00</published><updated>2010-10-14T19:39:13.027-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (211) Silêncio mortal (2)</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamais um texto meu causou tanta polêmica como o anterior, intitulado “Silêncio mortal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nele eu contava três casos e me referia às mortes de um Amigo residente em Curitiba e de um colega morador em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relatava, também, que está doente uma vizinha aqui da Aclimação, na Capital paulista, que prefere o anonimato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referia-me, sobretudo, à reportagem de capa da revista Veja da última semana de abril de 2010, cujo título é “Ajuda para morrer”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevi sobre o chocante texto de Adriana Dias Lopes, que entrevistou médicos e pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E terminei com o seguinte parágrafo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cada vez mais eu concordo com os médicos que agem assim, ainda que eu não me sinta encorajado a me isolar, mesmo sabendo que esteja condenado a conviver com uma doença incurável”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o suficiente para que no mesmo dia eu recebesse telefonemas de amigos e conhecidos me perguntando: qual é a “doença incurável” que me afeta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, nenhuma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos que eu saiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do segundo telefonema eu resolvi reler meu texto do dia 12/10/2010 e cheguei à conclusão que eles, os meus amigos, têm razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles têm razão porque o texto dá margem a esse tipo de interpretação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu deveria ter tomado o cuidado de escrever “ainda que tenha (eu, no caso) sofrendo de uma doença incurável”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;14/10/2010 19:36:22&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-3763193209857396421?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/3763193209857396421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=3763193209857396421&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3763193209857396421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3763193209857396421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/10/por-que-211-silencio-mortal-2.html' title='Por quê? (211) Silêncio mortal (2)'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-4669053475215820145</id><published>2010-10-12T17:02:00.003-03:00</published><updated>2010-10-12T17:05:53.549-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (210) Silêncio mortal</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Meu Amigo Creso Moraes, residente em Curitiba, sumiu por meses e só no dia da morte dele é que fiquei sabendo que passava os dias dizendo que a vida não tinha mais sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antônio De Salvo, morador em São Paulo e outro cidadão do meu relacionamento, que nos deixou no mesmo ano (2008), havia ficado recluso por meses e não queria visitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vizinha nossa aqui na Aclimação, em São Paulo, cujo nome eu omito porque sei que ela assim prefere, também está vivendo só por opção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses são apenas três de muitos casos que conheço de gente que se isola na doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral porque estão em estado terminal, ou seja, com os dias contados, ainda que não saibamos quantos dias a pessoa continuará vivendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda em 2008 fui buscar explicações para isso e alguém me disse que as pessoas são assim mesmo: isolam-se para que outros não tomem conhecimento dos seus sofrimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na última semana de abril de 2010 a Editora Abril fez capa da revista Veja com o tema “Ajuda para morrer”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizia, também na capa, não por acaso impressa na cor negra: “Médicos, pacientes e familiares relatam como enfrentaram o momento em que a vida se tornou apenas o prolongamento da morte”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E anunciava: “O que muda com o novo Código de Ética Médica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista me chamou a atenção imediatamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo era presente: eu acabara de enterrar minha mãe, em Campo Grande, que há anos vivia a me dizer – a mim e à minha irmã Clélia – que não via mais sentido na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comprei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reli em abril e agora, outubro de 2010, exatamente por conta do isolamento da minha vizinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto assinado por Adriana Dias Lopes é chocante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela ouviu médicos e pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um deles, o infectologista Artur Timerman, confessou a Adriana Dias Lopes: “Meu paciente estava em estado avançado do sarcoma de Kaposi (&lt;em&gt;um tumor maligno descrito pelo médico hugaro Moritz Kaposi&lt;/em&gt;&lt;em&gt; em 1872,&lt;/em&gt;&lt;em&gt; em Viena,&lt;/em&gt;&lt;em&gt; na Áustria&lt;/em&gt;), câncer comum entre pacientes de aids. Seu corpo estava coberto de úlceras que não cicatrizam e nenhum medicamento aplacava sua dor. Ele me pediu para sedá-lo e deixá-lo ir. Conversamos muito sobre o assunto e, três meses depois, fiz a vontade dele”. E acrescentou: “Orgulho-me de ter respeitado a autonomia de meu paciente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais eu concordo com os médicos que agem assim, ainda que eu não me sinta encorajado a me isolar, mesmo sabendo que esteja condenado a conviver com uma doença incurável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;12/10/2010 16:54:04&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-4669053475215820145?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/4669053475215820145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=4669053475215820145&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4669053475215820145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/4669053475215820145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/10/por-que-210-silencio-mortal.html' title='Por quê? (210) Silêncio mortal'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-3834725673923749023</id><published>2010-09-26T22:16:00.002-03:00</published><updated>2010-09-26T22:19:45.337-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (209) Dia da Bíblia</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Domingo, 26º do Tempo Comum, Dia Nacional da Bíblia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive uma boa noite, mas Sueli, minha companheira desde 15/7/1969 e com quem estou casado desde 5/9/1971, me veio com uma proposta rara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inédita, não. Mas rara:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Vamos à missa das 11&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sim, vamos”, respondi de imediato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explicando: desde que voltamos de Santos, na segunda quinzena de dezembro de 2009, temos frequentado a Celebração da Missa da capelinha dos Padres Xaverianos, aqui mesmo na Rua Gregório Serrão, entre as ruas Machado de Assis e a Joaquim Távora, na Aclimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vez por outra, vamos à missa do Convento das Irmãs da Visitação, na Rua Dona Ignácia Uchoa, na Vila Mariana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raramente, desde então, frequentamos a Paróquia de Santa Rita de Cássia, na mesma Rua Dona Ignácia Uchoa, onde temos ido desde que mudamos para a Rua Machado de Assis, 165, aqui na Aclimação, há mais de 30 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste domingo, entretanto, fomos até lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como fomos no dia 17/9/2010, uma sexta-feira, por ocasião da Missa de 7º Dia em intenção da alma do Padre Gaspar Blanco Ramos, nascido em 30/7/1941 e falecido em 10/9/2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar, como acontece desde então, demos de cara com o mesmo sacerdote que nos atende há mais de 20 anos: Padre Miguel Lucas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo que celebrou a Missa de 7º Dia do Padre Gaspar, aquele com quem morou por 33 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a leitura do Evangelho de Lucas, que relata a experiência de um homem rico e um pobre, Padre Miguel Lucas nos lembrou que “hoje é o Dia Nacional da Bíblia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nos fez uma comparação entre a Bíblia e o telefone celular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pediu a dois jovens que pegassem uma Bíblia e um aparelho de telefone celular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada uma ficou de um lado dele: o do Bíblia do lado direito; o do celular do lado esquerdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E perguntou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, no escritório&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;E se a déssemos de presente às crianças&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;E se a usássemos quando viajamos&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;E se lançássemos mão dela em caso de emergência&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para nossa surpresa, ele nos fez uma série de observações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela ‘pega’ em qualquer lugar&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga de bateria é para toda a vida&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;26/9/2010 22:15:58&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-3834725673923749023?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/3834725673923749023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=3834725673923749023&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3834725673923749023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3834725673923749023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/09/por-que-209-dia-da-biblia.html' title='Por quê? (209) Dia da Bíblia'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-1115356810492055927</id><published>2010-09-18T14:36:00.004-03:00</published><updated>2010-09-26T21:32:32.422-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (208) Adeus, Padre Gaspar</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ultima vez que me encontrei com ele foi justamente na esquina das ruas Carlos Petit com Vergueiro, ao pé da famosa caixa d’água, na Vila Mariana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava visitando um colega corretor de imóveis e ele passava pelo local, que era o plantão de vendas do Edifício UP e hoje funciona a pleno vapor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época, Padre Gaspar Blanco Ramos estava numa espécie de exilo em Ponta Grossa, no Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estava satisfeito, com certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou já estava afetado pela doença?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deveria estar doente, porque na missa de 7º dia de ontem (17/9/2010), desde o púlpito da Paróquia de Santa Rita de Cássia, o atual pároco, Padre Miguel Lucas, disse que Padre Gaspar carregou a cruz da doença por dois anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos, segundo Padre Lucas, moraram juntos por 33 anos. Coincidência ou não, essa foi exatamente a idade de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos olhos do seu rebanho, Padre Gaspar não era dos mais simpáticos. Mas, os depoimentos que se seguiram após a celebração da missa de sexta-feira, levaram muita gente às lágrimas. E às palmas, também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Gaspar nascera numa pequena aldeia espanhola em 30/7/1941. Talvez tenha entrado para o seminário porque os pais não reuniam condições de lhe custear os estudos, como tem acontecido com muitos sacerdotes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Lucas, entretanto, acredita que o importante é a vocação que Padre Gaspar tinha. E sempre teve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto que aos 12 anos ele se decidiu pela vida sacerdotal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram mais de 40 anos de vocação por terras brasileiras, em São José do Rio Preto (SP), São Paulo (onde faleceu no dia 10/9/2010) e por último em Ponta Grossa (PR).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo desse tempo todo ele foi pároco por duas vezes na nossa Paróquia de Santa Rita de Cássia, onde administrava tudo com mãos de ferro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha, ao mesmo tempo, o dom de impor as mãos e com isso ser o condutor de milagres, que sempre dizia ser feito por Deus e Nosso Senhor Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uniu casais, construiu obras sociais para creches e escolas profissionalizantes e viveu sempre – como disse Padre Lucas no sermão de sexta-feira à noite, na Paróquia de Santa Rita – “o que Santo Agostinho dizia sobre a necessidade de ajudar os pobres”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Gaspar chamava a atenção de todos integrantes do seu rebanho pela facilidade com que cantava os versos bíblicos. E na sexta-feira nós todos que lotamos a Santa Rita ficamos sabendo a razão ou pelo menos uma das muitas razões: ele cultuava a música desde que havia se conhecido por gente. Tanto que a missa em sua homenagem, Padre Gaspar, foi encerrada com a execução de sua canção preferida, enviada pela família desde a Espanha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Escucha hermano lá canción de lá alegria&lt;br /&gt;el canto alegre del que espera um nuevo dia&lt;br /&gt;ven canta, sueña cantando&lt;br /&gt;vive soñando el nuevo sol&lt;br /&gt;en que los hombres volverán a ser hermanos,&lt;br /&gt;ven canta, sueña cantando&lt;br /&gt;vive soñando el nuevo sol&lt;br /&gt;en que los hombres volverán a ser hermanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si en tu camino sólo existe la tristeza&lt;br /&gt;y el llanto amargo de la soledad completa&lt;br /&gt;ven canta, sueña cantando&lt;br /&gt;vive soñando el nuevo sol&lt;br /&gt;en que los hombres volverán a ser hermanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si es que nos encuentras la alegria en esta tierra&lt;br /&gt;buscala hermano más alla de las estrellas&lt;br /&gt;ven canta, sueña cantando&lt;br /&gt;vive soñando el nuevo sol&lt;br /&gt;en que los hombres volverán a ser hermanos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;18/9/2010 14:34:31 (atualizado em 26/9/2010 21:31:52)&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-1115356810492055927?