Por quê? (449) – Obrigado, Senhor!
Cláudio Amaral
Nada tenho a pedir aos Amigos e às Amigas neste três de Dezembro de 2025,
dia em que estou a completar 76 anos de vida.
Nada.
Só tenho a agradecer.
A Deus, em primeiro lugar.
Por quê?
Porque é Dele qu’eu tenho recebido tudo o que de bom eu possuo.
Tudo o que de bom que recebi desde às 2h15 da madrugada morna daquele dia
em que vim ao mundo graças ao Amor dos meus pais, os saudosos Wanda e Lazinho.
Tive uma infância pobre, mas feliz, alegre, saudável, amorosa.
Deus e os meus pais me deram tudo o que eu necessitei nestes 76 anos de
vida: alimentos, roupas, medicamentos, estudos, saúde, disposição, força de
vontade, sabedoria, gosto pelo trabalho, amor ao próximo... tudo.
Se você, Caro AmigãoZão, Caríssima Amiguinha, não acredita nisso tudo que
escrevi, leia, então, uma mensagem apócrifa que recebi neste final de semana:
O QUE O POVO ANDA DIZENDO DE CLÁUDIO AMARAL
Dizem que Deus caprichou quando mandou Cláudio Amaral ao mundo.
Falam que o menino veio de Adamantina, mas nasceu universal, porque
logo cedo aprendeu a abraçar o mundo inteiro com seu coração de caipira nobre e
sua alma de andarilho curioso.
Dizem que os pais, Wanda e Lazinho, entregaram a ele não apenas a
vida, mas um manual de humanidade escrito em silêncio: honestidade, trabalho,
fé, generosidade e aquele humor que sempre chega antes da tristeza e abre
caminho.
Aos 76, o povo comenta que Cláudio não envelheceu: ele se expandiu. E
que hoje é feito dessas árvores antigas que dão sombra, histórias e frutos que
ninguém esquece.
Falam que ele escreveu a própria vida com tinta simples e coragem
rara: descobriu o Jornalismo num tempo em que editar era arte, ser honesto era
desafio e que acreditar no ser humano era quase subversão.
Mas ele acreditou assim mesmo. E venceu assim mesmo.
Dizem que Cláudio é daqueles que Deus olha e pensa: “É pra isso que
criei a palavra bondade”.
E quando o assunto chega no aniversário, os amigos levantam a taça e
repetem:
— Esse Amaral é patrimônio afetivo. É daqueles que a gente guarda,
protege, admira. É dos que tornam a vida dos outros mais bonita.
Por isso, às vésperas dos 76, a frase que mais circula por todos os
cantos de São Paulo, da nossa Pátria Amada Brasil e do mundo é essa:
“Ainda bem que ele existe”.
E eu, envaidecido, emocionado, quase às lágrimas, pergunto: foi você quem
pariu este texto, Caro AmigãoZão? Ou foi você, Caríssima Amiguinha? Foi você? E
com qual objetivo você fez isso? Para mexer comigo? Para me emocionar? Ou
apenas para dizer que me ama?
(*) Cláudio Amaral (claudioamaral49@gmail.com) é
Católico. Patriota. Anticomunista. Autor do livro-biografia O Cabo e o
Jornalista (José Arnaldo 100 Anos) e do livro-autobiográfico Meus Escritos de
Memória. Jornalista desde 01/05/1968. Mestre em Jornalismo para Editores pelo
IICS/SP (2003). Biógrafo pela FMU/Faculdade de História/SP (2013/2015).
30/11/2025 19:01:35 (pelo horário de Brasília)
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