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Por quê? (330) – Novas emoções

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Cláudio Amaral Novas emoções, sim. E desta vez, nesta manhã de sexta-feira, 26/07/2013, não foi apenas o Papa Francisco que me emocionou com as aparições públicas que fez. Ele também me provocou novos momentos emocionantes com, por exemplo, o Angelus que rezou no Rio de Janeiro, em público e pela televisão (Rede Globo e Rede Vida, pelo menos). Mas não foi só o Santo Padre. Além do Papa, me amocionei assistindo o programa Encontros com Fátima Bernardes : http://tvg.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/ . Primeiro por conta da entrevista da lindíssima atriz Paloma Bernardi, que, às lágrimas, contou que é católica fervorosa e praticante, que acredita em Deus, em Jesus Cristo e no Papa Francisco. Depois com a surpresa que a apresentadora fez a ela ao chamar ao palco a avó Marlene. Ambas dançaram alegre e descontraidamente. De quebra, Fátima nos brindou ainda com outros números musicais, com destaque para a cantora paraibana Roberta Miranda, nascida em João Pe...

Por quê? (329) – Saudades e emoções

Cláudio Amaral Na solidão do meu lar, doce lar, e em meio ao frio, muito frio, que faz em São Paulo nestes dias finais de julho de 2013, ou pelo menos aqui pelos lados da minha querida Aclimação, fico a pensar, cá comigo e com meus botões: como é bom ter capacidade e condições de sentir saudades e emoções. Saudades da minha Sueli, que foi até a nossa Marília com a querida Bisa Cida (Aparecida Grenci Bravos), na segunda-feira, pela hora do almoço. E que, três noites depois, está na estrada, voltando para nossa casa, em companhia da mamãe Cidinha e a bordo do automóvel da Amiga Vera. Saudades, também, da filha, do genro e dos dois netinhos queridos que na quarta-feira da semana passada se foram para o Rio de Janeiro e agora estão se deliciando nas praias e no calor da ilha de Paquetá, onde vivem os paes e parentes de Márcio Gouvêa. Saudades, ainda, do filho que se mudou no final de junho para o apartamento que arrumou para viver com o Amor da vida dele. E pelos quais to...

Por quê? (328) – Movimento cidadão

Cláudio Amaral Dos mais lindos, emocionantes, legítimos, justos, verdadeiros, vibrantes e sensacionais o movimento que levou às ruas do Brasil mais de um milhão de pessoas nos últimos dias. Especialmente aqueles cidadãos que foram reivindicar pacífica e ordeiramente. Mas eu, confesso, não fui. E os motivos são muitos. Inúmeros. E não é porque me sinta velho nos meus 63 anos bem vividos. Não. Estou forte e bem-disposto. Tão ou mais do que nos tempos em que engrossei as fileiras dos movimentos pelas Diretas já e pelo impedimento do presidente collorido. Primeiro porque estava em provas no curso de História da FMU/Liberdade/SP e minha prioridade era estudar o suficiente para não ficar de exame. Em vão, porque, por mais que tenha estudado, precisei enfrentar dois exames entre as sete disciplinas do primeiro semestre. Segundo porque fiquei em dúvida se estava preparado, verdadeiramente, para defender os mais elementares direitos dos cidadãos que vivem no Brasil. Na dú...

Por quê? (326) – Diálogo amoroso

Cláudio Amaral  - Viagem maravilhosa. Falta você. Essa foi, entre muitas, a frase mais marcante que ela me disse e ou escreveu desde que nos conhecemos, no dia 15 de julho de 1969, em Marília. Estava eu trabalhando, feliz da vida, na Redação do Jornal do Comércio de Marília. Ela estava em viagem de turismo pelo interior do Paraná. Ela a turma de formandas do Normal da escola em que estudava. E num dos muitos dias em que ficamos separados, fisicamente, chegou o telegrama dela com esta frase que nem eu, nem ela, nos esquecemos: - Viagem maravilhosa. Falta você. Eu fazia falta a ela e ela a mim. Havia pouco tempo que nos encontramos pela primeira vez. Foi dentro do Cine Pedutti, na Cidade Símbolo de Amor e Liberdade. Foi amor à primeira vista, com certeza. - Foi? Sim, Amor. Foi amor à primeira vista. Depois daquela primeira vez vieram outras. Muitas outras. Veio o noivado, minha transferência de Marília para Campinas, a convite d...

