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Por quê? (368) – Fustel de Coulanges, Historiador.

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Cláudio Amaral Do nada, mas do nada mesmo, acordei nesta madrugada de 08/07/2016 com um nome na cabeça: Fustel de Coulanges. E, uma vez acordado, fiquei a me perguntar: quem é ele? onde foi que ouvi falar dele? quem me falou dessa pessoa? Levantei, tomei banho, me troquei e vim ao computador para pesquisar. Estava curioso para saber, por exemplo, se Fustel de Coulanges era uma pessoa, um homem, uma mulher ou um fantasma. E, principalmente, se existia alguém com esse nome. O Google me levou à maioria, mas não a todas as respostas que eu procurava. Clicando neste linque https://pt.wikipedia.org/wiki/Numa_Denis_Fustel_de_Coulanges fiquei sabendo que a pessoa em questão é do sexo masculino, se chamou Numa Denis Fustel de Coulanges, nasceu em Paris a 18/3/1830, morreu em Massy [( https://pt.wikipedia.org/wiki/Massy_(Essonne) ] a 12/9/1889 e foi um Historiador positivista e “gênio do século XIX”. Soube ainda que a obra mais conhecida produzida por Fustel de Coulanges ...

Por quê? (346) – Didática, a bola da vez.

Cláudio Amaral No primeiro semestre de História, no início de 2013, me apaixonei por Teoria da História , disciplina que nos era ministrada na FMU pela Professora Yara Gabriel. No segundo, também em 2013, minha paixão ficou dividida entre Psicologia da Educação e História do Brasil Colonial , uma ensinada pela Professora Denise Canal e outra pela Professora Silvia Siriani. No terceiro, já neste ano de 2014, me encantei profundamente pela História da Arte e pelas aulas do Professor André Oliva Teixeira Mendes. Neste quarto semestre, que começamos a estudar no dia 1º de agosto, estou encantado pela disciplina da Professora Bernardete Carbonari: Didática . Já tivemos – meus colegas e eu – três aulas com ela e, particularmente, senti uma atração especial e crescente pela matéria a cada aula. Na terceira aula, nesta terça-feira (19/08/2014), o tema principal foi cativante. Na primeira parte, a Professora Bernadete completou as explicações iniciadas na aula anter...

Por quê? (332) – Aos Mestres com carinho e gratidão

Cláudio Amaral Neste Dia do Professor, lembro-me que meus primeiros Mestres foram meus pais: Wanda e Lázaro Alves do Amaral. Eles não tiveram o privilégio de me ensinar o beabá, as primeiras letras, as palavras elementares, mas foram os responsáveis por algo muito mais importante: me deram a vida e mostraram-me como vivê-la, com dignidade, honestidade e respeito ao próximo, principalmente. A partir disso, tudo foi mais fácil nestes meus quase 64 anos. Foi guiado e orientado pelos meus pais que comecei a trabalhar aos seis anos de idade e assim fui até os 60. Sempre com muita dedicação, aplicação e responsabilidade. Também aos seis anos conheci minha primeira Professora, Dona Esther, num grupo escolar estadual do bairro Moinho Velho, em São Paulo. Depois, com a volta da família para minha cidade natal, Adamantina, no Interior paulista, passei a frequentar o 1º. Grupo Escolar local. Em seguida, o Ateneu Bento da Silva, o Instituto Educacional e o Colégio Helen Keller, onde...