quarta-feira, 8 de julho de 2009

Por quê? (157) Em Santos, em férias


Cláudio Amaral

Estar em férias é “du capeta”, para usar a expressão preferida da minha Amiga Cláudia Carneiro Monteiro, que eu não vejo desde os tempos em que ela disputava o circuito internacional de tênis. Ou seja: desde o século passado.

Agora, estar em férias em Santos é melhor ainda. Muito melhor.

Ainda não sei como é estar em férias em Paris, na Grécia, no Japão, na Argentina (vai pra lá gripe suína), nem em Moscou, por exemplo.

Mas... sei que estar em férias em Santos é muito bom.

Tão bom que hoje, em plena quarta-feira, dia de jogo especial no Pacaembu, em São Paulo, aqui estou eu: em férias em Santos.

Estou em férias na cidade que eu escolhi para viver até os últimos dias da minha vida. E isto me basta.

E em férias tenho ido às praias de Santos todos os dias. Eu e Sueli.

Às praias, ao Sesc (aqui, ao contrário de São Paulo, a Capital, tem um só, infelizmente), aos cinemas, aos shoppings, às livrarias, aos restaurantes, aos teatros.

Hoje, por exemplo, fui à Igreja do Valongo, uma das mais antigas do Brasil.

A Igreja do Valongo fica na região central de Santos e é uma das mais antiga da cidade.

Foi lá, nesta manhã, quase hora do almoço, que eu fiz minha primeira oração do dia.

Primeiro, assinei o livro de presença. Depois, adentrei a igreja.

Falei demoradamente com Deus e Nosso Senhor Jesus Cristo.

Agradeci. Agradeci muito. Agradeci tudo o que me lembrei: pela minha saúde, pela saúde dos meus mais próximos, pelos Amigos que fiz ao longo destes meus quase 60 anos de idade, por todos os empregos e trabalhos que eu já tive e ainda terei (muitos, com certeza).

Agradeci também o fato Deles terem me permitido chegar até aqui e com a graça Deles... estar aqui, em Santos, em férias.

Aproveitei para rever a Praça Mauá, o palácio onde funcionam a Prefeitura e a Câmara de Vereadores, o Museu do Café, a Associação Comercial e os incontáveis prédios antigos, muito antigos, que ornamentam o centro de Santos.

Revi e agradeci.

Revi e agradeci.

Revi e agradeci.

Por quê?

Ah... e você ainda pergunta por que, caro e-leitor?

(*) Cláudio Amaral clamaral@uol.com.br é jornalista desde 1º de maio de 1968, professor e orientador de jovens jornalistas, palestrante e consultor de empresas para assuntos de comunicação institucional. Foi Editor-Executivo em A Tribuna de Santos de 1º/10/2008 a 17/6/2009.

8/7/2009 15:09:16

2 comentários:

Lídia Maria de disse...

Cláudio, que bom que você se apaixonou por minha cidade! Também adoro estar aqui nas férias.
Você já visitou o jardim da Pinacoteca Benedicto Calixto (aquele casarão branco da praia)? Nos fundos do prédio, existe um jardim maravilhoso. Domingo à tarde estive lá fotografando. Vá conhecer.
Beijão
Lídia Maria de Melo

Blog do Cláudio Amaral disse...

Sim, Amiga Lídia Maria de Melo. Sueli e eu estivemos em praticamente todas as dependências da Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos, por ocasião do coquetel de lançamento da Revista "...da Cena", editada pela Carmelinda Guimarães. E ficamos encantados com o que vimos nos fundos da casa. Descobrimos, por exemplo, que a rua dos fundos é a nossa Epitácio Pessoa.

Saudações,

Cláudio Amaral