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/1115356810492055927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=1115356810492055927&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1115356810492055927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1115356810492055927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/09/por-que-208-adeus-padre-gaspar.html' title='Por quê? (208) Adeus, Padre Gaspar'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6117546072189648858</id><published>2010-09-10T16:15:00.001-03:00</published><updated>2010-09-10T16:17:20.631-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (207) Choques e mortes</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A sequência de choques de trens contra veículos automotores do início de setembro de 2010 me fez voltar aos tempos de infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu morava na pequena mas aconchegante cidade de Adamantina, há cerca de 600 quilômetros da Capital paulista, onde hoje vivo há 40 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era feliz e sabia, ao contrário do que dizem por aí há muitos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabia mas queria mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá pelos lados de Adamantina corriam histórias chocantes a respeito de uma passagem de nível existente entre aquela e a cidade de Lucélia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucélia e a Adamantina eram ligadas (ou melhor seria dizer separadas?) por uma estrada de terra de 7 quilômetros de extensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, particularmente, nunca fui a pé de uma cidade a outra, mas quem foi me contou que a terra (ou seria areia?) era quente, tanto durante o dia quanto à noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de dia do que de noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, mas o fato é que o povo comentava lá pelos lados de Adamantina e Lucélia que muitos anos antes do meu nascimento, que se deu a 3 de dezembro de 1949, uma composição férrea havia se chocado com um ônibus e tirado a vida de muita gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais, muito mais do que as nove pessoas que morreram quarta-feira passada, dia 9 de setembro de 2010, no centro de Americana, na região de Campinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A colisão desta quarta-feira foi tão violenta que deu origem a uma capa chocante n’O Liberal de quinta-feira (9/9/2010), sob o título “TRAGÉDIA DO VCA 141”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob essa manchete o jornal publicou uma imagem do acidente e a seguinte legenda: “M O R T E S N A L I N H A Atingido por trem de carga, ônibus da empresa VCA que fazia a linha Unisal/Jardim Brasil/Zanaga 1 foi partido ao meio e arrastado por cerca de 100 metros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VCA, antes que você me pergunte, caro e-leitor, é a sigla da empresa responsável pelo transporte urbano de Americana. E 141 é o número da linha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto posto, é imperioso relatar que na sequência dos fatos outros tantos aconteceram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum, entretanto, chegou a superar a violência daquele que eu nunca havia visto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, mais do que ver, eu queria saber. Mas nunca soube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;10/9/2010 16:10:08&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6117546072189648858?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6117546072189648858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6117546072189648858&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6117546072189648858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6117546072189648858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/09/por-que-207-choques-e-mortes.html' title='Por quê? (207) Choques e mortes'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-3731650447065203466</id><published>2010-09-06T14:40:00.001-03:00</published><updated>2010-09-06T14:41:35.230-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (206) Fim de semana especial</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Foi, sem dúvida, um fim de semana especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fim de semana que começou na sexta-feira, 3/9/2010, quando encerrei uma sequência de quatro dias de trabalho intenso, corridos, sem folga nem descanso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fim de semana que só terminou na manhã desta segunda-feira, 6/9/2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sexta-feira à noite, desliguei o computador e tirei folga (dele, do trabalho, do Twitter, do correio eletrônico... de tudo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peguei o carro, um Honda Fit de cor vermelha como uma Ferrari, e fui buscar Sueli e Dona Cidinha na casa da minha filha, no Alto do Ipiranga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei em convidar as duas, Sueli e Dona Cidinha, para uma pizza especial, mas “a melhor sogra do mundo” se disse cansada da viagem entre Santos e São Paulo e me pediu para deixá-la no prédio da outra filha, aqui mesmo na Aclimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De lá, Sueli e eu nos arriscamos a algo especial: visitar – de surpresa – a pequena Sofia e os pais Marcello Vitorino e Nilva Bianco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos e nos demos muito bem, porque elas (já que Marcello estava dando aula em Santo André) ficaram felizes com a surpresa e ainda nos convidaram para uma pizza e um bom vinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos dormir depois da meia-noite e dormimos o quanto pudemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sueli pulou da cama, me convidou para uma café (especial, claro) e depois saiu para compras pela Vila Mariana e Aclimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na volta, me ligou desde a Rua Paula Ney e combinamos ir até o Shopping Paulista, no Paraíso, para almoçar, ver um filminho e comprar um presente de casamento para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almoçamos e comemos exatamente no local e a comida que ela queria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentamos “pegar um cinema” mas nenhum filme nos agradou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos às compras, então, e ela se disse feliz com o presente de 39 anos de vida comum após a troca de alianças, em Marília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o sábado não terminou aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sábado acabou apenas depois da vitória inesquecível do Corinthians sobre o lanterna Goiás, o mesmo que nos empurrou para a Série B, em 2007: marcamos 5 a 1, fora o baile.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No domingo, mais alegrias nos esperavam: na missa celebrada pelo Missionário Xaveriano Padre Cláudio no Convento das Irmãs da Visitação, na Rua Dona Ignácia Uchoa, na Vila Mariana; no condomínio onde a Família Bravos Philipson tem casa em Bragança Paulista, onde comemoramos mais um aniversário de caçula Bruno e vimos o último jogo do Brasileirão no Maracanã, antes da reforma para a Copa de 2014 (Flamengo 0 X Santos FC 0) e na viagem de volta a São Paulo, via Campinas, onde o Guarani venceu o líder Fluminense por 2 a 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda-feira, para completar, foi só assistir aos gols da rodada de sábado e domingo, marcada por uma série de viradas, pois, além dos resultados de Campinas, tivemos ainda as vitórias do Cruzeiro (3 a 2 sobre o Palmeiras de Felipão, no Pacaembu) e do São Paulo FC (3 a 2 em cima do Atlético Mineiro de Luxemburgo, no Ipatingão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim não há coração que aguente de tanta alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;6/9/2010 14:39:56&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-3731650447065203466?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/3731650447065203466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=3731650447065203466&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3731650447065203466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3731650447065203466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/09/por-que-206-fim-de-semana-especial.html' title='Por quê? (206) Fim de semana especial'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-3600196932383329747</id><published>2010-08-07T10:30:00.001-03:00</published><updated>2010-08-07T10:32:06.396-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (205) Visita especial a Santos</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Falar – ou melhor, escrever – que fiz uma visita especial a Santos é redundância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque desta vez a visita foi realmente especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou mais do que isso, acredite, caro e-leitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi, sem dúvida, a mais marcante de todas as visitas que fiz – ou melhor, fizemos, Sueli e eu – às terras descobertas por Martins Afonso de Souza, depois que de lá voltamos, em meados de dezembro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, era um dia especial porque o Santos FC jogaria à noite em Salvador (embora eu seja torcedor do Corinthians e jamais me passou pela cabeça trocar de time).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O time de Pelé iria disputar o jogo final da Copa do Brasil no Barradão contra o Vitória (e disputou, perdeu, mas acabou campeão, porque havia vencido por 2 a 0 na Vila Belmiro, em Santos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para prosseguir, fui ter com meu compadre Carlos Conde na residência dele, a alguns passos da “Vila mais famosa do mundo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá, a mulher dele, Maria Cristina Gomes Saliba, a querida Cris, me deu uma grande notícia e um privilégio: parou de fumar há três meses (depois de mais de 40 anos de tabagismo diário) e pediu para que eu levasse o marido até A Tribuna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que lá chegássemos, Conde e eu, ele me convidou para conhecer as mudanças que está fazendo no 2º e no 3º andares do edifício mais famoso da Rua João Pessoa (para quem não sabe, se é que algum e-leitor meu ainda desconheça, trabalhei lá por meses, entre 2008 e 2009).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que pisei no 2º andar, colegas e mais colegas de profissão vieram me saudar e me dar demonstrações do quanto ainda sou querido por aqueles lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre tais colegas, uma em especial: a minha ex-parceira de Editoria-Executiva, Arminda Augusto, que já estava lá quando cheguei e continua depois da minha saída. Foi ela quem fez questão de me mostrar cada mudança feita tanto no 2º quanto no 3º andares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O 2º andar já está praticamente pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O 3º encontra-se em obras e mais dois ou três meses se passarão até que fique pronto e em condições de ser ocupado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para não cometer injustiças, não vou me meter a citar um a um cada colega que comigo veio falar para saber as novidades, naquela quarta-feira, 4/8/2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso dizer, entretanto, que os pouco mais de 60 minutos que lá passei, a partir das 14h30, aproximadamente, me encheram de orgulho. Afinal, eu não sabia que ainda sou tão querido na Redação d’A Tribuna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para completar, quando cheguei ao apartamento de Dona Cidinha, a melhor sogra do mundo, dei de cara com meu cunhado preferido: Mário Márcio Bravos. Ele vive há anos, muitos anos, em Porto Velho (Rondônia). Eu o havia visto pela vez mais recente no dia (22/5/2008) do aniversário de 80 anos exatamente da Biza Cida, a mãe dele, em Marília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi ou não uma visita especial essa de quarta-feira (4/8/2010) a Santos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;7/8/2010 10:25:15&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-3600196932383329747?