segunda-feira, 18 de julho de 2016

Por quê? (369) – Tenho um sonho. E você?


Cláudio Amaral

Esses são os desejos que listei num caderno espiral no dia 08/04/2007, localizado nestes dias de arrumação, aqui em casa:

Sonho em voltar a NY (onde estive em 1974, pelo Estadão, e quase voltei mês passado; só não foi possível porque a aeronave da United Airlines foi impedida de levantar voo a partir do Aeroporto Internacional Dulles, em Washington DC, no dia 28/6/2016).

Sonho em voltar a Campo Grande (a capital do Mato Grosso do Sul, onde trabalhei como Diretor de Redação do diário O Estado de MS, em 2004 e 2005).

Sonho em voltar a Barcelona (onde estive com Sueli, Sérgio Kobayashi e esposa em 2001, em viagem patrocinada pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo).

Sonho em voltar a Franca (onde trabalhei por 18 meses, em 2005 e 2006, no diário Comércio da Franca, com Amigos como Corrêa Neves Jr., Sonia Machiavelli, Joelma Ospedal, entre outros).

Sonho em voltar a Recife (onde estive por vezes incontáveis, pelo Estadão, pela Imprensa Oficial e nas últimas vezes ciceroneado pela inesquecível Amiga Adriana Moreira, a saudosa Drika).

Sonho em voltar a Madrid e a Lisboa (cidades que conheci na mesma viagem de 2001).

Sonho em ver minha cidade de São Paulo limpa.

Sonho em vibrar novamente como o meu Corinthians campeão (como em 2015, por exemplo).

Sonho em ver todas as pessoas felizes (como eu nunca vi).

Sonho em saber que todas as fábricas de cigarros foram extintas.

Sonho ter tempo para escrever meus livros (isso até que conquistei, em 2011, quando me aposentei de verdade, depois de ter trabalhado dos seis anos de idade aos 60; agora falta encontrar quem se interesse por publicar os livros que escrevi e estou a escrever).

Sonho ter tempo para as pessoas que precisam de mim (também consegui após 2011).

Sonho ter tempo para ler (idem em relação aos dois sonhos anteriores).

Sonho ter tempo para ver e rever meus filmes preferidos, tais como Perfume de mulher, Don Juan de Marco, E o vento levou, Indiana Jones, Os Maias, Hoje é dia de Maria, 24 Horas e, entre outros, O Alto da Compadecida.

Sonho voltar a falar com, ver e rever todos os Amigos e as Amigas.

Sonho ter tempo para refazer tudo o que não fiz como devia.

Sonho possuir tempo para dar atenção e ouvido às pessoas que amo.

Sonho ter muitos netos, a começar de Beatriz (que nasceu em SP a 12/6/2007) e Murilo (SP, 6/1/2010), que são filhos de Cláudia e Márcio Gouvêa e que há cinco anos moram em Ashburn, VA, EUA.

No mesmo caderno, mas com data de 24/4/2007, encontrei as seguintes anotações:

Sonho ter tempo para ensinar.

Sonho ter tempo novamente para caminhar, fazer ginástica e hidroginástica no Sesc Vila Mariana.

Sonho falar, o mais fluente possível, os idiomas Inglês, Espanhol, Italiano e Frances.

Sonho ter tempo para voltar às celebrações da Missa todos os domingos (consegui há anos).

Sonho voltar aos 75 quilos de 1971 (isso ainda não consegui; cheguei perto, mas depois meu peso voltou a subir).

Sonho conhecer os Estados do Brasil que ainda não conheço: Amazonas, Pará, Piauí, Alagoas, Tocantins, Maranhão, Sergipe, Rondônia, Acre.

