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Por quê? (428) –Insatisfação eterna-2

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Quando, nos anos 1950/1960, lá em Adamantina, eu poderia imaginar que um dia, em 2022, iria com a Sueli Bravos conhecer o Museu da Bíblia, em Washington DC, nos EUA ? Cláudio Amaral Disse e repito: sou um eterno insatisfeito. E em assim sendo, claro, lógico, evidente, não poderia me contentar com as informações que encontrava em jornais. Ainda mais sabendo que eles (os jornais) haviam sido publicados dias antes. Eu queria informações novas, instantâneas. Quais? Era o que eu me perguntava quando lia a respeito das confusões que se passavam no Brasil e no mundo, nos anos finais de 1950 e nos primeiros anos de 1960. Estava sempre querendo mais informações a respeito do que acontecia na minha cidade (a pequena, pacata e querida Adamantina, no Interior paulista), nas cidades da região (como Lucélia, Flórida Paulista, Mariápolis, Junqueirópolis, Tupi Paulista e Dracena, por exemplo), na capital do Estado de São Paulo, no Brasil e nos Estados Unidos. Eu queria saber o que aconte

Por quê? (427) –Insatisfação eterna-1

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  Querer eu queria muito, mas quem poderia prever que eu chegaria até aqui, em 2022? Cláudio Amaral   Sou um eterno insatisfeito. Sou, mas, quem não é? Em férias de Verão nos Estados Unidos, nestes meses de Junho e Julho de 2022, tenho pensado e repensado muito nos meus 72 anos de vida. E a primeira conclusão a que cheguei foi essa: sou um eterno insatisfeito. Sou, reconheço, não nego, desde criança pequena lá na minha querida e amada Adamantina, no Interior paulista, onde nasci às 2h15 da madrugada de 1949 Lembro-me bem, por exemplo, que nos meus primeiros anos de vida eu desejava crescer logo. Queria, porque queria, ser maior e mais alto, ter mais idade, barba no rosto, jogar fora minhas calças curtas e usar calças compridas. Desejava, ardentemente, passar de ano. Na escola e na vida. Ignorava que era preciso viver um dia após o outro com uma noite no meio. Almejava também ter o meu próprio dinheiro e sonhava com minha independência total dos meus pais, Wanda

Por quê? (426) – O Museu da Bíblia, em Washington DC

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A foto mostra o deslumbrante teto do Museu da Bíblia, batizado de Explore! e é uma experiência de realidade virtual que muda periodicamente Cláudio Amaral           Você sabia, caro e-leitor, que existe um Museu da Bíblia na capital federal dos Estados Unidos? Pois eu desconhecia. Fui saber apenas quando, nestas férias de Verão, meu genro Márcio Gouvêa convidou a mim e à sogrinha , como ele se refere à Sueli, para irmos a Washington DC e lá visitarmos o Museum of the Bible. Topamos e fomos no dia 5 de Julho de 2022: eu, ela, ele, a Cláudia e os dois filhos deles, nossos netinhos queridos Beatriz e Murilo. Saímos pela manhã de Ashburn Village e, de carro, rodamos 35 milhas, ou o equivalente a 56 quilômetros, até chegarmos ao imponente edifício dos anos 1920, localizado no número 400 da 4th St., a apenas três quarteirões do Capitólio, a sede do Congresso. Logo após entrar fomos recebidos pelo guia Dave. Ele nos acompanhou por duas horas, até perto do meio-dia. Aí demos uma pa

