segunda-feira, 20 de abril de 2009

Por quê? (151) Andando nas nuvens


Cláudio Amaral

A corrida, o futebol, os amigos, a fé, a música.

Tudo colaborou para alegrar o meu fim de semana prolongado.

O prazer de ver as disputas de Fórmula 1 é indescritível. Ainda mais agora que o “meu menino” Rubens Barrichello recuperou a alegria de competir e que eu posso fazer comentários para A Tribuna, on-line e no papel.

O futebol, mais ainda. Ver o Santos FC triunfar sobre o Palmeiras foi muito bom.

Até porque estou morando e trabalhando há quase sete meses em Santos.

Melhor, então, é ver Palmeiras 1 X Santos 2 ao lado da família do Amigo Mário Evangelista, com quem vi também SPFC 0 X Corinthians 2.

Vi, vibrei e gritei muito.

Especialmente quando dos gols de Douglas e Ronalducho, o R-9.

Para completar o domingo, Sueli e eu fomos à Celebração da Missa das 19 horas na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, na Avenida Bartolomeu de Gusmão, de frente para a praia da Aparecida.

Uma celebração inesquecível, por conta da fé e do bom humor do Padre Toninho.

Terminada a Missa... Não. Não pense que voltamos para o nosso apartamento na Avenida Epitácio Pessoa, junto ao Canal 6. Não.

Apenas trocamos de lugar e ficamos na Igreja do Sagrado Coração de Jesus por conta da Orquestra Sinfônica Jovem da Universidade Católica de Santos, a UniSantos.

Sob a batuta do maestro Beto Lopes, ouvimos obras raras como a Ária da Suíte Orquestral nº 2, de Bach; a Danza da Ballo, de Mosier; a Suíte Carmen: Entreatos I e II, de Bizet; a Dança Húngara nº 5, de Brahms; Les Parapluies de Cherbourg, de Legrand, com a participação da solista Carmencita Peres; e, por duas vezes, Core Ingrato, de Cardillo, cantada magnificamente por Luiz Carlos Peres.

Foi demais.

Voltamos para o nosso lar, doce lar, andando nas nuvens.

Por quê?

Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?

(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação institucional até o dia 1º/10/2008, quando entrou na Redação d’A Tribuna de Santos como Editor-Executivo.

20/4/2009 23:49:10

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