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Por quê? (194) Ao vivo?

Cláudio Amaral Fiquei surpreso com a presença de Ana Maria Braga no Pacaembu, quarta-feira, dia 24/2/2010, durante a estreia do meu Corinthians na edição deste ano de centenário na Taça Liberta(minhas)dores. Ela sempre se declarou palmeirense e por conta disso tem rivalizado com o principal parceiro do programa Mais você , nas manhãs de segunda a sexta-feira, na Rede Globo de Televisão. Afinal, Louro José, o parceiro, é conrintianíssimo, apesar de ser uma imitação de papagaio e que, pelo fato de a ave original ser verde, seja mais representativa do Palmeiras. O jogo Corinthians 2 X Racing do Uruguai 1 terminou à meia-noite, na virada de quarta para quinta-feira. Por conta disso, pensei, no ato: “Como a Ana Maria vai fazer o programa da manhã de quinta-feira, ao vivo, a partir das 8h15 da madrugada?” Solitário, imaginei: “A não ser que o programa esteja previamente gravado”. Pelo sim, pelo não, fiz questão de levantar cedo, assistir a parte final do Bom Dia , o Radar SP (apesar da ausê...

Por quê? (193) O Twitter e a minha produção literária

Cláudio Amaral Mário Evangelista, o “Gatão”, exímio cozinheiro e competente Editor-Executivo do Expresso Popular de Santos, rebate de frente minha crônica anterior: Produção literária em baixa, postada no dia 20/2/2010. - Claudião, querido. Não, não creio que sua adesão no twitter tenha derrubado sua produção literária. Tenho visto seus textos no microblog como isso mesmo: microcontos, microcrônicas. Se somar todos eles – tenho certeza – verá que produziu um texto literário partido em pequenas peças, formando um mosaico maravilhoso. Beijos. Se eu não conhecesse o marido de Mônica como conheço, fruto do relacionamento que temos desde que ele trabalhava no Correio Popular de Campinas, onde ela também trabalhou, me recusaria a tornar pública a mensagem que ele me mandou às 19h34 de domingo (21/2/2010). “Gatão” é jornalista, culto, criativo, mas, antes de tudo, um típico “italiano”, ou seja, quando ele gosta de alguém, gosta mesmo, por completo. Mas, também, quando tem restrições, pessoais...

Por quê? (192) Produção literária em baixa

Cláudio Amaral Relutei muito a aderir ao Twitter e agora fico a imaginar a razão. Certeza absoluta eu ainda não tenho, mas tudo indica que minha adesão ao Twitter afetou diretamente minha produção literária. Em tempo: se é, claro, que podemos chamar de produção literária todos os textos que tenho publicado aqui e em outros meios de comunicação. O certo é que minha chamada produção literária caiu quase a zero. Se não vejamos: em 2008, produzi e publiquei 140 textos, além de reeditar um livro que chamei de Meus escritos de memória . Em 2009, foram apenas 51 textos, quase um terço da produção do ano anterior. As razões são, basicamente, duas: porque até 17 de junho estive dedicado de corpo e alma à Redação de A Tribuna de Santos e depois – em setembro, outubro, novembro e dezembro – porque entrei de cabeça na pesquisa da vida e obra do empresário português João Antunes dos Santos, cuja biografia será escrita pelo meu compadre e Amigo Carlos Conde. Em 2010, quando estamos no 51º dia (31 de...

Por quê? (191) Desilusão pessoal

Cláudio Amaral Estou no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Meu relógio de pulso – que Sueli me deu ao voltar da Itália, em fevereiro de 2009 – marca 10h53 do dia 29/1/2010. Entro na loja da Laselva e busco jornais. Vejo a capa do Valor Econômico e depois a da Folha de S. Paulo, que, curioso, pego para ver o nome da mulher que dialoga com o presidente Lula, enquanto a comitiva em torno dele caminha por algo que me parece a pista do mesmo aeroporto. Após ver, uma a uma, as capas de todos os jornais disponíveis e de me deter por instantes n’O Globo, ainda hoje o melhor jornal do Brasil, parto para a bancada de livros. Foi nesse momento que recebi a abordagem de uma loira de cabelos amarrados atrás, tipo rabo de cavalo. Alguns poucos centímetros mais alta do que eu, ela me perguntou: - Você conhece a promoção da loja? E como eu disse que não, ela me passou uma ficha plastificada e acrescentou: - Você escolhe duas revistas que costuma comprar na banca e elas serão entregues em sua residê...

