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Por quê? (380) – Frustração

Cláudio Amaral Estou frustrado, caro e-leitor. Afinal, o sistema Pró-Sangue me impediu de praticar uma das atividades mais prazerosas da vida: doar sangue. Pretendia doar sangue ontem (dia 28/08/2018), dia que a Igreja Católica Apostólica Romana dedica a Santo Agostinho (354-430). Mas desisti quando, logo ao acordar, percebi que estava o maior frio aqui pelos lados da Aclimação, onde vivo em São Paulo. O termómetro marcava 11 graus centígrados. À noite, depois de voltar da Paróquia Santa Rita de Cássia de Vila Mariana, onde eu e Sueli fomos assistir à celebração da missa dedicada a Santo Agostinho, presidida pelo nosso pároco, Frei Cristiano Zeferino de Faria, tomei uma decisão: vou doar sangue amanhã (29) e com qualquer tempo. Esteja frio o quanto estiver. E assim fiz. Levantei antes das 7h da manhã, vi que felizmente não estava tão frio, tomei todas as providências que deveria tomar e deixei minha casa logo em seguida. Tinha duas alternativas: ir de Metrô (A...

Por quê? (377) – Diálogo no lago: sumiu? Sumiu por quê?

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No Verão, o lago de Ashburn Village é muito liiiiindo... Cláudio Amaral Mais um dia se passou sem qu’eu conseguisse reencontrar minha interlocutora. Aquela com quem dialoguei ao longo das caminhadas em torno do lago (um dos muitos, diga-se) de Ashburn Village, na Virgínia, aqui nos EUA. O primeiro diálogo foi no dia 12 e o segundo no dia 13/6/2018. Depois, nunca mais. Mas porque gostaria de revê-la? É o que me pergunto, sem ter resposta. Sem ter certeza. Imagino, entretanto, que o motivo seja a sequência dos meus relatos a respeito da classe política brasileira. Classe é bondade minha, seguramente. Até porque o nome que gostaria de usar para definir os liderados de todos os políticos do Brasil, sem exceção alguma, não é bem esse. Ainda que escrevesse “classe” assim, entre aspas. Qual seria, então, o nome que daria, se no lugar de “classe” usasse outra classificação ou qualificação ou identificação? Sei, muito bem, mas não quero correr o risco de ser cruel e desen...

Por quê? (362) – Os pássaros também falam?

Cláudio Amaral Nos romances os animais falam , escreveu Erico Verissimo no alto da página 37 da 48ª. edição de Clarissa , publicada pela Editora Globo (Porto Alegre – Rio de Janeiro), em 1983. Intrigado com essa frase, que li perto do meio-dia deste sábado (18/6/2016), na sala de casa, em Ashburn Village, no Estado de Virgínia, aqui nos Estados Unidos da América, fui conferir ao longo dos caminhos que existem por estes lados do Hemisfério Norte. E qual foi a conclusão a que você chegou? , deve estar perguntando aquele que me lê neste momento, via rede mundial de computadores, em algum lugar do planeta. A conclusão é: Sim. Os animais falam. E não é apenas nos romances . Todos os animais? Acredito que a resposta correta é sim . Mas, com certeza absoluta posso sustentar que pelo menos os pássaros falam. Sim. Os pássaros falam. Ou pelo menos essa é a impressão que tenho ao longo das minhas caminhadas diárias em torno do lago artificial que costumo frequentar ...

Por quê? (362) – Fomos todos roubados?

