Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Estadão

Por quê? (459) - HOJE, 5 DE AGOSTO DE 2026, É DIA DE LEMBRAR DO AMIGO MENINÃO

Imagem
Álvaro Luiz Roberto de Assumpção, o Meninão, um AmigãoZão Cláudio Amaral Meninão era o apelido de Álvaro Luiz Roberto de Assumpção , um grande Amigo que tive o privilégio de conhecer graças à boa vontade de Luiz Roberto de Souza Queiróz , o Bebeto, repórter do Estadão como eu no início da década de 1970. Certo dia, estávamos fazendo uma reportagem na região dos Jardins, em São Paulo, quando Bebeto sugeriu: — Vamos passar rapidamente na casa do Meninão. Quero apresentar vocês. Assim fizemos. Meninão morava na Rua Gironda e era, na época, um respeitado colunista social da Folha da Tarde . Ao mesmo tempo, dirigia a A. A. Comunicações, empresa para a qual Bebeto também prestava serviços jornalísticos. Logo na entrada da casa tive uma surpresa: uma impressionante coleção de uísques. Fiquei admirado. Bebeto percebeu meu espanto e explicou: — Aqui só tem uísques escoceses. Nunca entrou outro tipo de uísque nesta casa. Subimos para o andar superior do sobrado e veio a se...

Por quê? (385) - Minha primeira viagem internacional

Cláudio Amaral Mesmo sendo, na época, monoglóta (ou monolíngue, como preferirem), fiz minha primeira viagem internacional no início de Novembro de 1973. Deixei o Brasil no dia 5 e voltei no dia 12, sempre pelo Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Estava com 23 anos de idade e cinco anos de Jornalismo. Fui pelo Estadão para a Itália. Eu e Deus, mas sempre com a ajuda dos Amigos. Minha missão era acompanhar um seminário em que se discutiria o aproveitamento de partículas alimentícias extraídas da parafina do petróleo. Mas, como o assunto era muito difícil para um jovem caipira de Adamantina (SP), procurei escrever a respeito de algo mais interessante e por conta disso fui de penetra até a sede da FAO, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação. É que entre uma conferência e outra pronunciada pelos especialistas convidados pela matriz da Liquigás, a Liquichimica, eu me dedicava a folhear os jornais italianos. Buscava algo que me permitis...

Por quê? (384) – Adeus, Mestre Irigino Camargo

Cláudio Amaral Coloquei o telefone no gancho e encostei-me na parede de alvenaria coberta por uma folha de lambri furadinho que havia no lado esquerdo da mesa que eu ocupava na Redação do Jornal do Comércio de Marília. Era algo como 7 horas da noite e o dono jornal, Mestre Irigino Camargo, que havia saído pontualmente às 6 horas da tarde para tomar banho e jantar na casa dele e de dona Zezé, estava chegando de volta para conferir a impressão do JC. A rotina dele era britânica: chegava ao jornal às 7 horas da manhã, fechava às 11 horas, almoçava em casa a comida de dona Zezé ou da mãe dela, voltava ao meio-dia e saia para o jantar às 6 horas da tarde, quando deixava a edição do dia seguinte fechadinha. Às 7 horas da noite ele voltava, enfiava a cabeça numa portinhola que lhe permitia ver a área de impressão e falava ou com Armindão (Armindo Travagim ) , o chefe da oficina, ou com o Negão , que operava a máquina que recebia papel em branco de um lado e cuspia o jorna...

Por quê? (374) – Orlando de Almeida, Jornalista.

Cláudio Amaral Estava eu na Paróquia Santa Rita de Cássia de Vila Mariana, aqui em São Paulo. Acabara de fazer minhas orações e me sentia pronto para assistir a Celebração da Missa das 18 horas. Era um dia especial por vários motivos: 1) porque 22 de maio é o Dia de Santa Rita de Cássia; 2) porque teríamos a apresentação mensal do Coral de Santa Rita, no qual cantam Amigas e Amigos; 3) porque os celebrantes seriam o Bispo Auxiliar da Região Sé e o Pároco, respectivamente Dom Eduardo dos Santos e Frei Pelayo. Como se isso não bastasse para justificar minha presença, tive uma surpresa das mais agradáveis: reencontrei Orlando de Almeida, Jornalista e Amigo desde os bons tempos de reportagens no jornal O Estado de S. Paulo. Atuamos junto no cotidiano da Redação do então maior e mais respeitado diário do Brasil, mais conhecido como Estadão, nos anos que compuseram a primeira metade da década de 1970. Sim, faz tempo. Muito tempo. Mas até hoje, correndo o ano de 201...

Por quê? (369) – Tenho um sonho. E você?

Cláudio Amaral Esses são os desejos que listei num caderno espiral no dia 08/04/2007, localizado nestes dias de arrumação, aqui em casa: Sonho em voltar a NY (onde estive em 1974, pelo Estadão , e quase voltei mês passado; só não foi possível porque a aeronave da United Airlines foi impedida de levantar voo a partir do Aeroporto Internacional Dulles, em Washington DC, no dia 28/6/2016). Sonho em voltar a Campo Grande (a capital do Mato Grosso do Sul, onde trabalhei como Diretor de Redação do diário O Estado de MS , em 2004 e 2005). Sonho em voltar a Barcelona (onde estive com Sueli, Sérgio Kobayashi e esposa em 2001, em viagem patrocinada pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo). Sonho em voltar a Franca (onde trabalhei por 18 meses, em 2005 e 2006, no diário Comércio da Franca , com Amigos como Corrêa Neves Jr., Sonia Machiavelli, Joelma Ospedal, entre outros). Sonho em voltar a Recife (onde estive por vezes incontáveis, pelo Estadão , pela Imprens...