Por quê? (356) – O Esquife do Caudilho

Cláudio Amaral É difícil, quase impossível, encontrar palavras para analisar o livro de Daniel Pereira. Tudo o que eu queria dizer foi dito pelos Jornalistas Joaquim Maria Botelho (autor da apresentação, nas páginas 9 a 12) e Gabriel Emídio (nas orelhas). Para Botelho, é “coisa de memorialista, este livro. E dos bons”. Para Emídio, que, além de escrever o texto das orelhas, fez a revisão da obra, “bem mais que alusão à morte de Getúlio Vargas, o título instiga e chama para dentro do livro”. O lançamento foi no dia 14/12/2015, no Memorial da América Latina, em São Paulo, mas demorei exatos 70 dias para começar a ler O Esquife do Caudilho . Nesse tempo, a obra, editada pela Pasavento, esteve nas mãos de Mauro Amaral (meu filho do meio) e de Sueli Bravos do Amaral (minha namorada desde 1969). Ambos falaram muito bem das 51 crônicas de Daniel Pereira e acrescentaram: ele cita você em pelo menos três delas . Claro que isso aumentou minha vontade de ler as tão espera...