Cláudio Amaral Basta a seleção brasileira de futebol ser eliminada de uma competição – seja ela importante ou não – para as reclamações crescerem. Assim foi a partir do momento em que o narrador da Univision anunciou que o árbitro de Peru 1 X Brasil 0 apitou o final do jogo da noite deste domingo (12/6/2016), aqui nos Estados Unidos. Até parece que a partida de futebol e o mundo estavam se acabando, que nosso planeta não tem pelo menos outro problema mais grave e complicado (como inúmeras guerras – na Síria, por exemplo – e atentados como o da boate em Orlando, também aqui nos EUA, onde cerca de 50 pessoas morreram vítima de um louco). Sim, porque imediatamente passamos a ouvir gritos de “Fora Dunga. Fora Dunga. Fora Dunga”. É sabido que os problemas da seleção brasileira de futebol não se acabarão com a troca do treinador. Como não acabaram quando da substituição de Felipão por Dunga, logo após o 7 a 1 que o Brasil tomou da Alemanha, na Copa do Mundo de 2014. ...

Por quê? (358) – Escola de Caligrafia?

Cláudio Amaral Você, caro e-leitor, sabia que existe uma Escola de Caligrafia em São Paulo? Eu sabia, mas não me lembrava. Recordei agora, exatamente no meio da tarde chuvosa desta terça-feira (29/3/2016), enquanto aguardo a visita de um técnico especializado em instalação de tevê a cabo e telefone. E como se deu essa minha lembrança? Acredite: lendo um jornal-revista em papel, exatamente no momento em que os impressos, especialmente jornais e revistas, estão acabando, por conta do avanço das publicações via Internet. Trata-se de piauí 113 , edição de fevereiro deste ano, que comprei e levei para ler durante as férias nos Estados Unidos, onde estive entre 14/2 e 4/3. Levei mas não li. Afinal, fiquei ocupado com as brincadeiras dos netinhos Murilo (6 anos) e Beatriz (8), com a leitura de livros e as poucas saídas com a Filha, o Genro e o irmão dele. Fomos três vezes a Washington, ora para ver hóquei sobre patins e basquete universitário no Verizon Center ( http://...

Por quê? (350) – Uma escola pública diferenciada

Cláudio Amaral As escolas públicas foram boas? Sim, na minha época, anos 1950 e 1960, elas foram mais do que isso; eram excelentes. E depois disso? Os anos passaram e a qualidade foi caindo, caindo, caindo... e hoje, julho de 2015, é rara a escola pública de qualidade. Seja municipal ou estadual. Isto é público e notório. Até porque os problemas dos nossos estabelecimentos de ensino – e da Educação como um todo – estão na cara para todos vermos. Tive oportunidade de conhecer e comparar as escolas brasileiras com as dos Estados Unidos da América nos últimos quatro anos, período em que meus netinhos foram – com os pais – viver nas proximidades da capital estadunidense, Washington DC. Conheci tanto escolas públicas como particulares, pois Beatriz e Murilo foram primeiro estudar na particular Hope ( http://www.hopepreschool.org ) e depois na pública Ashburn Elementar School ( http://www.loudoun.k12.va.us/ashburn ). E também estive em universidades que cobram algo em torno de 8.0...

Por quê? (314) Salve, 2013.

Cláudio Amaral O ano que está a acabar foi muito bom. Bom demais. Mas, sinceramente, espero que o Ano-Novo seja ainda melhor. Muito melhor. O ano de 2012 foi muito bom porque me permitiu visitar novamente a parte da família que vive nos EUA: a Filha Cláudia, o Genro Márcio Gouvêa e os netinhos Beatriz e Murilo. Fomos eu e minha Sueli Bravos do Amaral e lá ficamos por inesquecíveis 141 dias, ou seja, quase 5 meses. Naquele período vi todos os jogos do meu TIMÃO, o bão. Às vezes em vídeo-tape, porque a Globo Internacional tem critérios que eu não consigo entender e sempre deu preferências a times de categoria inferior e duvidosa, como os mineiros, sul-rio-grandenses e, em especial, os cariocas. Raramente os paulistas, os melhores do futebol profissional do Brasil, são escolhidos para aparecer ao vivo. Felizmente, os jogos do Todo-Poderoso TIMÃO na Copa Liberta-As-Dores foram mostrados ao vivo pela www.foxdeportes.com . E aí foi só alegria, porque ganhamos a compet...