Sonho até com coisas e fatos aparentemente impossíveis: o fim da miséria e da pobreza, do racismo e das discriminações, das guerras e dos conflitos religiosos, dos ditadores e das ditaduras, dos pobres e oprimidos, da mentira e dos mentirosos, dos corruptos e da corrupção, da força e do poder do dinheiro, da soberba e da hipocrisia, da prostituição (viva o sexo com amor e carinho), da poluição ambiental e atmosférica, da ganância e dos gananciosos, da exploração do homem pelo homem, do exercício mercantilista da Medicina, das empresas que só visam lucro...

Sonho com o fim da buzina e outros poluentes sonoros.

Sonho com a “descoberta” de um Poder Central/Celestial/Superior, que harmonize o nosso Planeta e o Universo.

Sonho com a prevalência do bom-senso, da paciência, da amizade, da cordialidade, do respeito.

Sonho com um mundo justo e habitado por um povo fiel a Deus e aos bons costumes.

Sonho com o fim corporativismo, do analfabetismo e, tanto quanto possível, da ignorância.

Sonho em voltar ao Teatro, como ator, autor e espectador.

Sonho com o fim dos vírus eletrônicos e dos antivírus.

No dia 11/6/2006, fiz mais as seguintes anotações descobertas agora:

Sonho ver meus livros publicados (tentativa que retomei recentemente com a ajuda de Amigas e Amigos).

Sonho deixar de ser escravo das empresas que têm me explorado (isso eu consegui após a cirurgia do dia 29/7/2011).

Por quê?

Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?

(*) Cláudio Amaral (clamaral@uol.com.br) é jornalista desde 1º de maio de 1968, Mestre em Jornalismo para Editores pelo IICS/SP (Turma de 2003) e Biógrafo pela FMU/Faculdade de História/SP (Turma de 2013/2015).


18/07/2016 15:15:10 (pelo horário de Brasília) 

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Por quê? (368) – Fustel de Coulanges, Historiador.


Cláudio Amaral

Do nada, mas do nada mesmo, acordei nesta madrugada de 08/07/2016 com um nome na cabeça: Fustel de Coulanges. E, uma vez acordado, fiquei a me perguntar: quem é ele? onde foi que ouvi falar dele? quem me falou dessa pessoa?

Levantei, tomei banho, me troquei e vim ao computador para pesquisar. Estava curioso para saber, por exemplo, se Fustel de Coulanges era uma pessoa, um homem, uma mulher ou um fantasma. E, principalmente, se existia alguém com esse nome.

O Google me levou à maioria, mas não a todas as respostas que eu procurava. Clicando neste linque https://pt.wikipedia.org/wiki/Numa_Denis_Fustel_de_Coulanges fiquei sabendo que a pessoa em questão é do sexo masculino, se chamou Numa Denis Fustel de Coulanges, nasceu em Paris a 18/3/1830, morreu em Massy [(https://pt.wikipedia.org/wiki/Massy_(Essonne)] a 12/9/1889 e foi um Historiador positivista e “gênio do século XIX”.

Soube ainda que a obra mais conhecida produzida por Fustel de Coulanges foi A Cidade Antiga (Lá Cité Antique), publicada em 1864.

A Cidade Antiga? Esse nome me trouxe à memória, de imediato, a figura marcante de um Professor que tive no curso de Licenciatura em História na FMU (2013/2015): André Oliva Teixeira Mendes. E sem perder tempo fui à busca dos meus apontamentos (sim, porque anotei tudo o que puder em todas as aulas dos seis semestres de História; anotei e depois passei a limpo neste mesmo computador).

Bingo! Nos apontamentos do primeiro semestre, aula de 11/3/2013, uma segunda-feira, quando estudávamos História da Antiguidade Oriental, lá estavam eles: o Professor André Oliva e o Historiador Fustel de Coulanges.

Citando Fustel de Coulanges, Auguste Comte (1798/1857 – Filósofo francês, apontado como fundador da Sociologia e do Positivismo) e o brasileiro José de Alencar (1829-1877, autor do clássico O Guarani), o Professor André nos falou naquela manhã inesquecível tanto de A Cidade Antiga quanto do surgimento dos espaços urbanos (as cidades) em função da discussão religiosa e da impossibilidade de se separar duas questões importantes: espaço urbano e política.

