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Por quê? (463) E O NOVO LIVRO UM LENÇO, UM FOLHETO E A ROUPA DO CORPO?

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O autor de Um lenço, um folheto e a roupa do corpo está de visual novo   Por todo lugar qu’eu vou sou indagado: “E o novo livro? E o livro novo? Quando vai ser o lançamento da reedição de Um lenço, um folheto e a roupa do corpo?”   Foi assim na Clínica dos Pés, hoje, no início da tarde, no Shopping Paulista, onde fui cuidar das unhas dos pés com a Podóloga Helen.   O mesmo se repetiu quando, logo em seguida, eu cheguei à barbearia da Praça Amadeu Amaral, local em que compareci para que o Barbeiro Antônio Carlos cuidasse dos meus cabelos e da minha barba.   Fiquei animado. Mais animado do que já estava.   De visual novo, cabelos e barba aparados, então, mais animado fiquei ao saber que assim está a expectativa em relação a aquela obra que está prestes a sair do forno (ou do prelo, como se dizia antigamente).   Trata-se da edição comemorativa aos 10 anos de lançamento do meu primeiro, aquele que veio à luz em Dezembro de 2016.   ...

Por quê? (462) - UM LENÇO, UM FOLHETO E A ROUPA DO CORPO TERÁ NOVIDADES E MAIS NOVIDADES

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  A Paróquia Santo Agostinho, em São Paulo, foi palco do final da caminhada de Claude Amarante A nova edição do livro Um lenço, um folheto e a roupa do corpo terá novidades e mais novidades. As capas foram refeitas, acrescentei duas orelhas que não existiram na primeira edição, incluí uma ilustração para cada um dos 16 capítulos, escrevi o capítulo 17, também devidamente ilustrado, convidei um Amigo para escrever - e ele escreveu - um terceiro depoimento e rabisquei um posfácio. Hoje, por exemplo, autorizei o Editor Wilson Marini (@marini.wilson), gestor da Marini Soluções Editoriais, a solicitar o registro no ISBN. Dentro de uma semana deveremos estar com tudo em ordem para encaminhar o livro para impressão na Meta Gráfica. Esta obra marcou minha estreia no mundo literário. Escrevi Um lenço, um folheto e a roupa do corpo em 2003, publiquei-o no final de 2016 e agora, dez anos depois, estou preparando o relançamento. Na primeira edição, contei com o apoio e a colaboração ...

Por quê? (461) - DUAS BOAS NOTÍCIAS NUM ÚNICO DIA

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  Minha sexta-feira, 7 de agosto de 2026, foi especial. Mais do que isso: foi especialíssima. Num determinado momento da tarde, recebi do Editor Wilson Marini, gestor da Marini Soluções Editoriais, uma notícia que fez meu coração bater mais depressa: a reedição do meu primeiro livro, Um lenço, um folheto e a roupa do corpo , está bem adiantada. A notícia já seria suficiente para transformar meu dia. Mas ainda havia mais. No final da tarde, quase noite, recebi outra ótima notícia, acompanhada de fotos. O exemplar do meu quinto livro, Meus Escritos de Memória , que eu havia enviado pelos Correios, finalmente chegou às mãos da Amiga e Leitora sem igual Juliana Ester Lunnes, a Uli. E ela fez mais. Publicou duas fotografias em sua página do Instagram, acompanhadas de palavras carinhosas e elogios ao meu livro. Como não sorrir? Como não agradecer? Como não guardar um momento desses na memória? Para quem ainda não sabe, Meus Escritos de Memória é um livro autobi...

Por quê? (460) - JACYRA OCTAVIANO É UMA DAQUELAS PESSOAS QUE O TEMPO NÃO APAGA

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  Hoje (06/08/2026) recebi uma notícia que entristeceu meu coração: minha querida Amiga Jacyra Octaviano (foto) partiu há cerca de 4 anos e eu não sabia. Trabalhamos juntos na A. A. Comunicações, no final da década de 1970. Foi um período inesquecível da minha vida profissional, ao lado de pessoas extraordinárias como Álvaro Luiz Roberto de Assumpção, o inesquecível Meninão; Luiz Roberto de Souza Queiroz, o Bebeto; Leda Cavalcanti; Cora Chaves e tantos outros que ajudaram a escrever um belo capítulo do Jornalismo brasileiro. A Jacyra era uma daquelas pessoas que engrandecem qualquer redação. Competente, elegante, generosa e sempre comprometida com o melhor texto, conquistava o respeito dos colegas sem precisar levantar a voz. A vida nos levou por caminhos diferentes. Perdemos o contato, como tantas vezes acontece. Mas bastou ouvir novamente o nome dela para que as lembranças voltassem com uma força impressionante. Percebi, então, que o tempo pode até nos afastar das pesso...

