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Por quê? (392) – Firenze, a inesquecível.

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O Duomo de Firenze, fotografado no dia 2 de Outubro de 2019 Cláudio Amaral Afirmar que Firenze é um museu a céu aberto é chover no molhado. Isso ieu ouvi pela primeira vez da boca do Professor André Oliva Teixeira Mendes, Mestre em História da Arte, numa das muitas aulas que assisti à frente dele, na FMU, Campus Liberdade, SP, Capital, entre 2013 e 2015. Motivado pelo Professor Andrézão , passei pelo menos quatro anos sonhando e planejando uma viagem àquela que é a capital e a maior cidade da Toscana, na Itália. E só reuni condições de ir a Firenze em fins de Setembro e início de Outubro deste 2019. Num grupo de 42 brasileiros, chegamos a Firenze (como dizem os italianos ou Florença , como dizemos nós, os brasileiros) no dia 1º de Outubro, o 5º dia de nossa excursão. A viagem, de ônibus fretado pela Lusanova ( www.lusanova.com.br ), depois de 12 horas de voo num aviãozão da Alitalia, começou naquela data em Veneza. De lá fomos a Pádua e a Pisa, para depois chegar...

Por quê? (348) – Vem, vamos embora...

Cláudio Amaral A aula desta manhã com a Professora Silvia Cristina Lambert Siriani me levou de volta aos anos 1960. À minha infância e parte da juventude que vivi em Adamantina, no Interior paulista. E espero jamais esquecer da primeira vez que fui até o auditório do Prédio 7 da FMU, no quinto andar do edifício de número 97 da Rua Fagundes, na Liberdade, em São Paulo. Estamos começando a II Semana de História de 2014 no curso de licenciatura, aquele que nos habilitará a ser Professor de História e Historiador, ao mesmo tempo. No meu caso, especificamente, Historiador, pois pretendo continuar a pesquisar e a produzir biografias, como tenho feito há anos. Pois bem. Nesta primeira aula – mais palestra do que aula –, a Professora Silvia, que nos ministra a disciplina de História do Brasil desde o segundo semestre, nos falou a respeito de um tema que me diz bem de perto e cujo tema foi “Cale-se”! A música, o protesto e a censura durante o regime militar brasileiro . O púb...

Por quê? (344) – CDF? Sim!

Cláudio Amaral Fiquei revoltado no domingo (27/07/2014) pela manhã, no páteo da Paróquia Santa Rita de Cássia de Vila Mariana (SP), quando um paroquiano me classificou de CDF. Depois de algumas gargalhadas (da parte dele e de outros que estavam na mesma roda de conversa mole), ele explicou: - Você tem coragem de dizer que vai retomar as aulas na FMU em plena sexta-feira? Disse e gargalhou mais ainda. Eu? Eu confirmei que sim e ainda expliquei os motivos: - A FMU marcou o início das aulas para o primeiro dia de agosto e lá estarei (no campus Liberdade) , até porque no semestre passado, quando estava nos Estados Unidos, perdi a primeira semana de aulas e depois foi um custo me recuperar. Mesmo assim, ele, a mulher (que também estuda na FMU, embora em outro curso) e outros paroquianos continuaram a rir na minha cara. À noite, já em casa e feliz com a vitória do meu Corinthians sobre o rival (mas nunca inimigo) Palmeiras, por 2 a 0, voltei a pensar no ass...

Por quê? (342) – O fuzilamento de Marc Bloch

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  Marc Bloch, o historiador Cláudio Amaral Hoje, 16 de junho, é dia de lembrarmos a morte, por fuzilamento, de um dos mais ilustres historiadores: Marc Bloch.   Nascido a seis de julho de 1886 em Lyon, na França, Marc Léopold Benjamin Bloch ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Marc_Bloch ) foi um dos mais notórios historiadores do século passado e do mundo em todos os tempos, um dos fundadores da renomada Escola dos Annales ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_dos_Annales ) e nem por isso deixou de ter um fim triste, muito triste: foi fuzilado a 16 de junho de 1944, na localidade francesa de Saint-Didier-de-Formans ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Saint-Didier-de-Formans ), depois de ter sido aprisionado por nazistas que lutavam na Segunda Guerra Mundial (1939-1945 – http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Guerra_Mundial ), o mesmo conflito em que lutou meu saudoso sogro, José Padilla Bravos ( http://josearnaldodeantenaebinoculo.blogspot.com.br ). Apesar da trajetória glo...

Por quê? (340) – O Patriarca está em casa

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Cláudio Amaral Minha biblioteca está temporariamente mais rica. Temporariamente porque os cinco livros que aqui entraram na tarde desta quarta-feira, 23/4/2014, não são meus. São do meu Amigo e Compadre Carlos Conde, Editor-chefe do diário A Tribuna de Santos. São todos ligados à figura do Patriarca da Independência do Brasil, José Bonifácio de Andrada e Silva (foto), que tem sido figura constante nas minhas aulas de Brasil Colonial, na FMU/Campus Liberdade/SP, com a Professora Silvia Cristina Lambert Siriani. Por conta disso, e como estou me preparando para ser Historiador, além de Jornalista, resolvi buscar informações as mais detalhadas possíveis sobre a vida de José Bonifácio. Sabendo que ele nasceu em Santos, onde trabalhei por um bom tempo, fui consultar quem também é nascido lá e para a Capital da Baixada voltou depois de rodar o mundo a serviço de grandes jornais. Entre eles, O Estado de S. Paulo, onde nos conhecemos nos anos 1970. Carlos Conde respo...

