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Mostrando postagens com o rótulo Flávio Luís Rodrigues

Por quê? (368) – Fustel de Coulanges, Historiador.

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Cláudio Amaral Do nada, mas do nada mesmo, acordei nesta madrugada de 08/07/2016 com um nome na cabeça: Fustel de Coulanges. E, uma vez acordado, fiquei a me perguntar: quem é ele? onde foi que ouvi falar dele? quem me falou dessa pessoa? Levantei, tomei banho, me troquei e vim ao computador para pesquisar. Estava curioso para saber, por exemplo, se Fustel de Coulanges era uma pessoa, um homem, uma mulher ou um fantasma. E, principalmente, se existia alguém com esse nome. O Google me levou à maioria, mas não a todas as respostas que eu procurava. Clicando neste linque https://pt.wikipedia.org/wiki/Numa_Denis_Fustel_de_Coulanges fiquei sabendo que a pessoa em questão é do sexo masculino, se chamou Numa Denis Fustel de Coulanges, nasceu em Paris a 18/3/1830, morreu em Massy [( https://pt.wikipedia.org/wiki/Massy_(Essonne) ] a 12/9/1889 e foi um Historiador positivista e “gênio do século XIX”. Soube ainda que a obra mais conhecida produzida por Fustel de Coulanges ...

Por quê? (359) – Volta às aulas?

Cláudio Amaral Foi como voltar aos bancos escolares que frequentei em 2013, 2014 e 2015 na FMU/Liberdade. Mais que isso: foi como voltar às aulas de História desse mesmo período, as quais frequentei para aprender a interpretar e a escrever com o rigor e a linguagem dos historiadores. Muito mais: foi como voltar às aulas de História do Brasil e da África. Do Brasil, com os Professores Edson Violim Júnior (Séculos XVI e XVII), Silvia Cristina Lambert Siriani (Século XVIII e I Reinado e Regência) e Flávio Luís Rodrigues (Da República Velha ao Estado Novo e Brasil Contemporâneo). Da África, com Maria Cecília Martinez. Tudo isso eu senti na manhã desta quinta-feira (19/5/2016), no auditório da Editora Unesp, na Praça da Sé, em São Paulo. Foi lá que se deu o Simpósio História Viva do Brasil: 50 anos de contribuições de Emília Viotti da Costa à historiografia brasileira . Tratou-se de um evento científico aberto ao público em geral, gratuito, com inscrições prévias....

Por quê? (351) – Jornal do Mundo

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Cláudio Amaral   Você, caro e-leitor, já ouviu falar do Jornal do Mundo ? Alguma vez, ainda que fortuitamente, você teve um exemplar do Jornal do Mundo em mãos? Pelo sim, pelo não, considero-me um privilegiado. E explico a razão: ganhei um exemplar do Jornal do Mundo do meu Amigo e companheiro de muitas jornadas Wilson Marini. Ele é Jornalista, como eu. Trabalhou no Estadão , como eu. Labutou na imprensa de Campinas, como eu. E tem mais: é considerado um especialista – como poucos – em jornais regionais. Afinal, comandou com êxito equipes de redação em Araçatuba, Maringá e Santos. Entre uma e outra, defendeu tese na Faculdade Casper Libero, em São Paulo, a respeito do Jornalismo Regional. Quando foi para Santos, para chefiar a redação do jornal A Tribuna , Marini me convidou e fomos. Foi conosco outro Jornalista da maior competência: Mário Evangelista, caipira de Piracicaba. Tão competente que é, Gatão , como nós o chamamos, ficou e continua em Santos...

Por quê? (343) – Cortez, o livreiro do Brasil.

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O TUCA no dia 10/6/2014 e as paredes preservadas após o incêndio de 30 anos passados Cláudio Amaral Tive, na manhã desta quinta-feira (03/07/2014), oportunidade de conhecer bem de perto uma das figuras mais interessantes dentre todas as com quem dialoguei pessoalmente nestes meus 64, quase 65 anos de vida: José Xavier Cortez, que a partir de agora, para mim, é “o livreiro do Brasil”. A primeira vez que vi Cortez ao vivo foi no auditório do TUCA, o Teatro da Universidade Católica de São Paulo. Era noite de 10 de junho de 2014 e eu estava lá por conta de uma palestra e do lançamento do livro Educação, Escola e Docência: novos tempos, novas atitudes . O Professor Mario Sergio Cortella era o palestrante e o autor do livro. Mas quem providenciara (e bancava) tudo era a Cortez Editora. E nada mais justo que o diretor-presidente da empresa fizesse a apresentação do evento. Pois bem: de repente, do nada, um senhor de pouco mais de 70 anos de idade, estatura baixa, forte ...

Por quê? (342) – O fuzilamento de Marc Bloch

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  Marc Bloch, o historiador Cláudio Amaral Hoje, 16 de junho, é dia de lembrarmos a morte, por fuzilamento, de um dos mais ilustres historiadores: Marc Bloch.   Nascido a seis de julho de 1886 em Lyon, na França, Marc Léopold Benjamin Bloch ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Marc_Bloch ) foi um dos mais notórios historiadores do século passado e do mundo em todos os tempos, um dos fundadores da renomada Escola dos Annales ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_dos_Annales ) e nem por isso deixou de ter um fim triste, muito triste: foi fuzilado a 16 de junho de 1944, na localidade francesa de Saint-Didier-de-Formans ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Saint-Didier-de-Formans ), depois de ter sido aprisionado por nazistas que lutavam na Segunda Guerra Mundial (1939-1945 – http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Guerra_Mundial ), o mesmo conflito em que lutou meu saudoso sogro, José Padilla Bravos ( http://josearnaldodeantenaebinoculo.blogspot.com.br ). Apesar da trajetória glo...

Por quê? (321) – Uma decisão feliz

Cláudio Amaral Bendita a hora em que decidi ocupar meu tempo livre com o curso de Licenciatura em História na FMU. Sim, está sendo difícil, muito difícil, mas a culpa é minha. Apenas e tão somente minha. E tem um motivo especial e pessoal: levo a sério, muito a sério, tudo aquilo que decido fazer. Por consequência, sofro. Sofro mais do que qualquer outro ser humano. Antes, durante e, não raro, depois, também. Mas está valendo a pena? Sim, está. E está por um motivo claro, lógico, palpável, simples e evidente: estudar História me faz feliz e me ajuda a superar os eventuais sofrimentos. Na verdade, dormir cedo, levantar cedinho – ou seja, por volta das 6h30 – e sair de casa às 7h30 para estar na 12B da FMI, na Liberdade, em São Paulo, antes das 8h, me motiva. Até mesmo quando não posso ir cedo para a cama, como nas quartas-feiras de jogos do meu Corinthians, que invariavelmente terminam por volta da meia-noite. Quase sempre volto para casa cansado. E os motivos são vá...