Por quê? (190) Vida nova

Cláudio Amaral Foi colocando ordem em toda a minha vida, pessoal e profissional, neste finalzinho de 2009, que encontrei anotações, por exemplo, que nem mais sabia existir. A entrevista que fiz com meu Amigo e Compadre Carlos Conde, por exemplo, cometida a partir das 18h25 do dia 20/5/2004, em função de um novo livro em gestação: Como e por que surgem os nossos jornais? Junto a tal manuscrito, que já digitei e a ele mandei, encontrei um outro, de quatro páginas. O título é Vida nova . Nelas, ou seja, nas quatro páginas e sob esse título, me identifico em boa parte. Outras partes, entretanto, desconheço por completo. O manuscrito está datado, logo no início: 15/5/2004, 14h50. A primeira frase é um enigma: “A vida nunca mais foi a mesma depois de 40+40”. A segunda, também nada tem a ver comigo: “Muitos pedidos de entrevistas, todos negados”. Na terceira, uma certeza, mas ainda assim enigmática: “Ele queria paz, sombra e água fresca”. Ele? “Ele quem, cara pálida”, como diria meu Amigo Dan...

Por quê? (189) Papai Noel

Cláudio Amaral Estávamos numa quinta-feira, dia 17/12/2009. Sueli e eu havíamos subido a Serra do Mar para passar em São Paulo as festas de fim de ano. Como quinta-feira é dia do rodízio do nosso FIT Honda, embarcamos no Metrô na Ana Rosa e desembarcamos no Alto do Ipiranga, a última (ou seria a primeira?) estação da linha verde. Ao chegar ao Condomínio Chácara Santa Cruz, na esquina da Rua Assunguí com a Santa Cruz, fomos abordados por um conhecido que havia se vestido de Papai Noel em 2008. Ele foi direto ao assunto: disse que estava à procura de alguém que quisesse ser o Papai Noel da garotada em 2009. Disse mais: que eu tinha “o perfil físico ideal”, ou, como diria meu diretor de interpretação Nill de Pádua, nos bons tempos de Oficina de Atores Nilton Travesso, lá pelos idos de 2004, o “physique du rôle” de Papai Noel. Mesmo sem saber se Gilberto, que se vestira de Papai Noel em 2008, estava a me elogiar ou me depreciar, continuei a ouvi-lo atentamente. Ele contou que havia tido a ...

Por quê? (188) Um texto, por favor

Cláudio Amaral Há exatos 40 dias eu não escrevo um único texto para este meu blogue. O último texto que aqui postei foi escrito exatamente às 15:15:58 do dia 20/10/2009. Nunca mais senti vontade de me abrir com meus possíveis leitores. E sabe o que é pior: nenhum deles sentiu falta dos meus escritos. Se sentiu, também, não se manifestou. Triste, não? Hoje, último dia do mês de novembro, resolvi olhar para o meu blogue. Olhei e descobri que o mês de novembro estava no fim e que iria acabar sem que eu houvesse postado um único texto sequer. Nestes 40 dias eu me dediquei a inúmeras atividades. Inúmeras ou diversas? Sei lá. Sei apenas que cuidei do blogue do meu sogro, o jornalista José Arnaldo: http://josearnaldodeantenaebinoculo.blogspot.com/ . Sei também que me dediquei o mais que pude à pesquisa da vida e da obra do empresário português João Antunes dos Santos. Sei ainda que empenhei aos estudos da vida nacional por conta de um curso que ganhei de presente da Adesg, a Associação dos Es...