sábado, 7 de junho de 2008

Por quê? (92) Saudades de Adriana

Cláudio Amaral

Esteja onde estiver, ela deve estar feliz. Muito feliz.

O motivo?

Simples: ela consegue manter unidos tanto a família quanto os amigos.

Uma prova?

A prova – mais uma – foi o jantar de quinta-feira, 5 de junho de 2008, quando nos reunimos na praça de alimentação do Shopping Higienópolis, na região central de São Paulo, para falar dela.

Falar, simplesmente, é pouco. Muito pouco.

Nos reunimos para nos rever, nos conhecer, lembrar, relembrar, sorrir e... chorar, ou para ser mais exato, segurar, reter, engolir o choro.

De São Paulo, Sueli e eu, Álvaro (o irmão) e Taciana (a cunhada).

Do Recife, Ana Lúcia (a mãe), Neto (o pai), Andréia (a irmã) e Rafaela (a tia).

Nós dois, representando os amigos.

Eles todos, a família.

Uma família falante, alegre, risonha, divertidíssima.

Uma família amiga. Cada vez mais amiga.

Uma família que faz questão de manter vivas as lembranças, as peraltices, as estripulias, mas também a determinação de uma jovem que deveria estar e continuar entre nós, mas que, como disse Plauto (254 – 184 a.C.), citado no folheto que ajudou a lembrar o primeiro ano de morte dela: “Aqueles a quem os deuses estimam, morrem jovens”.

Morrem, vírgula.

Sim, porque ela não morreu e jamais morrerá.

Por quê?

Porque nós estamos aqui para mantê-la viva. Sempre viva.

Nós, os amigos, a família, os admiradores, os professores, os alunos, os colegas de infância, de escola, de trabalho, de farra, os chefes, os chefiados... todos nós.

Gente do Brasil e de Portugal, onde ela estudou.

Esteja onde você estiver, Adriana Gomes Moreira (24/2/1975 + 31/3/2007), você estará sempre viva entre nós, nas nossas memórias, nas nossas lembranças, nas nossas conversas, nas nossas mensagens.

Nossas lembranças, conversas e mensagens de carinho e de amor, muito amor.

Por quê?

Porque para nós, querida e amada Amiga Drika, você foi, em vida, e continua sendo uma prova de que Deus existe, Deus é Amor e de que Deus estará sempre ao nosso lado.

Por quê?

Ah... e você ainda pergunta por que, caríssimo e-leitor?

7/6/2008 19:18:32

Um comentário:

Anônimo disse...

Querido Cláudio:
Surpreende-me, imensamente, como vc consegue "ler" e "interpretar" a nossa Adriana.
Se eu não soubesse de que ponto começou seu convívio com ela, imaginaria que vocês eram íntimos desde o seu nascimento.
Foi mto agradável o nosso encontro e é tudo o que vc diz: em se tratando de Adriana, tudo vira descontração, farra, folclore, irreverência.
Uma imagem me fica mto clara, Adriana é a ausente mais presente que existe em nossas vidas.
Um gde abraço
Ana Lúcia