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/3600196932383329747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=3600196932383329747&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3600196932383329747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3600196932383329747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/08/por-que-205-visita-especial-santos.html' title='Por quê? (205) Visita especial a Santos'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6002774063357215067</id><published>2010-07-14T10:54:00.003-03:00</published><updated>2010-07-14T10:57:42.251-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (204) O Repórter</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitei as férias de julho e o friozinho do Outono aqui no Hemisfério Sul para colocar parte da minha leitura em dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os muitos livros que me passaram pelas mãos esteve “A Vida de um Jornal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta obra faz parte da minha coleção de publicações especializadas em Jornalismo e foi escrita nos Estados Unidos por Alvin Silverman, então “Chefe do Escritório de Washington do Plain Dealer, de Cleveland, um dos mais influentes diários da América”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira edição brasileira saiu aqui em junho de 1965 pela Editôra (era assim que se escrevia na época, com acento circunflexo) Lidador, cuja matriz estava sediada no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio às perguntas que você pode vir a me fazer, imaginei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Por que ler uma obra cujo título é “A Vida de um Jornal”?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Por que ler um livro publicado há 45 anos?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Por que “perder tempo” com uma publicação vinda dos Estados Unidos?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Por que, enfim, dedicar tempo precioso a saber detalhes a respeito do “Jornal Moderno” que está totalmente superado?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Inconscientemente, fiz-me (bonito, não?) todas essas e outras perguntas antes de começar a ler “A Vida de um Jornal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas foi só inconscientemente, porque, se tivesse feito uma, pelo menos uma pergunta do gênero antes..., eu não teria nem sequer iniciado a leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda bem, porque entre os 12 textos que encontrei em “A Vida de um Jornal” existe um que me agradou muito e me levou a escrever esse texto: “O Repórter”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um texto que pretendo ler periodicamente, assim como recomendar aos leitores do blogue “Aos Estudantes de Jornalismo” &lt;a href="http://aosestudantesdejornalismo.blogspot.com/"&gt;http://aosestudantesdejornalismo.blogspot.com/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que reproduzo a seguir, exatamente nos termos em que foi publicado em junho de 1965, aquelas que considero as principais frases do capítulo “O Repórter”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Uma das lendas da imprensa americana diz que o jornal é tão forte quanto seu quadro de repórteres. Isto é verdadeiro até certo ponto. Êsses profissionais indubitàvelmente constituem o ponto forte da organização. Mentalmente ágeis e observadores exatos, espera-se que apresentem aos leitores fatos comprovados e não boatos vagos e opiniões inçadas de preconceitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O repórter pode cometer um êrro gramatical e êle será corrigido na redação. Se o fotógrafo erra, todavia, a foto que poderia ter contado o fato melhor do que centenas de palavras perde-se para sempre. Se consegue a foto, nas piores circunstâncias de multidões e condições do tempo, um pequenino êrro na câmara escura pode destruir-lhe todos os esforços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ainda assim, os repórteres são indubitavelmente os glamorosos do mundo jornalístico. Na Europa, a palavra “repórter” não encerra significado muito importante. Lá, o que conta é “jornalista”. Nos Estados Unidos, o indivíduo que chama a si mesmo de “jornalista” torna-se imediatamente suspeito, e é considerado um semiprofissional, na melhor das hipóteses, e um tolo pomposo, na pior. (Uma velha definição americana de jornalista diz que êste é a pessoa que vive tomando dinheiro emprestado dos repórteres.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Graças à ficção e ao cinema, o repórter é figura muito mais glamorosa fora da redação e da profissão. Os repórteres dos grandes diários americanos recebem salários que variam de 75 a 300 dólares por uma semana de cinco dias, oito horas diárias – dependendo da experiência, capacidade e condições financeiras do empregador. Essa soma representa freqüentemente menos dinheiro, por trabalho mais árduo, do que a ganha por membros do quadro editorial e comercial, cujas identidades são geralmente desconhecidas do público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os chefes de redação há muito puseram-se de acôrdo sôbre, pelo menos, um dos atributos mais necessários ao bom repórter. Dizem que êle deve possuir um excelente “par de pernas”. Na gíria da imprensa, essa expressão significa a disposição de deixar a escrivaninha, o telefone e o escritório confortável e dirigir-se à cena da reportagem e conversar face a face com os indivíduos envolvidos no acontecimento. Em suma, significa o desejo de levantar-se, sair, mover-se. Não há dúvida também que uma curiosidade insaciável é necessária ao jornalista. Isto requer mais do que uma mente indagadora. Exige a ardente compulsão de saber, a disposição de fazer perguntas difíceis a fim de descobrir não sòmente os fatos em tôrno de questões importantes, mas também o que parecem detalhes triviais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O bom repórter deve ter a honestidade intelectual do membro sério de qualquer profissão. Alguns chamam a essa honestidade de objetividade – a capacidade de perceber os dois lados de um assunto e de evitar tornar-se pessoalmente envolvido. É isto, mas também honestidade de espírito. É o tipo de temperamento que não reage ao insulto com a ira ou à ira com o insulto. O repórter deve recordar constantemente que êle é um desinteressado cronista de fatos. Como tal, deve esforçar-se para proporcionar um relato completo, exato e sem preconceitos do acontecimento. O bom repórter interessa-se tanto pelos elos ausentes da trama como por aquilo que já comprovou como fato. A fim de conseguir um relato completo, por conseguinte, deve fazer perguntas, algumas vêzes hábil e diplomàticamente, e sempre inquisidoramente. Uma vez que o jornal diário constitui a história dos acontecimentos mundiais em determinado dia, o repórter deve conhecer tanto quanto possível o mundo em que vive. Necessita de tanta educação e informações explicativas quantas possa obter. Acima de tudo, deve cultivar numerosos amigos e conhecidos, pois a sua mais importante fonte de notícias é aquilo que lhe dizem. Os conhecidos, por conseguinte, são vitais para seu êxito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Provàvelmente todos os jovens que têm facilidade para escrever, possuem imaginação e transbordam do desejo de aventuras imaginaram-se algum dia na posição do repórter. Sendo tão acesa a concorrência por êsse lugar, de que modo pode o jovem converter o sonho em realidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A cobertura do “setor policial” constitui o jardim-de-infância para a maioria dos repórteres. Fazendo a cobertura das delegacias, o jovem aprende a identificar fatos e utilizá-los. Começa por aprender o que são fatos – e não opiniões e meias-verdades. Pouco a pouco, desenvolve personalidade, responsabilidade e técnica. E, o que talvez seja a mais rude das lições, aprende que coisa complexa, e freqüentemente desagradável, é a própria vida. Trabalhando nas delegacias, o “foca” enfrenta rotina e trabalho maçante no esfôrço para conseguir pequenos itens de notícia. Aprende algo sôbre prostitutas, ladrões, assassinos e toxicômanos. Aprende a extrair com lisonja informação de um taciturno policial ou bombeiro, a persuadir parentes abatidos pela dor a emprestar fotografias ou revelar detalhes sôbre as vidas de pessoas queridas que foram mortos ou feridas. Através dessas olhadas de relance à vida, o “foca” gradualmente domina a técnica e a rotina da coleta de notícias. Aprenda a pesquisar o livro de ocorrências na delegacia, o controlar diligências determinadas pelo escritório dos detectives, a observar e conferir tôdas as chamadas policiais e a “fazer a praça” – telefonando a uma lista selecionada de hospitais, ao necrotério, à cadeia, à polícia suburbana e aos quartéis de bombeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aprende êle que a regra número um do bom repórter é sempre suspeitar o pior. Isto talvez pareça uma atitude cínica, mas os repórteres policiais deparam-se tão freqüentemente com a fraqueza humana que aprendem a esperá-la. Aprende ainda que a maioria das pessoas gosta de manter sua vida privada e que aquêles que parecem ansiosos para aparecer nos jornais freqüentemente têm motivos ulteriores. Reciprocamente, aprende que quando alguém tenta suprimir uma notícia sem razão legítima deve redobrar seus esforços para descobrir por quê. Convertendo-se cada vez mais em juiz da natureza humana, suspeita logo quando a pessoa oculta a verdade. Torna-se diplomata, dotado de senso de humor, e homem compassivo que trata os inferiores intelectuais ou sociais como sêres humanos. Ainda assim, jamais se envolve emocionalmente com êles e jamais esquece que são, principalmente, fontes potenciais de notícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Indubitàvelmente, a lição mais importante que o jovem repórter pode aprender no seu treinamento inicial é o á-bê-cê do trabalho jornalístico, o “quem”, o “quê”, o “onde”, o “como”, e o “por quê” da notícia. O repórter principiante, tendo-se tornado sensível ao “por quê”, aprende também que dêle se espera que responda apenas às perguntas provocadas pela notícia, e não que as comente. A sua missão é de imparcialidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por essa altura, êle começa também a aprender a fazer amigos e, através dêles, a ouvir, a memorizar detalhes, a fazer as perguntas oportunas, apresentar sem preconceitos as respostas, a entrelaçar fios aparentemente isolados, a ser persistente sem ser agressivo, e a ser diplomata sem ser servil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se aprende êsses rudimentos, está pronto para o que o jornal considera as grandes missões de reportagem.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;14/7/2010 10:53:29&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6002774063357215067?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6002774063357215067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6002774063357215067&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6002774063357215067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6002774063357215067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/07/por-que-204-o-reporter.html' title='Por quê? (204) O Repórter'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-7805153394022876740</id><published>2010-07-13T17:30:00.001-03:00</published><updated>2010-07-13T17:32:47.002-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (203) Boa vontade</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;“Pequena Cinderela” nem sempre teve boa vontade para a ir à escola, mas hoje foi demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vovó ligou do caminho, antes de cruzar a Avenida Lins de Vasconcelos, rumo ao Metrô Alto do Ipiranga, e – acredite se quiser – ela atendeu com visível boa vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse que já estava pronta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava vestida, penteada... só não falou que estava descalça e sem agasalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Omitiu também que faltava escovar os dentes... mas tudo isso era detalhe de somenos (palavra que ela ainda desconhece, mas que está no meio da segunda coluna da página 1196 do Dicionário Escola da Língua Portuguesa, editado pela Academia Brasileira de Letras e Companhia Editora Nacional em 2008).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A boa vontade era tanta, mas tanta, que ela até perguntou do “titio-padrinho”. E deu gargalhada diante da resposta da vovó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando, entretanto, vovó e vovô chegaram ao apê em que ela mora com papai, mamãe e irmãozinho, ao invés de pular do sofá de uma só vez e correr para apertar o botão do elevador, como ele gosta de fazer, a “Pequena Cinderela” estava sentada e a assistir a um DVD que mais parecia o canal 45 da Net.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vovô-motorista foi buscá-la porque papai tinha aula de aperfeiçoamento da língua inglesa e mamãe havia agendado compromisso para logo cedinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vovó, “minha querida vovó”, estava ali porque se comprometera a ficar de babá do “Pequeno Príncipe”, como, de resto, fazia quase todo dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ela, que está em férias mas nem tanto, hoje deveria estar de boa vontade, muita boa vontade, porque era “dia de balé”, e ela gosta muito de balé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas... não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, recusou a saudação do vovô, dizendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;É “bom dia” e só, vovô. Nada de “amor”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vovô havia dito a ela:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Bom dia, meu amor&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela aceitara o “bom dia”, mas recusara o “meu amor”. Como, alias, fizera outras tantas vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jeito foi vovó convidá-la para a higiene bucal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Vamos escovar os dentes, “Princesa”&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao terminar, ela entregou a escova ao vovô, que deu mais umas esfregadinhas. Nos dentes da frente, pelo menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí, foi uma árdua batalha até entrar no elevador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De nada adiantou dizer que ela poderia apertar o botão de pausa e seguir a assistir o DVD ao voltar da escolinha, que hoje era dia de balé, que ela tinha as unhas feitas na véspera pela Carmem, em casa dos avós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada de nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “Pequena Cinderela” só saiu correndo rumo ao elevador quando ouviu o barulho do “sobe-e-desce”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiu correndo do apê e correndo entrou no elevador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apertou o botão “2-S” e ficou na expectativa da chegada ao piso em que o vovô havia estacionado o “carro vermelho” de que tanto ela gosta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem assim ela se animou a entrar na “Ferrari do vovô”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria, porque queria, ir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;...no carrão do papai&lt;/em&gt; (que é grande e preto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, foi no Honda Fit do vovô.