domingo, 4 de agosto de 2013

Por quê? (331) – Uma breve história do mundo


Cláudio Amaral

Embora a quantidade de textos para ler (e estudar) só vá crescer a partir de agora, porque, afinal, recomeçaram as aulas do curso de Licenciatura em História na FMU/campus Liberdade/SP, aventurei-me a reiniciar a leitura da famosa obra de Geoffrey Norman Blainey.

Trata-se de um livro que ganhei dos meus Amigos Fernanda Dabori e Laerte Júnior, no dia 24/7/2011. Às vésperas, portanto, da maior cirurgia a que fui submetido, cinco dias depois, no Hospital Sancta Maggiori, no Paraíso, aqui em São Paulo, pelas mãos santas do neuro-cirurgião Diogo Lins.

Recuperei a publicação de Blainey na tarde de sábado (3/8/2013), na minha biblioteca, durante conversa com o Amigo Wilson Marini. Ele e Salete Marini, também nossa Amiga querida, vieram tomar um café e comer um bolinho. Aproveitamos para colocar a conversa em dia. Os três e minha amada Sueli. Foi, enfim, um verdadeiro festival de troca de paninhos, caderninhos, informações, bebidas e comidas (todas saudáveis).

Bem, mais voltando ao tema principal desta crônica, lembro que o australiano Geoffrey Blainey é historiador, escritor e professor com passagem por universidades de Harvard (EUA) e Melbourne (Austrália). Tornou-se famoso ao escrever o livro A Short History of the World (no Brasil, Uma breve história do mundo) e também A Short History of the Twentieth Century (no Brasil, Uma breve história do século XX).

De acordo com informações que consegui na Internet, Blainey é “proeminente em círculos acadêmicos como um comentarista político conservadorista”. Blainey – acrescenta um texto que li sobre ele – “nasceu em Melbourne e foi criado em uma série de cidades de condados de Victoria, antes de frequentar o Wesley College e a Universidade de Melbourne”.

Continuando: “Enquanto ainda frequentava a universidade, foi editor de Farrago, o jornal da União dos Estudantes da Universidade de Melbourne”. Depois, “foi nomeado para ensinar na Universidade de Melbourne em 1962, tornando-se professor de História Econômica em 1968, professor de História em 1977 e então reitor da Faculdade de Artes de Melbourne em 1982. De 1994 a 1998, Blainey foi o Chanceler fundador da Universidade de Ballarat”.

Ao longo da vida, “Geoffrey Blainey foi premiado com o New York International Britannica Award pelo seu excelente trabalho na disseminação do conhecimento em favor da humanidade". Recebeu ainda “as honras da Companhia da Ordem da Austrália, no Dia da Austrália” e no ano seguinte foi premiado com a Medalha Centenária.

Este que estou recomençando a ler é um dos 32 livros que Blainey escreveu e um bestseller na Inglatera e nos Estados Unidos, segundo a Editora Fundamento Educacional. A mesma fonte informa que o autor em questão “é um brilhante historiador, reconhecido pela forma elegante e envolvente de expor temas complexos”.

Isso, entretanto, não é tudo o que fiquei sabendo a respeito de Geoffrey Blainey. Ele foi mais: “Foi membro de diversas comissões de relações internacionais”, de acordo com o que encontrei em www.editorafundamento.com.br.

Na última capa de Uma breve história do mundo leio que seguir com os olhos os textos de Blainey “é como ver a paisagem pela janela de um trem em movimento”. E mais: “O autor faz (nesta obra) um balanço da fantástica saga da humanidade, magistralmente compilada desde seus primórdios até os frenéticos dias em que vivemos”.

“Sem jamais perder o foco”, acrescenta a apresentação de Uma breve história do mundo, “Blainey vai mais além” e “descreve a geografia das civilizações e analisa o legado de seus povos”.

Quando li pela primeira vez este livro de Blainey, entre 24/7 e 17/8/2011, eu já me interessava por temas da História, do Brasil e do mundo. Não imaginava, entretanto, que viesse a frequentar um curso universitário que me levasse a ser candidato a historiador. É isso que acontece agora, em 2013. E desde já posso garantir que minha visão é outra.

Por quê?

Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?

(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968 e estudante de História na FMU/Liberdade/SP desde 1º. de fevereiro de 2013.


04/08/2013 20:57:37