O Professor André Oliva nos falou ainda de inúmeros temas e nos deu incontáveis exemplos, mas alguns, especialmente, me ficaram fixados na memoria: a importância dos documentos e vestígios. A proposito, ele nos disse que “a escola metódica foi quem nos ensinou a dar valor a eles (documentos e vestígios)”. E nos deu como referências de cidades apenas duas: a abandonada Atenas e Roma, onde a cidade moderna foi comendo a antiga e hoje o Coliseu, por exemplo, “é um horror”.

Mestre André, que viria a estar conosco ao longo de quase todos os semestres, de 2013 a 2015, naquele marco de 2013 nos falou ainda da Índia e da China, que cada vez mais são invadidas pelos ocidentais; do surgimento da Família (clãs) como “pater famílias” (descendente direto do deus familiar, como Alexandre, o Grande, era descendente de Zeus); do modelo político-militar; disse que cada Família era formada por 150 a 200 indivíduos, todos nômades, que sobreviviam na base da caça, pesca e coleta; que a convivência era coletiva, ou seja, se tinha o que comer, todos comiam, mas se não tinham alimentos, todos passavam fome.

Outro tema abordado na ocasião e que vale a pena ser lembrado hoje é o Xamã, termo de origem tungúsica (https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADnguas_tung%C3%BAsicas), que nessa língua siberiana quer dizer, na tradução literal: “Aquele que enxerga no escuro”.

É por isso – mas não só por isso – que até hoje (08/07/2016) eu tenho certeza de que valeu a pena ter tomado a decisão de estudar História e, consequentemente, conhecido gente como a maioria dos colegas e coleguinhas que tive na FMU e Professores como André Oliva Teixeira Mendes, Edson Violim Júnior, Yara Cristina Gabriel, Leandro de Proença Lopes, Flávio Luís Rodrigues, Cleber Cecheti, Denise Canal, Silvia Siriani, Carlos Vismara, Cecília Martinez, Andrezza Rodrigues, Bernadete Carbonari, Victor Callari, Alexandre Claro, Márcia Matos e Guilherme Santos.

Por quê?

Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?

(*) Cláudio Amaral (clamaral@uol.com.br) é jornalista desde 1º de maio de 1968, Mestre em Jornalismo para Editores pelo IICS/SP (Turma de 2003) e Biógrafo pela FMU/Faculdade de História/SP (Turma de 2013/2015).

08/07/2016 19:00:46 (pelo horário de Brasília)

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Por quê? (367) – O choro de Rildo


Cláudio Amaral

Nem todos nós entendemos, de cara, o choro do jogador de futebol Rildo, logo após marcar o terceiro gol do Corinthians, na partida em que o Timão venceu o Flamengo por 4 a 0, domingo (03/07/2016), no Itaquerão, em São Paulo. Repórteres e narradores de emissoras de rádio e televisão se arriscaram a explicar o motivo, mas teve gente que zombou de Rildo.

Ele? O jogador se explicou. Em poucas palavras, mas disse, por exemplo, à repórter Joanna de Assis, do SporTV, que havia feito um desabafo pelo longo tempo que ficou fora dos gramados (294 dias). Mas o fez rapidamente. Se pudesse, e tempo tivesse, Rildo de Andrade Felicíssimo, nascido em São Paulo, Capital, no dia 20/03/1989, teria passado muito mais tempo detalhando o quanto sofreu desde que chegou ao time do coração.

Rildo, que tem 1,81 metro de altura, veste a camisa 19 e fez apenas um jogo como titular do Corinthians, certamente teria se lembrado de tudo o que viveu no Timão, desde que foi apresentado no Centro de Treinamento Dr. Joaquim Grava, numa quarta-feira, 8 de julho de 2015, ou seja, há exatamente um ano.