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela, o “Pequeno Príncipe” e a vovó. E o vovô-motorista, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só ao longo do percurso entre a Chácara Santa Cruz e a Avenida Bosque da Saúde ela abriu o jogo e explicou a razão da falta de vontade de ir à escolinha, hoje:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;É que o Pedro Henrique é muito chato, vovó&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;13/7/2010 17:22:37&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-7805153394022876740?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/7805153394022876740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=7805153394022876740&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7805153394022876740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7805153394022876740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/07/por-que-203-boa-vontade.html' title='Por quê? (203) Boa vontade'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-822586025370144286</id><published>2010-07-09T15:55:00.003-03:00</published><updated>2010-07-09T15:57:28.298-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (202) Afonso Dias</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez, e lá se vão muitos anos, Sueli e eu estávamos hospedados na confortável residência de Anita e Luiz Augusto Michelazzo, em Ribeirão Preto (SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confortável e ampla, a residência deles, que na época ficava ao lado da Cava do Bosque, praticamente no centro de “Rébis”, como eles chamam Ribeirão Preto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Papo vai, papo vem, eu com ele e elas entre elas, eu disse a ele:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Sempre que venho a Ribeirão Preto vou visitar meu Amigo Afonso Dias&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sequência, Mic retrucou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Dessa vez, só se você conseguir alcançá-lo num outro plano&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei branco, com certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desconhecia por completo a passagem de Afonso Dias deste mundo para um outro, que, dizem, é bem melhor (e, ainda que seja, eu ainda prefiro este em que estamos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Dias, para quem não conheceu, era jornalista e funcionário público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como jornalista, trabalhou em incontáveis revistas, diários e semanários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como funcionário público, dava expediente na Dira, a Divisão Regional Agrícola de Ribeirão Preto, subordinada à Cati, a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos conhecemos por conta da minha passagem pela Assessoria de Imprensa da Secretaria da Agricultura do Governo do Estado de São Paulo, por 18 meses, entre 1974 e 1976.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos Amigos para sempre, ou pelo menos enquanto ele esteve vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Dias era um caipira exemplar: vestia-se, morava e vivia bem mas com simplicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era competente e dedicado, o Afonso Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa última carta, que acabo de localizar em meus guardados, é datada do tempo em que ainda não havia correspondência eletrônica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ribeirão Preto, 03/Março/1993.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu caro amigo Cláudio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações fraternas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com o coração dilacerado e os olhos lacrimejantes que lhe escrevo esta carta. Estou vivendo terrível solidão, apesar da companhia sempre querida dos meus filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia 15 de fevereiro, Deus decidiu levar para o Seu Reino àquela que foi minha esposa por 40 anos, àquela mãe extremada e avó amada pelos seus netos. Sua enfermidade foi efêmera: durou apenas 41 dias. Assim, comecei o 1993 tumultuado e com uma tristeza inconsolável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebi sua estimada e sempre aguardada carta, desejando-me feliz ano novo, mas os acontecimentos impediram-me de respondê-la de imediato, pelo que me excuso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Paula telefonou-me dando-me conta de ter-se avistado com você em São Paulo. Ela mostrou-se bastante impressionada com a atenção que lhe deu. Agradeço-lhe por mais esse seu interesse, em nome de nossa inabalável amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos jornais, a coisa ainda não se engrenou. Tudo está como antes no quartel de Abrantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembranças a todos os seus familiares e aos amigos da nossa sempre querida COMUNIC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abração do&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sempre amigo Afonso&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Espero que Deus Todo Poderoso o tenha recebido de braços abertos, Amigo Afonso Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9/7/2010 15:40:51&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-822586025370144286?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/822586025370144286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=822586025370144286&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/822586025370144286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/822586025370144286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/07/por-que-202-afonso-dias.html' title='Por quê? (202) Afonso Dias'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-3367207362031812183</id><published>2010-07-08T15:50:00.003-03:00</published><updated>2010-07-08T17:49:18.113-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (201) Parque da Aclimação</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre tive identificação pessoal e próxima com os nossos parques públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se me lembro bem, as praias de Santos foram as únicas que me distanciaram dos nossos parques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Adamantina, cidade onde nasci, na falta de parques, eu procurava as praças públicas. Especialmente a praça onde hoje (8/6/2010) funciona a Secretaria de Cultura e a Biblioteca Municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda em Adamantina, eu frequentava sempre a praça que fica em frente à estação ferroviária. Até porque era lá que eu ia para encomendar as transmissões das minhas primeiras notícias para a Rádio Bandeirantes de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Marília, em Campinas, em São Paulo, em Campo Grande e em Franca, cidades onde vivi e trabalhei nos últimos 60 anos, 7 meses e cinco dias, sempre procurei conhecer e frequentar os nossos parques públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As praças também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me bem dos parques e praças de Brasília, Curitiba, Porto Alegre..., que frequentei quase todas as vezes que lá estive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui em São Paulo o primeiro parque que conheci de perto e em detalhes foi aquela ampla área existente em torno do Museu do Ipiranga. Eu ia lá todas as tardes de domingo quando voltei para a Capital paulista por conta do meu trabalho para o Estadão. Ia com minha avó materna, Durvalina. Até porque o jornal não circulava às segundas-feiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É exatamente daquele período meu primeiro contato com o parque público que mais me identifico nos últimos quase 40 anos: o Parque da Aclimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De carona com um motorista do Estadão que morava no ABC Paulista, eu fazia o trajeto entre as ruas Major Quedinho, no Centro, e a Cisplatina, no Ipiranga, sempre passando pela lateral do Parque da Aclimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era noite, sempre à noite, mas eu logo tomei gosto e fiquei encantado com o verde do Parque da Aclimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E um dia, ainda à noite, eu disse ao motorista do Estadão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Quando eu me casar e tiver filhos, vou querer criá-los aqui, no Parque da Aclimação&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse e fiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem esforço algum, fiz com que Sueli e meus filhos passassem a gostar do Parque da Aclimação. E como eles, muitos e muitos amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São incontáveis as manhãs, as tardes e os dias inteiros que passamos, Sueli e eu, com os filhos no Parque da Aclimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São incontáveis as caminhadas que já fizemos pelas pistas do Parque da Aclimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Parque da Aclimação tem um astral indescritível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A temperatura, no Parque da Aclimação, varia de 1 a 2 graus para menos, segundo o colega Geraldo Nunes, repórter aéreo da Rádio Eldorado. Ou seja: nada mais agradável do que estar no Parque da Aclimação, caminhar pelo Parque da Aclimação, ler um livro no Parque da Aclimação, estar com os filhos no Parque da Aclimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas hoje, ao abrir o Estadão, o meu Estadão, vejo lá: querem mudar o nome do Parque da Aclimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só pode ser coisa de quem não tem o que fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/a&gt; reside na Aclimação desde que se casou com Sueli, no dia 5/9/1971. É jornalista desde 1º de maio de 1968, repórter, editor, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação empresarial e institucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8/7/2010 15:42:00&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-3367207362031812183?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/3367207362031812183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=3367207362031812183&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3367207362031812183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/3367207362031812183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/07/por-que-201-parque-da-aclimacao.html' title='Por quê? (201) Parque da Aclimação'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-7300081354093377254</id><published>2010-06-30T19:25:00.002-03:00</published><updated>2010-06-30T19:28:09.331-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (200) Ave, Conde!</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se entre nós estivesse, o Mestre Juarez Bahia (nascido em Cachoeira, na Bahia, a 18 de novembro de 1930, e falecido no Rio de Janeiro, em janeiro de 1998) certamente estaria a aplaudir de pé e, de preferência, no segundo piso do prédio d’A Tribuna, na Rua João Pessoa, 129, em Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como ele nos deixou há mais de dez anos, alguém tem que aplaudir por ele a seu fiel seguidor e inseparável amigo Carlos Conde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humildemente, como sempre foi do meu feitio, faço questão de ser esse alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco mais de dez meses após assumir o mais alto e importante cargo existente na Redação d’A Tribuna, o atual Editor-Chefe anuncia a recriação do extinto segundo posto de Editor-Executivo do jornal e o terceiro existente no organograma de A Tribuna de Santos Jornal e Editora Ltda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação desse posto, é importante relembrar, foi criado na virada de setembro para outubro de 2008, quando da posse no cargo de Editor-Chefe do antecessor de Carlos Conde, meu também amigo Wilson Marini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marini pediu à cúpula d’A Tribuna uma estrutura que contemplasse o tripé clássico de uma redação num jornal do porte daquele: Editor-Chefe e dois Editores-Executivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Editor-Chefe assumia ele, Wilson Marini, que vinha do mesmo posto no O Diário do Norte do Paraná, sediado em Maringá. E com a autoridade que a Família Santini lhe havia conferido, confirmara – com toda razão – a Editora-Executiva Arminda Augusto, há mais de dez anos na empresa, e dois novos Editores-Executivos: Mario Evangelista (baseado em Campinas e que assumiu como Executivo do tablóide Expresso Popular) e este escrevinhador que vos escreve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fizemos o melhor que nos foi possível, com absoluta certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Combatemos o bom combate, sempre que nos foi possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o dia em que a cúpula da organização decidiu que tinha motivos para eliminar os cargos e salários mais altos da Redação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consequentemente, fui um dos cortados e, com profunda dor no coração, tive que deixar A Tribuna no dia 17 de junho de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda tentei me manter em Santos e na Baixada Santista. Eu e Sueli, minha fiel companheira há cerca de 40 anos. Mas isso não foi possível, por questões financeiras e por coerência, apesar dos quatro meses de “frilas” que me foi transferido pelo amigo e compadre Carlos Conde, entre setembro e dezembro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conde, justiça seja feita, ainda tentou me levar para trabalhar num clube de futebol que nunca foi minha primeira opção, embora tenha cores alvinegras e seja a maior paixão futebolística dele. Tentou mas infelizmente não conseguiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente – e com o comportamento típico do repórter que acompanhou o dia a dia do Itamaraty por 12 anos a serviço do Estadão, em Brasília – trabalhou com total discrição e a maior reserva até o dia em que pode anunciar de público a recriação do cargo de Editor-Executivo, o segundo no organograma da Redação de A Tribuna e o terceiro na estrutura da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, como não poderia deixar de ser, fez a escolha com base no principal critério que Mestre Juarez Bahia lhe ensinou ao longo dos anos em que trabalharam juntos na mesma Redação de A Tribuna: o da qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, só posso desejar sorte, muita sorte, a Dario Palhares, que assume neste 1º de julho de 2010 o lugar que foi meu. E, ao mesmo tempo, deixar claro, de público, que aprendi a admirar Dario graças ao amigo comum Carlos Conde, em meio aos quais (Conde de um lado, Dario do outro) fui por vezes aos jogos do Santos FC, na Vila Belmiro, em Santos. A nos acompanhar, sempre, a mulher de Conde, a querida amiga Maria Cristina Gomes Saliba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, até porque esse texto está a ficar longo, é preciso informar e afirmar: o Jornalismo lhe deve essa, Carlos Conde. Mais essa. E os jornalistas, todos, também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968, repórter, editor, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação empresarial e institucional.