Por quê? (320) – Levantador de…
Cláudio Amaral Nunca fui bom para fazer os outros rirem à toa. Nem eu, nem meu Amigo José do Galho Seco. Eu continuo sendo um zero à esquerda nessa matéria, mas ele deu duas sacadas neste Domingo de Páscoa que foram dignas de registros. A primeira aconteceu no páteo de entrada da Paróquia de Santa Rita de Cássia da Vila Mariana, na Rua Dona Inácia Uchôa, aqui em São Paulo. A Celebração da Missa, presidida pelo Frei Cristiano Zeferino de Faria, havia terminado há menos de dez minutos. Já passava do meio-dia. Pouco, mas passava. E duas amigas conversavam animadamente em frente à sala do dízimo quando José do Galho Seco, que eu havia convidado para comer bacalhau aqui em casa, chegou para minha Sueli e disse: - Senhora, o bacalhau acabou de ligar. Diante da cara de espanto da patroa, ele explicou: - O bacalhau ligou para dizer que não vê a hora de ir para o forno. Fui uma risadaria geral, o sufiente para Sueli se tocar que estava na hora de encerrar a conversa ...