Por quê? (134) O presente que leva ao passado
Cláudio Amaral O presente sempre nos leva a pensar no futuro. Mas nos leva, também, a relembrar o passado. E é para o passado que eu me volto hoje, às 15h33 deste domingo ensolarado aqui pelos lados da região central de Santos. Fui caminhar junto ao mar pela manhã bem cedo com Sueli e a mãe dela, Dona Cidinha. E junto ao mar eu fiquei a pensar: - Como eu gostaria de ter o meu pai vivo para contar a ele que estou trabalhando e vivendo em Santos . - Como seria bom ter vivo também o meu sogro . - Como eu queria ver vivo o meu grande Amigo Caluchão, e com ele caminhar pelas areias de Santos . Meu pai porque já no início dos anos 1970 ele me repreendeu porque, depois de trocar Marília por Campinas, por conta de uma transferência promovida pelo Estadão, aceitei uma mudança para São Paulo. Já naquela época, ou seja, há quase 40 anos, ‘seu’ Lazinho me dizia que São Paulo era uma cidade grande demais, violenta e perigosa. Ele queria, portanto, que eu continuasse no Interior paulista e lá viesse...