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;30/6/2010 19:21:50&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-7300081354093377254?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/7300081354093377254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=7300081354093377254&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7300081354093377254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7300081354093377254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/06/por-que-200-ave-conde.html' title='Por quê? (200) Ave, Conde!'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6788523424202336217</id><published>2010-06-16T15:06:00.002-03:00</published><updated>2010-06-16T16:17:23.611-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (199) 16 de junho</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdi o sono nesta noite, de 15 para 16 de junho de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não foi por conta da sofrível apresentação do Brasil frente à Coréia do Norte, ontem, no primeiro jogo do nosso selecionado na Copa do Mundo da África do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem porque estamos no 167º dia do ano e só nos restam 198 dias para o fim do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito menos porque o Estádio Jornalista Mário Filho, o famoso Maracanã, no Rio de Janeiro, estava comemorando 60 anos, construído que foi para a Copa do Mundo de 1950 de triste lembrança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não foi porque me lembrei – embora tenha me lembrado – do Levante de Soweto, ocorrido em 1976 e registrado na Wikipédia como “um dos mais sangrentos episódios de rebelião negra desde o início da década de 60, desencadeado pela repressão policial à passeata de 10 mil estudantes, que protestavam contra a inferioridade das ‘escolas negras’ na África do Sul”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O palmeirense Edson Rossi, meu Amigo, jornalista como eu e companheiro de mestrado em 2003, em São Paulo, pela Universidade de Navarra, Espanha, diria que perdi o sono por estar preocupado com a volta de Felipão ao Palmeiras (afinal, foi sob o comando de Luiz Felipe Scolari que o “Porcão” chegou ao título inédito da Copa Libertadores da América ao vencer o Deportivo Cali por 2 a 1 no tempo normal e por 4 a 3 nos pênaltis, no dia 16 de junho de 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi por isso nem porque nesta data fazem aniversários os futebolistas Paulo César Lima (o ‘Caju’, nascido no mesmo ano em que eu nasci) e Luiz Guilherme da Conceição Silva (o Muriqui, nascido na cidade do mesmo nome, no Rio de Janeiro; ele disputou o Brasileirão de 2009 pelo time catarinense do Avaí e se apresentou contra o Santos FC num dos jogos que vi ao lado do casal Carlos Conde e Maria Cristina Gomes Saliba, na Vila Belmiro, em Santos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito menos perdi o sono nesta madrugada porque teria adivinhado que o selecionado do Chile quebraria um tabu de 48 anos ao vencer o de Honduras por 1 a 0, ainda pela manhã, na Copa da África do Sul (a última vitória dos chilenos em Copa do Mundo foi, segundo ‘tuitada’ do meu Amigo Vinicius Araujo, em 16 de junho de 1962, por 1 a 0 sobre a Iugoslávia, no Chile).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não tinha capacidade para prever, também, que a favoritíssima seleção da Espanha, a famosa ‘Fúria’, iria perder para a até então considerada fraca Suíça igualmente por 1 a 0.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada disso me fez perder o sono nesta madrugada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me fez perder o sono, de verdade, foi o que aconteceu na sala do Editor-Chefe do maior e mais respeitado (ou seria “temido”?) diário da Baixada Santista (ou seria “Paulista”?), no final da tarde do dia 16 de junho de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968, repórter, editor, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação empresarial e institucional.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;16/6/2010 15:05:16&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6788523424202336217?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6788523424202336217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6788523424202336217&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6788523424202336217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6788523424202336217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/06/por-que-199-16-de-junho.html' title='Por quê? (199) 16 de junho'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6199282355207075260</id><published>2010-06-01T16:42:00.002-03:00</published><updated>2010-06-01T16:44:22.847-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (198) Rejeição ou ciúme?</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha netinha está a me dar sinais de rejeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mim, especificamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque a vovó ela idolatra, faz reverências, dá inegáveis sinais de apreço, de carinho, de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é isso que me desagrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais ela amar minha mulher, mais feliz eu ficarei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, isso é demonstração de reconhecimento por tudo que a vovó fez e faz por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez, faz e fará, certamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecimento que também espero que ela tenha do “pequeno príncipe”, nascido a 6 de janeiro de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me desagrada, me contraria, me aborrece... é a possível rejeição da “Bebê”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até porque ela sempre foi carinhosa para comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre me tratou com o maior carinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela sempre me dispensou atenção e... amor (?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. Eu não diria amor, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo porque eu e minha mulher temos conversado esporadicamente a respeito de amor e concluído que ela, a “Bebê”, ainda não deve ter noção de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora ela esteja às vésperas de completar 3 anos de idade, no dia dos namorados (12/6/2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propósito, recorro a uma mensagem que acabei de receber de um “correspondente” e que revela algo muito interessante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Minha filha não cumprimenta “direito” o avô dela, mas pula no colo da avó. Meu pai diz que ela precisa cumprimentar os mais velhos. Eu digo: “Se vira, conquista ela”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estaria aí o segredo da questão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo que conversei ontem (31/5/2010) com minha mulher, sim e não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na viagem que fizemos entre a casa dela, no Alto do Ipiranga, e a nossa, na Aclimação, minha mulher explicou que “Bebê” mudou completamente de humor (ou algo assim) quando desligamos os telefones e a vovó disse à netinha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O vovô está vindo aqui para me buscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso – ou seja: pela mudança de comportamento – que minha mulher acredita que ela, a “Bebê”, nada tenha de diferente em relação a mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo não passa, na opinião da vovó, de “ciúmes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seria medo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medo de perder as regalias que a vovó tem dado a ela desde os primeiros dias de vida, como carinho, atenção, comidinha na boca, banhos, passeios, presentes, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medo de perder a companhia da vovó, enfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968, repórter, editor, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação empresarial e institucional.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;1/6/2010 16:41:25&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6199282355207075260?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6199282355207075260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6199282355207075260&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6199282355207075260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6199282355207075260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/06/por-que-198-rejeicao-ou-ciume.html' title='Por quê? (198) Rejeição ou ciúme?'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-7810340324071514159</id><published>2010-05-22T19:15:00.003-03:00</published><updated>2010-05-22T19:16:25.147-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (197) Ser avô</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo semestre de 2008, ávido por aperfeiçoar cada vez mais meu desempenho profissional, pedi que um Amigo analisasse o meu rendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele não teve dúvida: disse exatamente aquilo que eu jamais havia percebido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você fala demais de sua netinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarta-feira passada, dia 19/5/2010, em Santos, um outro grande Amigo, me observou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ser avô deve ser muito bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, 22/5/2010, assistindo a uma entrevista do repórter Ednei Silvestre com Lya Luft, ouvi a escritora do Rio Grande do Sul falar com orgulho indisfarçável dos sete netos que os três filhos lhe deram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que a observação do Amigo de 2008 teve impacto imediato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto que diminui imediatamente minhas referências à netinha querida, que eu sempre chamei de Be(bê)atriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na frente do Amigo em questão, pelo menos, eu me controlei o mais que pude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o controle não foi tão rigoroso, assim, admito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até porque, se tivesse sido, meu Amigo de Santos não teria sido levado a fazer a observação que fez e que repito aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ser avô deve ser muito bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele disse isso porque, certamente, ficou bem impressionado com as informações que eu passei a propósito de Beatriz do Amaral Gouvêa, filha de minha filha Cláudia e do meu genro Márcio Gouvêa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações involuntárias, espero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações motivadas pelas alegrias que Be(bê)atriz me proporciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mim e à vovó Sueli, a quem a pequena Be(bê)atriz dá todas as provas de admiração, apreço, carinho, amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior que isso – pior ou melhor? – é que no dia 6 de janeiro deste ano Cláudia e Márcio nos deram mais um netinho: Murilo do Amaral Gouvêa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Murilo é um garoto que se destaca principalmente pelo sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o chamado “garoto sorriso”, como diz vovó Sueli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968, repórter, editor, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação empresarial e institucional.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;22/5/2010 19:09:52&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-7810340324071514159?