Por quê? (459) - HOJE, 5 DE AGOSTO DE 2026, É DIA DE LEMBRAR DO AMIGO MENINÃO

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Álvaro Luiz Roberto de Assumpção, o Meninão, um AmigãoZão Cláudio Amaral Meninão era o apelido de Álvaro Luiz Roberto de Assumpção , um grande Amigo que tive o privilégio de conhecer graças à boa vontade de Luiz Roberto de Souza Queiróz , o Bebeto, repórter do Estadão como eu no início da década de 1970. Certo dia, estávamos fazendo uma reportagem na região dos Jardins, em São Paulo, quando Bebeto sugeriu: — Vamos passar rapidamente na casa do Meninão. Quero apresentar vocês. Assim fizemos. Meninão morava na Rua Gironda e era, na época, um respeitado colunista social da Folha da Tarde . Ao mesmo tempo, dirigia a A. A. Comunicações, empresa para a qual Bebeto também prestava serviços jornalísticos. Logo na entrada da casa tive uma surpresa: uma impressionante coleção de uísques. Fiquei admirado. Bebeto percebeu meu espanto e explicou: — Aqui só tem uísques escoceses. Nunca entrou outro tipo de uísque nesta casa. Subimos para o andar superior do sobrado e veio a se...

Por quê (458) - Agosto, seja bem-vindo! O mês da reedição do meu primeiro romance

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"A Família é o berço de tudo" Cláudio Amaral Agosto chegou. Seja muito bem-vindo! Julho ficou para trás, mas deixou lembranças que levaremos conosco por muito tempo. Entre alegrias, desafios, encontros, desencontros, conquistas e momentos de reflexão, eu e a Sueli encerramos os primeiros sete meses de 2026 com o coração cheio de gratidão. Nossa caminhada foi marcada pela fé. Rezamos muito. Participamos de missas praticamente todos os dias, acompanhados pelos padres Cássio e Adalton, da Paróquia Santa Generosa, no Paraíso; pelos padres Marin e Deivid, da Paróquia Santo Inácio de Loyola e São Paulo Apóstolo, na Rua França Pinto; pelos frades Cláudio De Camargo e Mário Sérgio Rocha, da Paróquia Santa Rita de Cássia, na Vila Mariana; e também pelo padre Alex Nogueira, do Mosteiro de Jacarezinho, no Paraná. Nos poucos dias em que não pudemos estar presentes, acompanhamos as celebrações pela televisão. Também cultivamos aquilo que realmente dá sentido à vida: a convivên...

Por quê? (457) Porque decidi reeditar meu primeiro romance dez anos após o lançamento

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Cláudio Amaral Em 2026, meu primeiro romance, Um lenço, um folheto e a roupa do corpo , está a completar dez anos de publicação. Ao perceber essa data tão significativa, tomei uma decisão que nasceu mais do coração do que da razão: reeditar a obra, revisá-la e apresentá-la aos leitores em uma edição muito mais completa. Mas essa história começou muito antes. A demissão que mudou minha vida Escrevi Um lenço, um folheto e a roupa do corpo em 2003, logo após ser demitido do melhor emprego que havia tido até então: o de Gerente de Redação da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. A demissão atingiu cerca de 250 profissionais. Eu ocupava aquele cargo havia mais de cinco anos e tinha enorme satisfação em liderar uma equipe de jornalistas que trabalhava praticamente de forma ininterrupta. Sentia-me respeitado pelos colegas, pelos profissionais que coordenava e também pela diretoria da empresa. De uma hora para outra, vi-me em casa, tentando compreender tudo o que havia acontecido...