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Por quê? (365) – A cola, a sabatina e a História

Cláudio Amaral - Colei na sabatina de História . Está assim. Exatamente assim. Está no alto da página 81 de Clarissa . Portanto, não, não e não. Não fui eu quem colou na sabatina de História . Até porque nunca fui de colar em sabatina e em prova alguma. Sempre fui aluno dedicado, aplicado, sério. Em todos os graus de ensino que cursei. Em todas as escolas que frequentei em Adamantina, em Marília, em São Paulo. Como se dizia nos meus tempos de escola, sempre fui “caxias”. Ou “CDF”, vulgo “c... de ferro”, como preferirem. Sempre fui estudioso. Sempre estudei muito. Muito mais do que o necessário. E assim sendo nunca tive razão para colar. Nem mesmo nos concursos que prestei ao longo dos meus 66 anos. Quem colou foi a jovem personagem do livro do consagrado e saudoso escritor Erico Verissimo (1905-1975). Personagem, no caso, da 48ª. edição de Clarissa , um livro publicado em papel jornal pela Editora Globo (Porto Alegre – Rio de Janeiro), em 1983. Tem mais: a fr...

Por quê? (362) – Os pássaros também falam?

Cláudio Amaral Nos romances os animais falam , escreveu Erico Verissimo no alto da página 37 da 48ª. edição de Clarissa , publicada pela Editora Globo (Porto Alegre – Rio de Janeiro), em 1983. Intrigado com essa frase, que li perto do meio-dia deste sábado (18/6/2016), na sala de casa, em Ashburn Village, no Estado de Virgínia, aqui nos Estados Unidos da América, fui conferir ao longo dos caminhos que existem por estes lados do Hemisfério Norte. E qual foi a conclusão a que você chegou? , deve estar perguntando aquele que me lê neste momento, via rede mundial de computadores, em algum lugar do planeta. A conclusão é: Sim. Os animais falam. E não é apenas nos romances . Todos os animais? Acredito que a resposta correta é sim . Mas, com certeza absoluta posso sustentar que pelo menos os pássaros falam. Sim. Os pássaros falam. Ou pelo menos essa é a impressão que tenho ao longo das minhas caminhadas diárias em torno do lago artificial que costumo frequentar ...