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/7810340324071514159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=7810340324071514159&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7810340324071514159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/7810340324071514159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/05/por-que-197-ser-avo.html' title='Por quê? (197) Ser avô'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-8579066184718743870</id><published>2010-04-02T11:12:00.001-03:00</published><updated>2010-04-02T11:13:31.214-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (196) Dúvida cruel</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre disse não ter medo da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas... será que falo a verdade... ou falo apenas da boca pra fora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa dúvida cruel me perseguiu quase que a semana toda, neste final de março e começo de abril de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos primeiros dias, porque tive que tomar contato com relatos a respeito de problemas sérios em relação à saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li, por exemplo, o relato de um cidadão que havia sido informado por um médico que estava com um tipo inédito de câncer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei abalado, deprimido, arrasado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pensei: “&lt;em&gt;Será que eu teria forças para reagir como ele, enfrentar a doença e buscar a cura como ele fez?&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, outro baque: a notícia da morte do jornalista Engel Paschoal, com quem convivemos, Sueli e eu, por longos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei novamente abalado, deprimido, arrasado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, tomando como exemplo o caso do cidadão que havia descoberto ser portador de câncer raro, procurei não me entregar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo contrário: tomei coragem, dei um tempo no texto que estava a fazer e fui até o velório da Beneficência Portuguesa, no bairro do Paraíso, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui me despedir de Engel e aproveitei para dar um abraço saudoso na mulher que fez companhia a ele ao longo dos últimos anos, 24 horas por dia: Lucila Cano, amiga das mais queridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engel também foi levado por um câncer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um câncer na próstata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um câncer que o consumiu lentamente, mas jamais o impediu de trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem mesmo no último dia de vida dele, quando pediu a Lucila que o ajudasse a cumprir o compromisso semanal que tinha com o UOL e jornais diários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a ela que ele ditou seus últimos textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi ela quem me contou, pessoalmente, em frente ao caixão estacionado no velório da Beneficência Portuguesa de São Paulo, que ele se foi da forma que todos nós – ou quase todos – gostaríamos de passar deste mundo para o outro: dormindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte de Engel me fez lembrar de um outro grande Amigo: Carlucho Maciel, Amigo comum a nós todos – Engel, Lucila, Sueli e eu – e que nos deixou no dia 10/4/2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlucho também se foi repentinamente, enquanto caminhava numa das praias de Santos, junto ao Canal 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi, imagino, também sem sofrimento, pois tivera um enfarto fulminante em consequência dos muitos cigarros que fumava todo dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como eu não tivera condições físicas para acompanhar o velório de Carlucho, evitei o quanto pude que o fato se repetisse em relação a Engel Paschoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz de tudo o que me foi possível e fui me despedir dele, no velório da Beneficência Portuguesa, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sepultamento não me foi possível comparecer, até porque o corpo foi levado para o cemitério de Urupês, no interior paulista, onde Engel nasceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim eu continuo com minha dúvida cruel em relação à morte: tenho ou não medo dela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968, repórter, editor, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação empresarial e institucional.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;2/4/2010 10:53:35&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-8579066184718743870?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/8579066184718743870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=8579066184718743870&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8579066184718743870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8579066184718743870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/04/por-que-196-duvida-cruel.html' title='Por quê? (196) Dúvida cruel'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-5604052504282425445</id><published>2010-03-10T12:16:00.000-03:00</published><updated>2010-03-10T12:17:57.068-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (195) Bravos sanitaristas</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Desde dezembro de 2009, quando Sueli e eu voltamos a viver na nossa residência da Aclimação, em São Paulo, tenho ficado de olhos bem abertos sobre os caminhões que recolhem lixo aqui na nossa rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, tenho visão privilegiada a partir da janela do nosso escritório, no piso superior do sobrado que ocupamos desde 1980.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por vezes fiquei impressionado com a eficiência (ou seria eficácia?) dos coletores de lixo, mais conhecidos como lixeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propósito: nos Estados Unidos os lixeiros não admitem essa classificação profissional; exigem serem chamados de “sanitaristas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que lixeiros, os nossos coletores são, verdadeiramente, sanitaristas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, não houve um dia sequer, desde meados de dezembro, que eles tenham feito o serviço porco que nós conhecíamos quando aqui vivíamos, ou seja, antes d’eu ser convidado a trabalhar na Redação d’A Tribuna, em Santos, como Editor-Executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes, era comum os coletores – verdadeiros lixeiros – recolherem o lixo por cima e deixar rastros na frente de todas as residências da nossa rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da nossa e das ruas da vizinhança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que nas demais ruas do bairro acontecia igual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, especificamente, quando fiquei atento ao trabalho dos coletores, eles foram novamente impecáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram perfeitos sanitaristas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recolheram todos os saquinhos, sacolas e caixas que continham os objetos que imaginamos serem apropriados para reciclagem, tal qual nos ensinou o Amigo Eduardo Nunomura nos anos 1990, quando ele trabalhava conosco num outro imóvel, de natureza comercial, na Rua Machado de Assis, também na Aclimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rastros de lixo? Nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lixeira do prédio da esquina das ruas Machado de Assis e Gregório Serrão, onde colocamos o lixo, ficou impecavelmente limpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto que eu me animei a dizer aos três coletores – sanitaristas, melhor dizendo – um “obrigado” bem grande e forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem que só um deles ouviu e retribuiu com um aceno de mão, tal era a força do motor do caminhão que passava por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim valeu a pena. Ou seja, me senti recompensado pelo “obrigado” que bradei por volta das 11 horas da manhã desta quarta-feira, dia 10 de março de 2010, a partir da janela do meu escritório, em direção aos sanitaristas que por aqui passaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968, repórter, editor, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação empresarial e institucional.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;10/3/2010 12:11:39&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-5604052504282425445?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/5604052504282425445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=5604052504282425445&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/5604052504282425445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/5604052504282425445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/03/por-que-195-bravos-sanitaristas.html' title='Por quê? (195) Bravos sanitaristas'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-2526303720419074407</id><published>2010-02-26T11:42:00.002-03:00</published><updated>2010-02-26T11:46:13.835-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (194) Ao vivo?</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei surpreso com a presença de Ana Maria Braga no Pacaembu, quarta-feira, dia 24/2/2010, durante a estreia do meu Corinthians na edição deste ano de centenário na Taça Liberta(minhas)dores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela sempre se declarou palmeirense e por conta disso tem rivalizado com o principal parceiro do programa &lt;em&gt;Mais você&lt;/em&gt;, nas manhãs de segunda a sexta-feira, na Rede Globo de Televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, Louro José, o parceiro, é conrintianíssimo, apesar de ser uma imitação de papagaio e que, pelo fato de a ave original ser verde, seja mais representativa do Palmeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jogo Corinthians 2 X Racing do Uruguai 1 terminou à meia-noite, na virada de quarta para quinta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conta disso, pensei, no ato: &lt;em&gt;“Como a Ana Maria vai fazer o programa da manhã de quinta-feira, ao vivo, a partir das 8h15 da madrugada?”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solitário, imaginei: &lt;em&gt;“A não ser que o programa esteja previamente gravado”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Pelo sim, pelo não, fiz questão de levantar cedo, assistir a parte final do &lt;em&gt;Bom Dia&lt;/em&gt;, o &lt;em&gt;Radar SP&lt;/em&gt; (apesar da ausência de Flávia Freire) e a abertura do &lt;em&gt;Mais você&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei mais em dúvida do que estava na noite anterior, quando a Globo me mostrou que estavam no Pacaembu, além de Ana Maria Braga, a primeira-dama do País, Mariza Letícia, a corintianíssima Hortência, rainha do basquete brasileiro, e Marta, a melhor jogadora de futebol feminino do mundo e que, apesar de sua recente passagem pelo time de sereias da Vila, o Santos FC, vestia a camisa do Timão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada indicava que o programa estava sendo transmitido ao vivo. Nem que havia sido gravado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como Ana Maria conseguiria sair do Pacaembu, em São Paulo, depois da meia-noite e estar em forma para o programa ao vivo, no Rio de Janeiro, menos de oito horas depois?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, não imagino como.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem com o uso de uma operação especial, incluindo o uso de helicópteros em São Paulo e no Rio de Janeiro, e avião entre as capitais dos paulistas e dos fluminenses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, sexta-feira, dia 26/2/2010, pego o Estadão, minha primeira leitura do dia entre os impressos, e leio no Caderno 2, página D10, sobre a assinatura de Keila Jimenez (&lt;a href="mailto:keila.jimenez@grupoestado.com.br"&gt;keila.jimenez@grupoestado.com.br&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Curioso ver Klara Castanho, a Rafaela de&lt;/em&gt; Viver a Vida&lt;em&gt;, de manhã bem cedo, ao vivo, dando entrevista ao&lt;/em&gt; Mais Você &lt;em&gt;de ontem. Justamente ela, que a mãe só libera para entrevistas por e-mail – como foi com o Estadão –, para não perder aula (a menina estuda de manhã) nem deixar de brincar”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: agora, sim, que minha dúvida cresceu. Afinal, o &lt;em&gt;Mais Você&lt;/em&gt; de ontem foi ao vivo ou estava previamente gravado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968, repórter, editor, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação empresarial e institucional.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;26/2/2010 11:33:17&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-2526303720419074407?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/2526303720419074407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=2526303720419074407&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2526303720419074407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/2526303720419074407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/02/por-que-194-ao-vivo.html' title='Por quê? (194) Ao vivo?'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-1976722045634358339</id><published>2010-02-22T11:08:00.001-03:00</published><updated>2010-02-22T11:10:10.109-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (193) O Twitter e a minha produção literária</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Mário Evangelista, o “Gatão”, exímio cozinheiro e competente Editor-Executivo do Expresso Popular de Santos, rebate de frente minha crônica anterior: Produção literária em baixa, postada no dia 20/2/2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Claudião, querido. Não, não creio que sua adesão no twitter tenha derrubado sua produção literária. Tenho visto seus textos no microblog como isso mesmo: microcontos, microcrônicas. Se somar todos eles – tenho certeza – verá que produziu um texto literário partido em pequenas peças, formando um mosaico maravilhoso. Beijos.