Por quê? (335) – Tempo de reflexões

Cláudio Amaral Estamos de volta ao lugar que sempre nos é agradável. Para mim e para minha Sueli Bravos do Amaral. Esta é a quarta vez de cada um de nós nos Estados Unidos. Em três oportunidades, viemos juntos. Embarcamos a 00h35 de hoje (02/12/2013) no Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, em Cumbica, Guarulhos (SP). E, via United Airlines, chegamos ao Aeroporto Internacional Washigton Dulles, na capital dos Estados Unidos, às 6h55 desta mesma segunda-feira. Voamos quase 7.650 quilômetros, o equivalente a 4.750 milhas. Estivemos sobre cidades, matas, rios e as águas do Oceano Atlântico. Subimos a uma altitude de aproximadamente 30.000 pés. Ao sair do Brasil, a temperatura era de 21 graus centígrados. Ao aterrissar em solo norte-americano, o termômetro marcava menos 4º. Será a primeira vez que vamos passar as festividades do Natal e do Ano-Novo longe do Brasil, dos filhos Mauro e Flávio, das noras Vivian e Graziella,...

Por quê? (323) Aposentadoria ou não?

Cláudio Amaral “A aposentadoria pode gerar prejuízos para a saúde física e mental”, anunciou Sandra Annenberg, apresentadora do Jornal Hoje da TV Globo, no início da tarde desta sexta-feira. E acrescentou: é o que “revelou uma nova pesquisa”. Imediatamente parei o que estava fazendo no computador e virei-me para a televisão que tenho aqui no meu “Escriptório” residencial ou home office , como dizem os chiques. Afinal, tudo o que se refere a aposentadoria e aposentados me interessa, desde que me aposentei, em 2005. Estava com 55 anos quando consegui minha aposentadoria. Era novo? Sim e não. Sim porque passei anos e anos dizendo que jamais me aposentaria. E mais: dizia que iria morrer trabalhando, e sem me aposentar. Não, porque comecei a trabalhar aos seis anos de idade, em 1955, quando meu pai passou a me levar com ele para a lavanderia em que era empregado, aqui em São Paulo. Trabalhei, portanto, dos seis aos 60 anos. Sim porque após obter a aposentadoria junto ao ...

Por quê? (321) – Uma decisão feliz

Cláudio Amaral Bendita a hora em que decidi ocupar meu tempo livre com o curso de Licenciatura em História na FMU. Sim, está sendo difícil, muito difícil, mas a culpa é minha. Apenas e tão somente minha. E tem um motivo especial e pessoal: levo a sério, muito a sério, tudo aquilo que decido fazer. Por consequência, sofro. Sofro mais do que qualquer outro ser humano. Antes, durante e, não raro, depois, também. Mas está valendo a pena? Sim, está. E está por um motivo claro, lógico, palpável, simples e evidente: estudar História me faz feliz e me ajuda a superar os eventuais sofrimentos. Na verdade, dormir cedo, levantar cedinho – ou seja, por volta das 6h30 – e sair de casa às 7h30 para estar na 12B da FMI, na Liberdade, em São Paulo, antes das 8h, me motiva. Até mesmo quando não posso ir cedo para a cama, como nas quartas-feiras de jogos do meu Corinthians, que invariavelmente terminam por volta da meia-noite. Quase sempre volto para casa cansado. E os motivos são vá...

Por quê? (317) Ingenuidade ou má-fé?

Cláudio Amaral Ingenuidade minha? Má-fé dos interessados (no caso, os seguidores de Hugo Chaves)? Falta de coragem de assumir a respectiva incompetência? Ou seria paranóia de comunistas, socialistas e inimigos declarados do país mais poderoso do planeta Terra, como a “esquerda festiva”? Pelo sim, pelo não, a verdade é que os “irmãos” e os “filhos” do ex-presidente da Venezuela atribuiram aos inimigos da pátria – no caso, a pátria bolivariana – o cancêr que o levou para junto de Deus no dia 5 de março de 2013. Após boas gargalhadas, parei e pensei: será que, em meio aos desvaneios de Nicolás Maduro e outros chavistas convictos, eles poderão vir a ter razão? Gargalhei e depois pensei: um dia, quem sabe, talvez. Sim, porque agora que estou sendo preparado para pensar com a cabeça de historiador – se é que um dia eu virei a sê-lo –, coloquei minha dúvida a alguns dos meus Professores da FMU, onde curso Licenciatura em História desde o dia 1 de fevereiro de 2013. ...

Por quê? (316) Sangue nos olhos

Cláudio Amaral Acordei com sangue nos olhos. E isso não aconteceu apenas hoje, não. Senti que antes de deitar, na noite de quinta-feira, já estava com sangue nos olhos. A mesma sensação – ou seria certeza? – tive ao acordar na sexta-feira (22.2.2013). Foi assim ao longo de todo aquele dia. Acordar com sangue nos olhos não é bom, de acordo com o que ouvi na quarta-feira pela manhã da boca da Professora Yara Cristina Gabriel. Ela é a única mestra do sexo feminino que temos na turma de 75 alunos da sala 12-B do Complexo Educacional FMU, no Campus Liberdade, em São Paulo. Yara disputa nossa atenção com outros cinco professores: André Oliva Teixeira (História Antiga Oriental), Edson Violin Júnior (História do Brasil – Séculos XVI e XVII), Leandro de Proença Lopes (Práticas Pedagógicas: Escola e Currículo), Flávio Luís Rodrigues (História da Alta Idade Média) e Osvaldo Cleber Cecheti (Sociologia e Educação). Ela é titular da cadeira de Teoria da História e nos disse na aula d...