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Por quê? (403) – Dona Cidinha, 92

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Dona Cidinha e as filhas Salete e Sueli Cláudio Amaral A ideia de escrever esse texto surgiu por volta das 15h30 do dia 24 de Outubro de 2019, uma quinta-feira. Eu estava deitado em minha cama, tirando a tradicional soneca da tarde. Acordei de súbito, vim rapidamente para o computador e comecei a escrever aquele que julgo ser (ou poderá vir a ser) a escrita mais importante de minha vida: a história de vida da senhora que tem grande responsabilidade pela minha felicidade (e que neste dia 22 de Maio de 2020 completa 92 anos de vida bem vivida). Afinal, Dona Cidinha, que na pia batismal recebeu o nome de Aparecida Grenci, deu à luz aquela que veio a ser a pessoa mais importante da minha vida: Sueli Teresinha Bravos, com quem me casei no dia 5 de Setembro de 1971, na Capela do Colégio Sagrado Coração de Jesus, na Rua Pernambuco, em Marília. Além de dar à luz a aquela que viria a ser a segunda filha (logo após o nascimento do varão José Cláudio e antes dela colocar no mundo...

Por quê? (382) – 69 anos de vida

Cláudio Amaral Obrigado! Obrigado!! Obrigado, Senhor!!! Obrigado sou e estou por tudo de bom que me aconteceu nestes 69 anos de vida. Obrigado por ter permitido que minha Mãe, Wanda Guido do Amaral, tenha tido uma gestação tranquila durante os nove meses em que estive no ventre dela. Obrigado pelo Amor de meus pais, Wanda e Lázaro Alves do Amaral. E pelo carinho e educação qu’eles sempre me deram. Obrigado por todos os Professores que tive em todas as escolas pelas quais passei, do Primário (no Moinho Velho, em São Paulo) ao Mestrado em Jornalismo (no IICS/SP ), incluindo a Licenciatura em História na FMU/SP em 2015 e os três semestres (2014 e 2015) na EE Major Arcy (Aclimação, SP). Obrigado pelas Amigas e pelos Amigos que me acompanharam por todos esses anos. Obrigado pelos profissionais que me orientaram desde os meus seis anos de idade e por todos aqueles que me chefiaram... a começar do sapateiro que me acolheu na oficina do Sacomã ( https://pt.wikip...

Por quê? (381) – Portugal à luz das origens

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A capa de Portugal à luz das origens  na imagem clicada por  Sueli Bravos do Amaral na tarde de 04/09/2018 Cláudio Amaral Tudo o que me vem da Amiga Wilza Aurora Matos Teixeira tem sido bom. Há anos. Desde os anos 1980, quando nossos filhos, ainda crianças, brincavam em Marília, nas férias. Depois, nos primeiros anos deste século, ela me ajudou nas pesquisas que fiz na Biblioteca da Câmara Municipal de Marília para detalhar a vida de José Padilla Bravos, o José Arnaldo (1922-1999), pracinha e herói da Segunda Guerra Mundial (especialmente na tomada de Monte Castello, em 1945), colunista do jornal Correio de Marília e o mais mariliense de todos os marilienses que conheci (mesmo não tendo nascido na “Cidade Menina”, como ele gostava de falar e escrever). Recentemente, Wilza, filha do destacado radialista Wilson Matos, me prestou um grande favor, me ajudando na tarde de autógrafos que fiz na Biblioteca Municipal de Marília João Mesquita Valença em tor...

Por quê? (345) – Marília, Chão do Nosso Amor

Cláudio Amaral São 101 crônicas a respeito das raízes da Capital da Alta Paulista . Textos cuidadosamente divididos em 11 capítulos, pela ordem: 8 em Tradição e Raízes , 7 em Eterno Retorno , 9 em Vivência e Coisas de Nossa Gente , 9 em Segredos de Nossa Fé , 8 em Homens Fazendo a História , 9 em Mulheres Guerreiras , 6 em Saúde de Nosso Povo , 9 em Memórias , 6 em Anos Encantados , 16 em Manifestações Culturais e Sociais e 14 em Travessia rumo ao progresso . A publicação é de 2003 e foi patrocinada pela Comissão Organizadora dos Registros Históricos da Câmara Municipal e da Cidade de Marília, outrora chamada de Cidade Menina por um de seus filhos mais apaixonados, o Jornalista José Arnaldo, que por mais de 40 anos escreveu a coluna De Antena e Binóculo no diário Correio de Marília . E a autora (?), deve estar me perguntando o e-eleitor amigo. Afinal, quem é a autora? A autora é uma das mais conhecidas mulheres dentre todas as que vivem em Marília: Rosalina Tanuri. O...

Por quê? (334) – O erro de Lobato

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Cláudio Amaral Está equivocado quem entendeu pelo título desse texto que Monteiro Lobato (1882-1948) errou. Sim, ele pode ter errado. E deve ter errado muito e muitas vezes. Mas nada que tenha-me afetado, nem me incomodado. O erro, no caso, está num texto que acabei de recuperar dos meus guardados históricos. Entre eles, no porão da minha casa, aqui na Aclimação, em São Paulo, estava arquivado um quadro que ganhei do Amigo Carlos Haddad. Trabalhei com Haddad na Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, entre 1998 e 2003. Ambos estávamos sob o comando dos Jornalistas Sérgio Kobayashi (Diretor-Presidente) e Carlos Conde (Diretor Vice-Presidente e por consequência o chefe direto de nós dois, ou seja, de Haddad e meu). Haddad era Coordenador Editorial e eu, gerente de Redação e editor responsável pelo Diário Oficial do Estado (Executivo, Legislativo e Judiciário) e pela revista mensal D. O. Leitura (comandada pelo Jornalista e Amigo Almyr Gajardoni). Ao ser demitido da I...