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Se eu não conhecesse o marido de Mônica como conheço, fruto do relacionamento que temos desde que ele trabalhava no Correio Popular de Campinas, onde ela também trabalhou, me recusaria a tornar pública a mensagem que ele me mandou às 19h34 de domingo (21/2/2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Gatão” é jornalista, culto, criativo, mas, antes de tudo, um típico “italiano”, ou seja, quando ele gosta de alguém, gosta mesmo, por completo. Mas, também, quando tem restrições, pessoais ou profissionais, ele sempre deixa isso bem claro, na cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A senha é o beijo. Se ele te beija, pode ter certeza de que gosta de você. Se não beija, ainda falta algo. Algo que tampouco poderá haver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos conhecemos na metade dos anos 1990, eu fazendo o meio-campo entre algumas redações dos principais diários do Brasil e ele na função de Editor-Executivo do Correio Popular de Campinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Gatão” era o braço direito de um outro grande amigo, Roberto Godoy, o Betão, que eu conhecera nos seis meses em que passei pela sucursal de Campinas do Estadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi como braço direito de um outro grande amigo, Wilson Marini, que nos reencontramos no saguão do Gonzaga Flat, em Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali vivemos os três por um mês por conta de A Tribuna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo mês de Santos, maravilhados com a beleza das praias que o Oceano Atlântico nos proporciona ao longo da orla da Capital da Baixada Santista, nos mudamos com as respectivas famílias para a região dos canais 6 e 7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moramos e vivemos por mais de um ano, entre novembro de 2008 e dezembro de 2009, a menos de 100 metros uma família da outra junto ao Canal 6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do lado esquerdo da Avenida Dr. Epitácio Pessoa, no edifício de número 555, ocupamos – Sueli, eu e Dona Cidinha – um amplo apartamento localizado no sétimo andar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do lado direito, numa vila charmosa, bem na esquina com a Avenida Coronel Montenegro, a casa de número 31 é ocupada até hoje por Mário, Mônica e a filha Marcela (porque a primeira, Mariana, vive e trabalha em São Paulo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa convivência – “Gatão”, Marini e eu – foi diária por praticamente nove meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi tempo mais do que suficiente para nos conhecermos bem, sabermos dos gostos de cada um, promovermos o estreitamento das amizades entre as nossas mulheres e filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso por conta dos inúmeros encontros no café da manhã do hotel, nos almoços feitos em geral nos restaurantes vegetarianos do Centro Histórico de Santos, nos finais de tardes da Bolsa do Café, nas caminhadas pelas ruas centrais e, principalmente, nas praias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pena que tudo isso esteja temporariamente interrompido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968, repórter, editor, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação empresarial e institucional.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;22/2/2010 11:06:52&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-1976722045634358339?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/1976722045634358339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=1976722045634358339&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1976722045634358339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/1976722045634358339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/02/por-que-193-o-twitter-e-minha-producao.html' title='Por quê? (193) O Twitter e a minha produção literária'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-5511947560752870269</id><published>2010-02-21T13:23:00.001-03:00</published><updated>2010-02-21T13:24:39.636-03:00</updated><title type='text'>Por quê? (192) Produção literária em baixa</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relutei muito a aderir ao Twitter e agora fico a imaginar a razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certeza absoluta eu ainda não tenho, mas tudo indica que minha adesão ao Twitter afetou diretamente minha produção literária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: se é, claro, que podemos chamar de produção literária todos os textos que tenho publicado aqui e em outros meios de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O certo é que minha chamada produção literária caiu quase a zero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não vejamos: em 2008, produzi e publiquei 140 textos, além de reeditar um livro que chamei de &lt;em&gt;Meus escritos de memória&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2009, foram apenas 51 textos, quase um terço da produção do ano anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As razões são, basicamente, duas: porque até 17 de junho estive dedicado de corpo e alma à Redação de A Tribuna de Santos e depois – em setembro, outubro, novembro e dezembro – porque entrei de cabeça na pesquisa da vida e obra do empresário português João Antunes dos Santos, cuja biografia será escrita pelo meu compadre e Amigo Carlos Conde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010, quando estamos no 51º dia (31 de janeiro e 20 de fevereiro), minha produção literária se resume a um texto, o anterior, escrito na fila de espera do Aeroporto de Congonhas e editado no Hotel Gloria, em Blumenau (SC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais, limitei-me a produzir textos de no máximo 140 caracteres e a publicá-los no Twitter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo porque em meados de dezembro cedi aos apelos dos Amigos Mário Evangelista e Wilson Marini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário “Gatão”, Editor-Executivo do Expresso Popular, em Santos, foi quem me registrou no Twitter ainda quando eu estava na Redação d’A Tribuna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marini insistiu algo como seis meses depois, quando ele já havia trocado A Tribuna pela sucursal paulistana da APJ, a Associação Paulista de Jornais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante da insistência de ambos, lá fui eu, novamente de corpo e alma, como tudo o que faço nesta vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrependido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. Não estou arrependido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho feito textos ótimos para o Twitter e reencontrado muitos amigos e conhecidos no sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só lamento que isso tenha derrubado minha produção literária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968, repórter, editor, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação empresarial e institucional.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;20/2/2010 15:11:39&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-5511947560752870269?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/5511947560752870269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=5511947560752870269&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/5511947560752870269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/5511947560752870269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/02/por-que-192-producao-literaria-em-baixa.html' title='Por quê? (192) Produção literária em baixa'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6685841766414677229</id><published>2010-01-29T16:44:00.003-02:00</published><updated>2010-01-29T16:48:58.117-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (191) Desilusão pessoal</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu relógio de pulso – que Sueli me deu ao voltar da Itália, em fevereiro de 2009 – marca 10h53 do dia 29/1/2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entro na loja da Laselva e busco jornais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo a capa do Valor Econômico e depois a da Folha de S. Paulo, que, curioso, pego para ver o nome da mulher que dialoga com o presidente Lula, enquanto a comitiva em torno dele caminha por algo que me parece a pista do mesmo aeroporto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ver, uma a uma, as capas de todos os jornais disponíveis e de me deter por instantes n’O Globo, ainda hoje o melhor jornal do Brasil, parto para a bancada de livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi nesse momento que recebi a abordagem de uma loira de cabelos amarrados atrás, tipo rabo de cavalo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns poucos centímetros mais alta do que eu, ela me perguntou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você conhece a promoção da loja?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como eu disse que não, ela me passou uma ficha plastificada e acrescentou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você escolhe duas revistas que costuma comprar na banca e elas serão entregues em sua residência com taxa reduzida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais nem menos, neste exato instante eu respondi que há meses deixei de ler revistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sem que a loira me perguntasse, emendei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Trata-se de uma desilusão pessoal, você me entende?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ela entendeu ou não, fiquei sem saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei apenas que ela não aproveitou a deixa espontânea que lhe dei para seguir com a conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No lugar dela eu teria indagado a respeito da minha tal “desilusão pessoal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria perguntado do que se trata essa “desilusão pessoal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual o tamanho e ou a profundidade dessa “desilusão pessoal”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que essa “desilusão pessoal” tem a ver com as revistas que ela queria mandar para a minha residência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, às 11h27, enquanto escrevo, fico a pensar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Será que ela, a loira, se sentiu constrangida diante da minha afirmação e resolveu recuar?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ou será que para ela a minha tal ‘desilusão pessoal’ soou como algo muito íntimo, a ponto dela não querer se envolver nos meus problemas?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo sim, pelo não, aqui estou a meditar e a me questionar a respeito da falta de iniciativa da loira da loja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968, repórter, editor, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação empresarial e institucional.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;29/1/2010 11:32:09&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6685841766414677229?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6685841766414677229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6685841766414677229&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6685841766414677229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6685841766414677229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2010/01/por-que-191-desilusao-pessoal.html' title='Por quê? (191) Desilusão pessoal'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-8482431042798705321</id><published>2009-12-31T16:29:00.003-02:00</published><updated>2009-12-31T16:32:42.570-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (190) Vida nova</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi colocando ordem em toda a minha vida, pessoal e profissional, neste finalzinho de 2009, que encontrei anotações, por exemplo, que nem mais sabia existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrevista que fiz com meu Amigo e Compadre Carlos Conde, por exemplo, cometida a partir das 18h25 do dia 20/5/2004, em função de um novo livro em gestação: Como e por que surgem os nossos jornais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto a tal manuscrito, que já digitei e a ele mandei, encontrei um outro, de quatro páginas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O título é &lt;em&gt;Vida nova&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nelas, ou seja, nas quatro páginas e sob esse título, me identifico em boa parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras partes, entretanto, desconheço por completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O manuscrito está datado, logo no início: 15/5/2004, 14h50.