Por quê? (425) – José Arnaldo 100 anos

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Cláudio Amaral Se vivo estivesse, o Cidadão José Padilla Bravos estaria a completar 100 anos. Exatamente no próximo dia 7 de Abril de 2022. Ele nasceu a 7 de Abril de 1922 e viveu parte da infância na pequena cidade paulista de Avaí. Depois mudou-se para outro pequeno município: Cafelândia. De lá foi para uma localidade maior, Lins, onde se alistou no Exército e foi mandado para a Itália para lutar na Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Na volta, logo após a batalha final, a tomada de Monte Castello, o Cabo Padilla foi para Marília, onde estava a maior parte da família. E lá se dedicou uma atividade que ele mais gostava: escrever. Escreveu, escreveu e escreveu até o final da vida, em 1999. Escreveu principalmente no jornal diário Correio de Marília. Produziu, seguramente, cerca de 10.000 textos, ou seja, 250 por ano ao longo de 40 anos. Todos sob o pseudônimo de José Arnaldo, porque, paralelamente, ele tinha outras atividades profissionais. Entre elas, foi Tesoureir

Por que? (424) – Gratidão e Respeito

Cláudio Amaral       Esses são os dois sentimentos que mais me tocam neste momento, pouco depois das 11 horas de uma manhã fria e chuvosa aqui pelos lados da Aclimação, na Capital paulista.       E entre as pessoas a quem sou grato e respeitoso estão todos, mas todos mesmo, os meus Amigos e todas, mas todas mesmo, as minhas Amigas.       Mas, como todos e todas pode parecer algo muito vago e distante, escolhi uma pessoa, um cidadão, um Amigo de longa data, mesmo que fisicamente distante: o Jornalista Gaudêncio Torquato.       Conheci o Professor Torquato no final dos anos 1970, quando já havia deixado o dia a dia da reportagem no Estadão e me dedicava aos serviços jornalísticos de Assessoria de Imprensa na recém criada COMUNIC Comunicadores Associados S/C Ltda.       O primeiro contato que tivemos foi numa das muitas salas de aulas em que atuávamos no famoso Edifício Gazeta, na Avenida Paulista, 900. Ele como um dos mais destacados Mestres do curso de Pós-Graduação e eu como um dos mui

Por quê? (423) – Carta aberta à Família Stipp

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  O Jornalista Stipp Júnior foi fundador e Editor do Diário de Taubaté Cláudio Amaral                  Cara Anaísa, boa noite. Tenho em mãos um pesado envelope que você me mandou pelos Correios no dia 28 de Outubro de 2016. Ele, o pesado envelope, foi postado na ACCI Chiquinha de Mattos, em Taubaté. Você se lembra disso, Cara Amiga? Pois então se prepare porque na sequência você receberá detalhes e mais detalhes a respeito. Saudações Paulistanas do Cidadão que teve no seu pai, o saudoso Jornalista Stipp Júnior, o Padrinho de ingresso nas páginas do jornal O Estado de S. Paulo, na época, 1969, o maior jornal do País. ​​​​​​​Com carinho e muito afeto lembro-me, como se fosse hoje, o dia em que o meu então chefe, o Jornalista Irigino Camargo, me chamou desde o balcão de entrada do Jornal do Comércio de Marília. - Cláudio, venha cá. Mas venha logo . Em menos de 20 segundo estava eu lá, junto a ele e a um outro cidadão que eu desconhecia e me foi apresentado no ato. - Cl

Por quê? (422) – Mundo Sensível: Haikais

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  Mundo Sensível , livro de haikais de Sandra Fontenelle, está na Amazon.com Cláudio Amaral O mundo literário tem uma novidade neste final de 2021: o livro Mundo Sensível . Trata-se de mais uma publicação da Jornalista Sandra Fontenelle. Ela é Jornalista de formação pela Universidade Federal do Ceará, Fotógrafa amadora e começou a atividade literária em 2019. Segundo o site da Katzen Editora, Sandra procura extrair do cotidiano o que há de invulgar e o que acredita valer a pena ser compartilhado . Ela escreve para crianças de todas as idades, inclusive àquelas que subsistem em nós ao longo do tempo . Sandra Fontenelle tem participação em prêmios literários nacionais, com publicações em antologias de contos, crônicas e poemas. A última foi na coletânea Eu Conto um Conto , pela Editora Philia, com o conto infantil Penas . Participou também da Coletânea Prêmio Off Flip de Literatura lançada durante a Festa Literária Internacional de Paraty (RJ), em 2021. Ela publicou ainda os livr