Na ocasião, Rildo se declarou “mais um louco do bando”, referindo-se ao fato de que os torcedores alvinegros são conhecidos como “um bando de loucos”. E lembrou um jogo no Pacaembu, em 2004, entre Corinthians e Goiás, vencido pelo Timão por 1 a 0, com gol de Fábio Baiano. Recordou que o gol foi marcado na meta da entrada do Estádio Dr. Paulo Machado de Carvalho. E deu detalhes: “Eu estava lá. Estava com tênis desamarrado; na hora que o Fábio Baiano fez o gol, dei um chute no ar e o tênis caiu lá dentro do campo. Tive que esperar o fim do jogo para pegar o tênis de volta”.

Sobre a Fiel, como é conhecida a torcida do Corinthians, Rildo, se pudesse, teria lembrado do que disse na apresentação: “A torcida do Corinthians dispensa comentários; está sempre incentivando o time e agora vou trabalhar para cair nas graças da torcida”.

E como conquistar a Fiel, Rildo? Além de confirmar que é torcedor Corinthiano e elogiar a torcida, ele também falou sobre a maneira como quer conquistar o “bando de loucos”: “Com muito trabalho. Tenho qualidades, vou acrescentar raça, que é o que a torcida pede nos jogos. Acompanhei quando estava vindo para cá, vi como a torcida é grande e como pede vontade e raça. É isso que vou procurar dar”, de acordo com registro feito no http://globoesporte.globo.com pelos repórteres Carlos A. Ferrari e Diego Ribeiro.

Rildo foi para o Corinthians porque ficou fora dos planos da Ponte Preta de Campinas, time ao qual estava ligado. Tivera atrito com a equipe do técnico Guto Ferreira. Após vestir a camisa do Timão, o jogador declarou: “Essa é a oportunidade da minha vida. Jogando em grande clube como o Corinthians, tudo o que fazemos toma uma dimensão grande. Estou preparado. Vocês vão ver um novo Rildo a dar alegria à torcida”.

Certamente ele não sabia o que o esperava a partir do primeiro dia da nova etapa de sua carreira, que começou no São Bernardo, no ABC paulista, e seguiu por outros cinco clubes: Fernandópolis (SP), Ferroviária (Araraquara, SP), Vitória da Bahia, SantosFC e Ponte Preta, onde, em 2013 foi campeão paulista do interior.

No Corinthians, Rildo foi o escolhido para substituir Malcom, contra o Joinville, mas ficou apenas três minutos em campo. Numa de suas primeiras jogadas o atacante caiu em cima do próprio ombro e teve  uma luxação. E lá se foram dois meses de recuperação. Depois vieram outros problemas: infecção geral às vésperas do fim de 2015, inflamação no ombro em janeiro de 2016, um trauma no pé esquerdo em março, uma torção no tornozelo esquerdo e uma fratura do osso navicular do mesmo pé esquerdo em abril, que resultou em novo afastamento por mais dois meses. 

Nem assim Rildo perdeu as esperanças de ser titular do time que leva no coração. E seguiu disposto a reconquistar espaço no Corinthians, com o qual tem contrato até o fim de 2016. Ele tem ciência de que a renovação dependerá do desempenho que apresentar nos jogos em que for aproveitado daqui para frente. “Se a sorte ajudar”, publicou o site http://tudotimao.com.br no dia 30/6/2016, ou seja, três dias antes do jogo com o Flamengo na Arena Corinthians.

Em resposta, se pudesse, ele certamente teria lembrado a frase que pronunciou no dia da apresentação CT Joaquim Grava, há um ano: “Sou o Rildo, chego para mostrar muito trabalho. Espero dar alegrias à Fiel”.

Por quê?

Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?

(*) Cláudio Amaral (clamaral@uol.com.br) é jornalista desde 1º de maio de 1968, Mestre em Jornalismo para Editores pelo IICS/SP (Turma de 2003) e Biógrafo pela FMU/Faculdade de História/SP (Turma de 2013/2015).