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira frase é um enigma: “A vida nunca mais foi a mesma depois de 40+40”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda, também nada tem a ver comigo: “Muitos pedidos de entrevistas, todos negados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na terceira, uma certeza, mas ainda assim enigmática: “Ele queria paz, sombra e água fresca”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele? “Ele quem, cara pálida”, como diria meu Amigo Daniel Pereira, jornalista como eu e meu parceiro de tantas jornadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim segue o manuscrito, que, sim, tem a minha letra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Dinheiro? Sim, precisava de dinheiro, mas aquela não era hora de pensar em dinheiro. Era hora de pensar nos 40+40, de tirar lições da experiência, de olhar bem de frente para a família, de curtir a netinha&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Netinha? Mas minha querida e amada netinha, a Be(bê)atriz, só veio a nascer no dia 12/6/2007. E tem mais: em maio de 2004 minha filha Cláudia, a mãe dela, nem era casada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa, entretanto, é uma outra questão. O que interessa, no momento, é decifrar o enigma do manuscrito que acabo de encontrar e que tem a seguinte sequencia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Ele queria ter tempo também para fazer as atividades que mais gostava: andar a pé pelo bairro onde morava desde 1971, visitar e conversar com os amigos, viajar de carro&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta parte eu me identifico, sim. E na próxima também:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Depois, talvez, ele fosse fazer algo que havia descoberto que gostava: ensinar. Ensinar com paciência, porque antes ele dizia que não tinha paciência para ensinar. Especialmente se tivesse que ensinar a mesma tarefa mais de uma vez. Agora, sim, estava disposto&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta próxima, a identificação comigo é maior ainda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Queria escrever. Escrever, sim. Dar entrevista, não. Ele sabia bem o que os entrevistadores faziam com os entrevistados&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem mais. Mais manuscrito e mais identificação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Queria ler. Ler todos os livros que acumulara ao longo dos anos. Até reler alguns, como “Quem ama não adoece”, emprestado pela terapeuta&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual terapeuta? No manuscrito ela não está identificada, mas, se for a minha, ela se chama Marta Maria Peretti e neste momento deve estar em férias junto à família, em Presidente Prudente (SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Queria terminar a leitura do livro sobre Barcelona, emprestado pela amiga Lucila (Cano?)&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Queria ler um outro emprestado da terapeuta: “O Romance”, de James A. Michener&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria mais, de acordo com o que leio agora no manuscrito de minha autoria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Queria sair pelo interior do Brasil ensinando tudo o que aprendera em 36 anos de Jornalismo, desde 1º de maio de 1968, quando fizera a primeira reportagem, em Adamantina (SP)&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa parte tem tudo a ver comigo: Jornalismo, 1º de maio de 1968, primeira reportagem em Adamantina. Tudo a ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, vamos em frente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Queria ajudar os amigos a vencer o desemprego, que atingia números fantásticos no Brasil: só em São Paulo, capital, eram mais de dois milhões no início de 2004. E muitos amigos dele estavam sem emprego, apesar das promessas de Lula e de Serra nas eleições de 2002: “Criarei mais de 10 milhões de empregos”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Criaremos como, cara pálida?”, perguntaria novamente Daniel Pereira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra parte do manuscrito tem tudo a ver comigo, embora não possa garantir que sou eu o personagem da história:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Queria estudar Teatro, um sonho desde a juventude, quando subiu ao palco do circo que todo ano era montado em frente à casa dele, em Adamantina&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opa! Essa parte também tem tudo a ver comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguinte, entretanto, me deixa em dúvida:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Recebeu convite para fazer cinema&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, o convite que recebi em relação a “fazer cinema” se referia a um curta metragem, mais experimental do que profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A próxima parte, então, é sonho puro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Escreveu um livro dos 40+40 e ganhou muito dinheiro. Fez muitas doações em segredo. Deu muitas entrevistas, finalmente. Deu conferencias, porque falar em público ele gostava desde jovem, na Seicho-No-Iê, em Adamantina. Viajou muito. O Brasil todo. Ficava horas respondendo perguntas da platéia. Só ia embora quando todos tinham feito perguntas. Dava autógrafos sem pressa, porque achava um desrespeito fazer isso às pressas, impessoalmente. Sempre escrevia o nome do solicitante e uma mensagem diferente, por menor que fosse o papel que lhe era apresentado&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonho. Sonho puro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, algo que me parece real:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Ia aos jogos do Corinthians. Insistia em ir, especialmente ao estádio do Pacaembu, porque lá reencontrava os amigos dos tempos de reportagens esportivas pelo Estadão (1970/75)&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disso tudo, eu fico a imaginar se não teria sido esse manuscrito uma tentava de misturar a ficção com a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968, repórter, editor, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação empresarial e institucional.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;31/12/2009 16:27:14&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-8482431042798705321?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/8482431042798705321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=8482431042798705321&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8482431042798705321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/8482431042798705321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2009/12/por-que-190-vida-nova.html' title='Por quê? (190) Vida nova'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6011502451555748822</id><published>2009-12-21T13:14:00.001-02:00</published><updated>2009-12-21T13:15:56.261-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (189) Papai Noel</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estávamos numa quinta-feira, dia 17/12/2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sueli e eu havíamos subido a Serra do Mar para passar em São Paulo as festas de fim de ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como quinta-feira é dia do rodízio do nosso FIT Honda, embarcamos no Metrô na Ana Rosa e desembarcamos no Alto do Ipiranga, a última (ou seria a primeira?) estação da linha verde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar ao Condomínio Chácara Santa Cruz, na esquina da Rua Assunguí com a Santa Cruz, fomos abordados por um conhecido que havia se vestido de Papai Noel em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele foi direto ao assunto: disse que estava à procura de alguém que quisesse ser o Papai Noel da garotada em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse mais: que eu tinha “o perfil físico ideal”, ou, como diria meu diretor de interpretação Nill de Pádua, nos bons tempos de Oficina de Atores Nilton Travesso, lá pelos idos de 2004, o “physique du rôle” de Papai Noel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sem saber se Gilberto, que se vestira de Papai Noel em 2008, estava a me elogiar ou me depreciar, continuei a ouvi-lo atentamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele contou que havia tido a ideia no momento exato em que nos viu, a mim e a Sueli, ultrapassar a portaria do condomínio onde vivem minha filha Cláudia, meu genro Márcio Gouvêa e minha netinha Beatriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual ideia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia de me convidar para que eu me vestisse de Papai Noel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gilberto explicou que gostara da experiência, ano passado, mas estava com um “pequeno problema”: a maioria da garotada já sabia que seria ele o Papai Noel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso quebraria o encanto, segundo ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Topei no ato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Topei sem pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi tão rápido, que Gilberto nem acreditou e me perguntou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Você topa? Topa mesmo?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Aceitei a missão e daí em diante foi só alegria e diversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base na experiência do ano passado, Gilberto me deu todas as dicas: me levou para trocar de roupa na sauna (que felizmente não estava funcionando naquele dia), fixou um travesseiro na barriga, ajeitou a barba branca e o chapéu vermelho, me explicou o que fazer com as calças e como manipular o saco de presentes (balas e pirulitos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gilberto me orientou inclusive como tratar a garotada quando eu chegasse ao salão da juventude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Você pega a criança e coloca no colo, pergunta o nome e o presente que ela pediu ao Papai Noel. Pergunta também se ela se comportou ao longo do ano e se acredita que mereça o que pediu. No fim, enfia a mão direita no saco de balas e pirulitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Foi moleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O duro foi aguentar o calor que sentia dentro daquela roupa de Papai Noel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso não foi o mais difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais difícil foi disfarçar o suficiente para que a pequena Beatriz do Amaral Gouvêa, de dois anos e meio completados no dia 12, não descobrisse quem era o Papai Noel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968, repórter, editor, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação empresarial e institucional.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;21/12/2009 13:12:32&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6011502451555748822?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6011502451555748822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6011502451555748822&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6011502451555748822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6011502451555748822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2009/12/por-que-189-papai-noel.html' title='Por quê? (189) Papai Noel'/><author><name>Blog do Cláudio Amaral</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325701431584446787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-Q6cXMMczaXE/Tv9LtTAkhUI/AAAAAAAAAVM/zKhzQ3gDgfw/s220/62%2Banos%2B03122011.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3977980334816920352.post-6957326644042118251</id><published>2009-11-30T14:17:00.002-02:00</published><updated>2009-12-02T07:36:27.465-02:00</updated><title type='text'>Por quê? (188) Um texto, por favor</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Amaral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há exatos 40 dias eu não escrevo um único texto para este meu blogue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último texto que aqui postei foi escrito exatamente às 15:15:58 do dia 20/10/2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca mais senti vontade de me abrir com meus possíveis leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sabe o que é pior: nenhum deles sentiu falta dos meus escritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se sentiu, também, não se manifestou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Triste, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, último dia do mês de novembro, resolvi olhar para o meu blogue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei e descobri que o mês de novembro estava no fim e que iria acabar sem que eu houvesse postado um único texto sequer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes 40 dias eu me dediquei a inúmeras atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inúmeras ou diversas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei apenas que cuidei do blogue do meu sogro, o jornalista José Arnaldo: &lt;a href="http://josearnaldodeantenaebinoculo.blogspot.com/"&gt;http://josearnaldodeantenaebinoculo.blogspot.com/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei também que me dediquei o mais que pude à pesquisa da vida e da obra do empresário português João Antunes dos Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei ainda que empenhei aos estudos da vida nacional por conta de um curso que ganhei de presente da Adesg, a Associação dos Estagiários da Escola Superior de Guerra, via representação em Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais me dediquei a andar nas praias de Santos, a folhear alguns poucos exemplares de jornais, a ver televisão, a ouvir rádio, a muitos contatos com amigos e conhecidos, a ler e responder minha correspondência eletrônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, sim, tem mais: li livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso me deixa satisfeito, alegre, feliz...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Cláudio Amaral &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:clamaral@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;clamaral@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; é jornalista desde 1º de maio de 1968, repórter, editor, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação empresarial e institucional.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;30/11/2009 14:14:18&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3977980334816920352-6957326644042118251?l=blogdoclaudioamaral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/feeds/6957326644042118251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3977980334816920352&amp;postID=6957326644042118251&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6957326644042118251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3977980334816920352/posts/default/6957326644042118251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclaudioamaral.blogspot.com/2009/11/por-que-188-um-texto-por-favor.html' title='Por quê? (188) Um texto, por favor'/><author><name
