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Mostrando postagens de setembro, 2026

Por quê? (466) — O DIA EM QUE A GLÓRIA BATEU À MINHA PORTA

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Cláudio Amaral Há acontecimentos que a gente espera. Há outros que nos surpreendem. E há aqueles que acontecem de uma maneira tão simples, tão despretensiosa, que, no instante em que acontecem, parecem apenas mais um fato do cotidiano. Só depois é que a gente percebe que havia alguma coisa diferente naquele momento. Foi assim comigo. A história começa nesta terceira semana de Setembro. Eu estava em casa. Sozinho. Ou melhor: eu e Deus. A Sueli estava participando de um curso no Ateliê da Professora Rute Sato, e eu trabalhava no meu house office , diante do computador, envolvido com minhas atividades de escritor. Até que a campainha tocou. Levantei-me da frente do computador e fui até a janela que dá para a rua. Abri a janela e vi uma cidadã parada diante do portão. Na mão direita, ela segurava um papel. Com a mão esquerda, segurava uma das alças do carrinho que carregava três caixas de papelão. Olhei. Ela olhou. E eu disse: “Sim?” Então veio a frase: “S...

CLÁUDIO AMARAL FALA AO SINTONIASP

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 A partir das 19h desta terça-feira, dia 8 de Setembro de 2026, o Jornalista Cláudio Amaral dará entrevista ao vivo para a Jornalista Lúcia Zanelli no blogue SintoniaSP. Eles falarão a respeito da vida de Escritor do relançamento do livro Um lenço, um folheto e a roupa do corpo, que ainda este mês será disponibilizado pela Editora Marini.

Por quê? (465) - 5 DE SETEMBRO: O DIA EM QUE A VIDA ME ABRAÇOU

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Cinquenta e cinco anos juntos: Que privilégio! Que bênção! Que presente! Obrigado, Senhor! Cláudio Amaral Há dias que começam como todos os outros. E há dias que, antes mesmo de o café ser servido, já chegam trazendo consigo uma história inteira. Hoje é um desses dias. Hoje é 5 de setembro de 2026. Acordei depois de uma boa noite, em companhia de Amigos de Verdade. Dormi bem. Talvez porque amizade verdadeira também tenha esse poder silencioso de nos devolver a paz. Abri os olhos disposto. Mais do que disposto: bem-disposto. E fui para a cozinha. Foi então que a encontrei. A Mulher da Minha Vida: Sueli Bravos. Minha companheira de todas as horas. E talvez seja difícil explicar o que significa encontrar, depois de tantos anos, a mesma mulher que um dia subiu comigo ao altar. Mas algumas coisas não precisam ser explicadas. Precisam ser sentidas. Entre beijos e abraços, comemoramos a data. Não uma data qualquer. 5 de Setembro. O dia em que, há exatamente 55 anos, lá em Marí...