Por quê? (267) Uma oração, por favor.
Cláudio Amaral Às vésperas de um determinado 3 de dezembro, sorrisos e ou gargalhadas. Noutras duas vezes, com certeza, alimentos não perecíveis para a campanha da minha Paróquia de Santa Rita de Cassia, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo. Para mim, pessoalmente, nada. Absolutamente nada. Pensem o que quiserem, mas sou assim. Humilde? Talvez. Desprendido? Quem sabe. Teimoso? Sem a menor dúvida. Chato? Na maioria das vezes. Bem humorado? Sempre que possível, e se possível fosse, sempre. Metido? Conscientemente, nunca. Juro. Esnobe? Não, não faz meu gênero. Afinal, vim lá de baixo (e Adamantina, Marília e Campinas nunca estiveram por baixo de nenhuma outra cidade) e o sucesso nunca subiu à minha cabeça. Nem mesmo quando eu tinha (e tenho) o maior orgulho de trabalhar no Estadão (em Marília, Campinas e São Paulo), no Grupo Folha de S. Paulo, no Correio Braziliense e no Jornal do Brasil. Nunca fui metido nem esnobe porque jamais tive vida fácil (até porque sou corintiano e torcedor do ...