Por quê? (275) Alegria ao volante
Cláudio Amaral Vibrei. Foi uma das melhores notícias que recebi neste princípio 2012. Ela, a notícia, chegou pelo correio eletrônico. E veio assinada pelo Dr. Diogo Lins, neurocirurgião que me operou no dia 29/7/2011, no Hospital Sancta Maggiore do Paraíso, em São Paulo. Emitida às 9h42 de sábado, 25/2/2012, a mensagem foi direta, curta e grossa, como é característica dele: - A partir de agora, não vejo problemas em o senhor dirigir. O seu risco de ter convulsões é semelhante ao da população geral . Além de vibrar, dei pulos e mais pulos de alegria. Uma alegria indescritível, inenarrável. E tive motivos de sobra para tudo isso: há oito meses eu estava proibido de dirigir. Tudo começou em julho de 2011, quando sentei em frente ao Dr. Diogo, na clínica dele, na Mooca, ao lado do Hospital Villas Lobo. Ao meu lado, minha inseparável companheira de mais de 40 anos, Sueli, a mulher que levou o Dr. Gentil Silva a descobrir que eu tinha um tumor na cabeça. Um tumor que es...