07/07/2016 11:52:49 (pelo horário de Brasília)

terça-feira, 5 de julho de 2016

Por quê? (366) – SPFC É BRASIL


Cláudio Amaral

Hoje (05/07/2016) vou correr o risco de contrariar a maioria dos meus e-leitores de todas as cores e afirmarei com convicção: o SPFC (São Paulo Futebol Clube) é Brasil.

A razão é simples: poucas pessoas do meu relacionamento, Amigos ou não, acreditam que eu possa torcer por um adversário como o Super Poderoso Tricolor.

Pois bem: acreditem ou não, vou ligar a televisão perto das 10 horas da noite desta quarta-feira (06/07/2016), logo após o ensaio do Coral da Paróquia Santa Rita de Cássia de Vila Marina (SP), para ver o jogo SPFC X Nacional da Colômbia e torcerei pelo supercampeão do Morumbi.

Estou ciente de que receberei um monte de protestos e gozações. Tanto da parte dos meus Amigos Corinthianos, como de são-paulinos, entre os quais me lembro de José Aquino, Reynaldo Salgado, Carlos Magagnini, Bino Silva, Luiz Antônio Piratininga (e Família), Geraldo Nunes, Fernando Philipson (e familiares), Toni Oliveira (Maestro do nosso Coral)...

Mesmo assim estou disposto a correr o risco de errar feio e assistir uma derrota histórica do SPFC para o adversário desta quarta-feira, em jogo pela Copa Libertadores da América.

Torcerei pelos comandados do técnico argentino Edgardo Bauza por entender que esse é meu dever como brasileiro e porque acredito que – mesmo sendo torcedor de um adversário histórico, o Todo Poderoso TIMÃO – devo apoiar o time que continua a representar o Brasil na Libertadores.

Tenho outros motivos, também, mas os principais são esses dois.

Entre os outros, para quem é curioso, destaco o fato de que fui setorista do Estadão no SPFC, nos primeiros anos de 1970, em substituição temporária do Repórter Paulo Aquino, toda vez que ele entrava em férias. E, como tal, mesmo sendo declaradamente Corinthiano, sempre fui muito bem tratado por dirigentes, técnicos e jogadores tricolores.

Atualmente, como não tenho mais a obrigação da imparcialidade de quando exercia o Jornalismo, especialmente o esportivo, vivo me “digladiando” com os são-paulinos.

Por exemplo: quando troco mensagens com o Jornalista José Aquino, via Facebook, escrevo que o Morumbi já não é mais o maior estádio particular do mundo e que não passa de um “sucatão”, etc e tal. Escrevo ainda que o tricolor não teve a coragem de assumir o rebaixamento para a segunda divisão do Paulistão, em tempos passados. E que todos os mundiais de clubes que enchem de orgulho os são-paulinos não passam de “Copa Toyota”.

É tudo gozação, sabem os meus Amigos torcedores do SPFC. Ou espero que eles saibam.

Na verdade, e já que o meu Corinthians está fora, mais uma vez, da Copa Liber-Ta-As-Dores da América, quero mais é que o único representante brasileiro se dê bem, ganhe dos adversários colombianos e siga em frente. Sempre em frente.

Se os são-paulinos, palmeirenses, santistas, flamenguistas, fluminenses, vascaínos, botafoguenses, gremistas, colorados, atleticanos, cruzeirenses e torcedores de outras agremiações brasileiras – inclusive os Corinthianos – vão acreditar em mim ou não, pouco importa.

O que me importa é que desta vez, pelo menos desta vez, e para mim, o SPFC É BRASIL.

Por quê?

Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?

(*) Cláudio Amaral (clamaral@uol.com.br) é jornalista desde 1º de maio de 1968, Mestre em Jornalismo para Editores pelo IICS/SP (Turma de 2003) e Biógrafo pela FMU/Faculdade de História/SP (Turma de 2013/2015).


05/07/2016 14:25:34 (pelo horário de Brasília)