Por quê? (326) – Em busca de um tema

Cláudio Amaral Meu relógio marcava 14h18 quando terminei de cumprir meu último compromisso profissional deste dia 10. Sai, então, do banco onde fui a pedido de um cliente muito especial, mais Amigo do que cliente, e rumei para o Shopping Pátio Paulista, a menos de 200 metros dali. Entrei e caminhei andar por andar. Tal qual se não conhecesse o lugar. E, como não poderia deixar de ser, acabei na Livraria Saraiva, uma das maiores e melhores que conheço. Parei logo após a entrada e pensei: Afinal, o que estou fazendo aqui? Em segundos cheguei à resposta: Estou em busca de um tema. Sim. Queria um assunto para esta minha crônica. Em seguida, passei a vasculhar com os olhos e as mãos as centenas, talvez milhares, de títulos espalhados pelas prateleiras e bancadas todas. O primeiro a chamar minha atenção foi um livro de Ivan Martins: “Alguém especial – Crônicas de amor, sexo & outras fatalidades”. Na apresentação estava escrito: “Leitura obrigatória par...

Por quê? (325) – Diálogo imaginário

Cláudio Amaral O Parque da Aclimação esteve cheio nesta manhã de sábado. Mais ainda nestas primeiras horas de domingo. - E você viu algum conhecido por lá? Caras conhecidas vi algumas, mas ninguém de quem me lembrasse o nome. - Tinha mais homens ou mulheres? Homens? Mulheres? Não sei te precisar. Sei, sim, que tinha muitos animais. - Animais? Qual tipo de animais? Cachorros. Cães de ambos os sexos. - Pequenos, médios ou grandes? Cães de todos os tamanhos, várias cores e diversas raças. - E as mulheres? Eram novas, bonitas, elegantes? Todos os tipos de mulheres. E de homens, também. Tinha até umas bem ajeitadinhas, bonitinhas, graciosas. - E você, claro, olhou para todas? Sim e não. - Como assim? Olhou ou não olhou? Olhei para todas quantas me foram possíveis. Mas confesso que a maioria era formada por pessoinhas com muito menos idade das minhas sobrinhas. - Então vamos mudar de conversa porque esse diálogo imaginário e...

Por quê? (324) – A despedida de Neymar

Cláudio Amaral Se pauteiro eu fosse, hoje… E, se ao invés de pauteiro, eu fosse chefe de reportagem… E, se ao invés de pauteiro ou chefe de reportagem eu fosse editor de esportes ou chefe ou diretor de redação num jornal diário ou numa revista semanal ou numa emissora de rádio ou de televisão… Ou melhor: se estivesse repórter de esportes ou de geral ou especial, isso não importa, o que importa é se repórter eu fosse neste momento de tanta agitação por conta da despedida do craque Neymar, o que eu gostaria de fazer ou o que faria? Faria, ou melhor, gostaria de fazer – primeiro – uma pesquisa preparatória, daquelas que fiz por vezes durante minhas passagens pelas redações, pela ordem, do Jornal do Comércio e da Rádio Verinha de Marília (SP), do Estadão, do Diário de Notícias do Rio de Janeiro, do Correio Braziliense (DF), do Diário Oficial do Estado de São Paulo, d’O Estado do Mato Grosso do Sul e da TV Morena/Rede Globo (em Campo Grande/MS), do Comércio da Franca (SP) e d’A ...